Macunaíma

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Maracujina
Macunaíma primeira edição.png
Capa original da Primeira Edição, ainda com o título antigo
Autor Mário de Andrade
País Bandeira do Brasil Brasil
Gênero Pornô chanchada escrito
Editora -
Lançamento 1928


Cquote1.svg Ai que preguiça Cquote2.svg
Você sobre ler esse livro
Cquote1.svg Mas eu quero evitar a fadiga Cquote2.svg
Jaiminho sobre ler esse livro

Macunaíma (seja lá o que diabos quer se dizer essa palavra), muitas vezes subtítulos como o herói preguiçoso pra porra (ou seja, o típico brasileiro), é mais um desses livros extremamente maçantes da clássica literatura brasileira, este que tenta ser diferentão adicionando alguns absurdos aleatórios, mas nem assim consegue ser uma leitura agradável, a não ser que você seja muito fã de Monty Python.

Enredo[editar]

O livro narra a história e a saga de três irmãos índios, ridicularizando-os completamente como se todo índio fosse um completo imbecil preguiçosos estuprador. O protagonista leva o nome do livro, o Macunaíma, um índio preguiçoso, estuprador, que se sustenta recebendo bolsa-família do governo e que trabalha colocando uma correntinha na BR e cobrando pedágio de quem queira passar ali, sendo ele portanto o grande herói desse épico, que está ali como personificação do povo brasileiro numa única figura só.

Ao longo de sua jornada no interior do Acre, fica lá fazendo porra nenhuma, como bom índio que é, passando os dias na rede e enventualmente estuprando as cunhadas. Enquanto está em sua aldeia fica evidente o motivo de sua moradia ser só uma oca foleira feita de palha, pois há preguiça demais em construir uma pirâmide como a dos astecas. Por ali Macunaíma interage com diversos animais e entidades do folclore nacional, como o mico-azul, o curupira e até a garoupa da nossa nota de 100 reais.

O que Macunaíma não esperava é que enquanto colhia ayahuasca no Peru, para fabricar mais uns de seus chás mágicos para garantir a ereção matinal, pois era preguiçosos demais e não existe viagra na selva, ele seria perseguido por um testículo de um demônio, e nessa fuga desesperada perderia seu precioso amuleto que ganhou justamente de sua amante que desejava tanto comer. Macunaíma, todavia, descobre que o seu precioso Amuleto da Piroquinha foi adquirido por um colecionador paulista, e parte atrás dele.

Quando chega na cidade grande, Macunaíma obviamente é morto, picado e cozido, porque é isso que os malandros da cidade fazem com os recém-chegados que não conhecem a malandragem dos becos. Mas claro que acaba ressuscitado e transformado em homem branco loiro dos olhos azuis, e exatamente por isso vai ocupar seu tempo nos prostíbulos de Manaus, eventualmente coçando saco na Argentina, e as vezes chegando em São Paulo, provavelmente usando seus poderes de teletransporte, que não usa a todo tempo por preguiça. Se ele recupera o amuleto, isso tanto faz.

Importância para a literatura brasileira[editar]

Macunaíma surgiu durante o período literário brasileiro conhecido como fudismo, momento quando toda obra literária tinha que ter putaria, para assim atrair atenção do público. Macunaíma surgia como uma crítica aberta ao antropofagismo literário, pois os autores só sabiam copiar literatura e mitos europeus, então nada melhor que criar um épico no qual o protagonista seria um índio preguiçoso filha da puta pobre favelado punheteiro, para simbolizar "o brasileiro", e meter o dedo na ferida do ego do brasileiro que se sente europeu.

Mas se tem uma coisa que atesta o herói Macunaíma como um autêntico brasileiro, é que ele é um baita de um mal comedor metido, e isso até favorece qualquer adaptação em pornô chanchada, sem sombra de dúvidas esse livro é a cultura do Brasil pura e crua.

Além de todos aspectos culturais, o livro destaca-se também por seu humor cretino, e muitas vezes sem graça e forçado, por isso mutos acreditam que o livro Macunaíma tenha sido o primeiro artigo da Desciclopédia, redigido ainda numa época em que não existia internet, porque seu enredo é tão sem sentido que chega a aparecer um momento em que Macunaíma engana um Mamute sofrendo de Mal de Parkinson dançando em cima de um varal com o Ed Motta e o Tim Maia nas suas costas cantando Smells Like Teen Spirit ao contrário pelo nariz em javanês ao alegar que alguns Bezerros Pirofágicos de Duas Cabeças estão sendo estuprados por Golfinhos Siameses Elétricos Epiléticos de Duas Caudas e Meia.