Deslivros:Epopeia de Gilgamesh

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Gilgamesh e seu fiel amigo com benefícios, Enkidu.

Antes de se tornar um campo minado e uma área de bombardeamento, o Iraque era conhecido como Mesopotâmia, onde surgiram diversas lenda e inúmeros heróis mitológicos que o History Channel vive dizendo que são alienígenas vindos de discos voadores. Alienígenas ou não, essas histórias são emocionantes e melhor do que qualquer obra fictícia como Crepúsculo (que o próprio Robert Pattison odiou), ou Senhor dos Anéis. A história de Gilgamesh é considerada a primeira fanfic yaoi independente, girando em torno da relação entre o rei forte, másculo e viril Gilgamesh e seu uke Enkidu, um troglodita que se depilou e virou um femboy fofinho afeminado seu fiel ajudante.

Talvez a Disney transforme o poema em um filme de animação. Sobra muito pouca coisa se você tirar todo o sexo e sangue, mas eles conseguiram fazer isso com a história de Pocahontas, que na verdade foi uma jovem indígena estuprada e traficada por colonizadores ingleses, e também com os contos sangrentos da Idade Média, então não duvide desta empresa. Talvez outra pessoa além da Disney transforme o poema em um videogame ao invés de uma animação fofinha, mas provavelmente já fizeram isso.

A Epopeia de Gilgamesh foi escrita por ninguém mais ninguém menos que Saddam Hussein, que sempre viu a si mesmo como um homem grande, forte e másculo. Segundo Hussein, os fatos contados nas tábuas realmente aconteceram, só que com ele. Enkidu no caso representa Osama Bin Laden, melhor amigo e talvez amante de Saddam Hussein que também era um troglodita das cavernas.

Primeira tábua de argila[editar]

Enkidu antes de conhecer Gilgamesh.

Gilgamesh é o rei de Uruk, dois terços deus e um terço homem, e sua administração é pior que a do Lula, do Bolsonaro e do Fernando Collor juntos para roubar o povo. Gilgamesh era tão cara de pau que chegava a colocar chifres nos homens pegando as mulheres de seu reino antes mesmo que seus maridos recém-casados ​​tivessem uma chance com elas. Gilgamesh fez uma reforma previdenciária tão sacana que praticamente cortou a aposentadoria dos idosos, fazendo com que eles se tornassem obrigados à trabalhar pelos restos de suas vidas. Uruk só não era pior que no Brasil pois lá não tinha drogados colocando pancadão para tocar no meio da noite e ninguém era obrigado à pegar ônibus lotado cheio de gente suada para trabalhar, já que não existia ônibus mesmo.

Sem o que fazer, a população resolveu apelar para os deuses, e para "distrair" Gilgamesh, que pode ter impulsos homossexuais latentes, a deusa Aruru cria um amigo masculino para ele, um troglodita chamado Enkidu. O problema era que Aruru fez Enkidu pelas coxas e ele veio retardado, e estava andado por aí com os animais e dificultado muito a vida dos caçadores por ali enchendo poços, destruindo armadilhas, libertando animais e, geralmente, sendo um filho da puta. os caçadores trouxeram Shamhat para encontrá-lo, pois certamente seu verdadeiro problema era que ele só precisava transar.

Segunda tábua de argila[editar]

Aparentemente, o sexo de Enkidu com Shamat tinha sido tão bom que de repente, percebeu que podia falar, se limpou e comprou roupas melhores, cortou o cabelo e decidiu que queria conversar com Gilgamesh, talvez para fazer a mesma coisa que fez com Shamat. Inicialmente Gilgamesh luta com Enkidu pois o homem era um selvagem de pau duro, mas depois eles decidiram se tornar amigos em vez de inimigos e foram matar um dragão em vez de um ao outro. Inicialmente, Enkidu queria arregar pois estava tremendo igual vara verde, já que a Câmara dos Deputados havia informado que entrar na favela onde o dragão era chefe era perigoso demais.

Gilgamesh e Enkidu também começaram a se amar como mulheres, aparentemente quem era a mulher da relação era Enkidu, que Ekidava como o próprio Gilgamesh disse.

Terceira tábua de argila[editar]

Gilgamesh visita sua mãe, a deusa Ninsun, a fim de pedir bênção. Ele também encontra com a deusa-sol, Shamash, pois...bem...o sol é para todos e sem o sol todos morreriam, fora que ela dá algumas baforadas de charuto na cara de Gilgamesh para abençoar o mizifinho. Gilgamesh deixa também algumas instruções ao governo de Uruk para sua ausência, mas aparentemente Uruk não vai seguir esses conselhos já que como dito anteriormente, seu governo era uma porcaria e não era porque ele conheceu um troglodita que virou twink depois de comer uma deusa-prostituta que a opinião geral ia mudar.

