Desreceitas:Vômito de pia

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Eis que a 10/10 você terminou de comer aquele almoço maroto que mina poser da internet vive dizendo no Twitter que quer comer na casa da sogra. Ficou uns restinhos de arroz ali, de feijão acolá e talvez de uns palitos de bife a rolão formando um pentagrama no meio do prato, mas com o intuito de evitar a fadiga, você resolver lavar o prato direto, ao invés de se empenhar em limpá-lo direito, deixando os solitários grãos do cereal chinês mongol e do legume afro-mexicano de banho tomado no ralo da pia. Algum tempo depois, um aroma característico de calçada de boate é notado: de onde estaria vindo esse cheiro desgraçado de vômito? Pois é, meu amiguinho monocromático, você acabou de criar sem querer querendo um infame vômito de pia, e com esta receita, você pode recriá-lo querendo querer ou evitar criá-lo quando for lavar a louça.

Ingredientes[editar]

O primeiro passo foi dado: arrumar a base do gorfo.
  • Arroz - Dê a preferência ao branco tradicional, por ter o cheiro mais desagradável e ser mais rápido de cozinhar.
  • Feijão - Qualquer feijão serve, menos o preto porque vômito preto não existe (ou sim).
  • Óleo - Não sendo óleo de coco, tá valendo. O de milho combina muito bem com a receita.
  • Alho - Vai temperar os ingredientes anteriores e é principio ativo do "perfume".
  • Água - Vai corrigir a consistência de cimento do feijão, caso ele seja muito velho.
  • Sabão - Ao contrário do óleo, pode-se usar sabão de coco aqui. Detergente e desinfetante são opcionais.

Modo de preparo[editar]

O passo mais importante sendo dado: garantir que não seja comestível, nem mesmo por um cachorro.
  1. Deixar o feijão de molho durante o tempo que uma feminista do Twitter levaria para fazer um textão sobre a opressão de lavar a louça. Deve demorar um bocado, então vá ler A Divina Comédia ou como criar seu Ultra Jesus com MacGyver.
  2. Cozinhar o feijão em uma panela de pressão ou um caldeirão de bruxa avó da feminista de Twitter. Esta etapa é mais rápida, leva o mesmo tempo que a feminista de araque citada levaria lavando a louça.
  3. Cuidar do alho à maneira que for menos xexelenta: esmagando no pilão, caso você seja punheteiro, cortando na faquinha, caso seja cirurgião ou jogador de Counter-Strike, passado no moedor, caso seja esperto, esfregando no ralador, caso seja suicida... O que importa é ter o alho bem picadinho pra fritar no óleo.
  4. Jogar o alho picotado no óleo da preferência de sua carteira e fritá-lo num fogo bem baixo para evitar queimá-lo. Note que o alho é despejado antes de deixar o óleo quente, NÃO HÁ problema, pois ele não tem a mesma frescura da coxinha de ficar encharcada quando mergulhada em óleo a menos de 171 °C.
  5. Reservar metade do alho frito para jogar no feijão quando estiver cozido e tascar uma porção de arroz no pseudo refogado. Mexer e remexer o grão até o arroz absorver todo o óleo e a superfície da panela ficar mais quente que ogiva nuclear.
  6. Colocar a água na panela, com cuidado para não ser atacado pelos jatos de água fervente raivosa. Por garantia, use um escudo do exército do Império Romano ou faça a sogra da mina poser da introdução de escudo humano.
  7. Com o arroz e o feijão prontos, misturar os dois em partes iguais, sem se importar com a guerra esdrúxula entre feijão em cima ou embaixo do arroz, e colocar mais água e óleo.
  8. Por fim, jogar isso na pia e caprichar no sabão ou detergente, mexendo até que a mistura fique com a aparência mais macabra que você já viu na vida e comesse a exalar o característico cheiro de morte do fígado.
  • Etapa bônus: recolher parte da gororoba e bater no liquidificador para criar um vômito falso bastante convincente e usar em filmes trash ou trotes universitários.