O dragão em questão que Gilgamesh queria matar é Humbaba, que é o chefão de uma favela aleatória. Gilgamesh nunca explicou o que Humbaba fez para ser mau, mas ele era mau e pronto, provavelmente porque vendia droga estragada. Gilgamesh decidiu que queria expulsar o mal do mundo, e ao invés de começar com ele mesmo, Humbaba parecia um bom ponto de partida. Havia também todo o aspecto de glória pessoal de dois caras indo em uma busca machista na floresta para matar algum animal grande e pendurar sua cabeça em uma placa na esperança de impressionar as mulheres, coisa que Gilgamesh queria bastante.

Quarta tábua de argila[editar]

Gilgamesh e seu mais novo amigo viajam mais de 1.000 milhas de mãos dadas por um período de 3 dias e noites enquanto consumiam muita maconha e metafetamina. Eles repetiram esse processo um total de 5 vezes, demonstrando a antiga arte de copiar e colar. Eles viajaram um total de 5.000 milhas, que do seu ponto de partida na Mesopotâmia e passaram por lugares como Cagaquistão, Acre e Baunilhalândia para enfim chegar no Rio de Janeiro e pegar o deus dragão malvado. Vale lembrar que eles só andam e batem papo mesmo, eles não enfrentam nada no caminho, Gilgamesh tem pesadelos mas ninguém se importa, afinal são apena pesadelos que não acrescentam nada.

Quinta tábua de argila[editar]

Humbaba esperando Gilgamesh e Enkidu.
Gilgamesh e Enkidu após encontrarem Humbaba.

Depois de tantas andanças, os heróis finalmente chegam no Rio de Janeiro. Humbaba, o chefão da favela dos Cedros, coloca um proibidão nervoso para tocar enquanto intimida os dois heróis mandado-os botar a cara para morrer. Humbaba acusa Enkidu de traição, mesmo não sabendo o que ele traiu, e jura dar um fatality em Gilgamesh e dar sua carne para seus passarinhos de estimação. Gilgamesh realmente fica com medo mas não dá para arregar numa hora dessas, é tarde demais. As montanhas tremem com a baixaria e a troca e xingamentos, até o céu fica preto. Eles lutam e Gilgamesh, porém, só consegue vencer fazendo um cheat para que a deusa Gleisi Hoffmann envie 13 ventos para prender Humbaba, o que permite que Gilgamesh pule para pegar o machado e desfazer a ponto que Humbaba estava. Gilgamesh...deixa de ser apelão.

Humbaba implora por sua vida e Gilgamesh tem pena dele. Ele se oferece para tornar Gilgamesh o novo chefão de sua favela e sugere que ele se torne seu novo Pokémon. Enkidu, no entanto, começa a botar ideia errada na cabeça de Gilgamesh e diz que ele deveria matar Humbaba sem dó nem piedade apenas por questão de reputação, provando que os dois são perfeitos psicopatas sádicos. Humbaba amaldiçoa os dois e Gilgamesh o despacha com um golpe no pescoço. O maníaco não para por aí, ele também mata os sete filhos de Humbaba que não tinham nada a ver com as ações do pai. Os dois heróis, que depois dessa certamente tem suas virtudes heroicas um tanto quanto duvidosas, voltam para casa com a cabeça de Humbaba depois dessa vitória animalesca e apelona.

Sexta tábua de argila[editar]

Ishtar após ser rejeitada por Gilgamesh.

Claro que nada mais vai aproximar dois amigos mais do que matar friamente um grande monstro assustador e seus filhos juntos, então depois disso Enkidu e Gilgamesh se tornaram melhores amigos/amantes absolutamente inseparáveis, o Buchecha e Claudinho da Mesopotâmia. Os dois foram banhados de glória em seu retorno e cada deusa-prostituta em Uruk agora queria Gilgamesh como seu brinquedinho pessoal. Com tanta atenção feminina, Gilgamesh fez o que qualquer homem faria naquela situação, rejeitou todas e levou seu novo melhor amigo para o meio do nada a fim de encontrar outra coisa para matar.

Após ser rejeitada, a deusa-prostituta Ishtar pede a seu pai Anu que envie o Touro do Céu para dar um coro em Gilgamesh por causa disso. Quando Anu rejeita as reclamações da filha retardada, ela ameaça criar zumbis assassinos para mata-lo, e como Anu é um daqueles pais que fazem de tudo para agradar sua princesinha patricinha, ele acaba concedendo o Touro do Céu, apesar disso ter feito Uruk enfrentar 7 anos de fome, mas o que são sete anos de fome para Ishtar comparada à satisfação de ver suas ideias pitizentas de vingança por ter sido rejeitada pelo crush se tornarem realidade. Ishtar conduz o Touro-Pterodáctilo do Céu ao redor de Uruk matando todo mundo e revirando a cidade de pernas para o ar. Dessa vez mesmo sem usar qualquer cheat, Enkidu e Gilgamesh a atacam e a matam, e ainda passam a cara dela na bunda do touro.

Sétima tábua de argila[editar]

Depois que Gilgamesh e Enkidu matam o Touro, os deuses decidem que um deles deve morrer, e Enkidu adoece e logo se livra de seu invólucro mortal (isto é, morre). Enkidu, que havia colocando um monte de regalias no templo do deus Enlil, manda este ir à merda por causa da belíssima facada pelas costas. Na verdade, ele xinga é todos os deuses mesmo pela grandessíssima sacanagem e se arrepende de ter saído do mato para morrer logo em seguida, mas quando Shamash lembra que se não fosse por isso ele não teria conhecido Gilgamesh, este volta atrás e pede desculpas por ter xingado muito os deuses no Twitter.

Após a Dona Morte levar Enkidu, Gilgamesh aparece e vê o corpo do amigo com a língua de fora fedendo pingando podridão no chão e fica doido. O coitado nem ao menos pode morrer lutando, ao invés disso, morre doente decrépito.

Oitava tábua de argila[editar]

O último desejo de Enkidu antes de morrer era que Gilgamesh não fizesse nada de estúpido depois disso, mas Gilgamesh não entendeu muito bem essa parte de "não fazer nada estúpido".

Gilgamesh amava tanto Enkidu que levou uma tábua de argila inteira para mostrar o quanto ele chorou pela morte de seu grande amigo com benefícios. Ele sai chorando por aí e fingindo desmaios igual mãe de traficante após o filho morrer. Ele também tem um ataque de pelanca e rasga seus cabelos e roupas de raiva pela morte de Enkidu. Como os deuses eram materialistas, Gilgamesh também garante que Enkidu vai ter dinheiro para suborná-los a fim de que que eles o deixem entrar no clube de recreação do Submundo. Apesar de ser rico, Gilgamesh resolve dar à Enkidu um funeral de pobre cheio de coxinha, empadinha e empanado de queijo.

Nona tábua de argila[editar]

Com medo de ser o próximo a morrer, Gilgamesh decide viajar para o submundo e conhecer Utnapishtim, para ir atrás da imortalidade. Gilgamesh então, como de costume, sai por aí para subir um morro do Mashue (que é literalmente um fim de mundo) e matar um monte de gente. Gilgamesh literalmente mata um leão por dia e conhece um casal de escorpiões, até entrar em uma caverna e chega no Jardim dos deuses.

Décima tábua de argila[editar]

Gilgamesh conhece a esposa Siduri, mas a mulher era tão feia que Gilgamesh acaba pensando que aquela coisa é um trombadinha craquento ou uma bruxa. Gilgamesh porém acaba percebendo que as aparências enganam e conta a ela sobre o propósito de sua jornada. Ela tenta convencer Gilgamesh que é retardadice ficar dando piti porque vai morrer, mas já que negociar com um assassino genocida louco não é uma boa ideia, ela acaba enviando Urshanabi, um Uber náutico, para levá-lo até o lugar que a planta mágica está. Gilgamesh, tem um surto autista de raiva e acaba destruindo os bayblades de Urshanabi, que eram a única coisa que poderiam ajudar o retardado à passar pelas Águas da Morte, e então ele deve se virar nos 30 para conseguir o que quer. Eventualmente ele acaba chegando na ilha, e encontra um cara chamado Utnapishtim, e como de costume acaba discutindo com ele também.

Décima primeira tábua de argila[editar]

Gilgamesh percebe que Utnapishtim é um grande hipócrita, pois ele também é imortal e não quer que Gilgamesh seja imortal, mas Utnapishtim explica que em sua época, surgiu um emprevisto e YHWH enviou um dilúvio para punir a humanidade e só salvou Noé e sua família, mas Utnapishtim construiu um barco para escapar da destruição. Para se ter uma noção, o dilúvio enviado pelo deus dos judeus envia para destruir a humanidade e dar um hard reset nas coisas foi tão brutal que até os deuses pagãos da Mesopotâmia fugiram para as colinas com medo de afogar, apesar de serem imortais. Utnapishtim, então, conseguiu uma bênção de um deus chamado Enlil por sua esperteza de ter roubado a ideia de Noé e construir um barco.

Utnapishtim desafia Gilgamesh a ficar acordado por seis dias e sete noites sem tomar Modafinila, e se conseguir fizer isso, ele dará a ele um espinafre pobre que garante imortalidade. Infelizmente nosso herói acaba dormindo e perde todas as chances de conquistar o que queria, tornando toda essa epopeia inútil. O tolo e desapontado Gilgamesh retorna à sua cidade natal, apesar de do fato de que ele estava em uma viagem de barco só de ida e não conseguia fazer o retorno.

Décima segunda tábua de argila - O Fim[editar]

Ao ver as paredes maciças de Uruk, Gilgamesh tem uma epifania: os homens, especialmente os estúpidos como ele, alcançarão a imortalidade por meio de seus atos, não por comerem um espinafre. No fim das contas, a epopeia fecha com uma música clássica para esse tipo de final onde o herói percebe que "Não há lugar como o lar":