Redução de Custos em Empresas

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Roberto "Você Está Demitido" Justus, um conhecido praticante da Redução de Custos

A Redução de Custos em Empresas, popularmente conhecido como Trozobada, é um fenômeno empresarial ocasionado quando o chefe da empresa, aquele administrador incompetente, ou seus subalternos imediatos, quer ficar mais milionário às suas custas te mandando para o olho da rua e te botando no olho do...


Origem[editar]

A redução de custos é operada por funcionários do alto escalão conhecidos como Trozobas, Picudos ou Picas-Grossas. Tal status é adquirido quando se chega a um ponto elevado na hierarquia institucional, normalmente quando se é autorizado a colocar "Supervisor" ou "Coordenador" (ou, em casos extremos, "Vice-Presidente") no cargo e ocorre o processo da reversão vetorial da atenção empresarial, estudado pelo psiconeuropsicólogo corporativo americano Al Make U. Jobless em seu livro Tomando na Bunda: Uma Análise da Desempregabilidade.

Segundo o teórico, a ascensão na instituição é diretamente proporcional à quantidade de boquetes pagos no decorrer da carreira (conceito chamado de fellatio subinte). No entanto, conforme se progride, começa-se também a receber boquetes dos subalternos, até chegar ao ponto indicado como ponto ótimo, em que os fellatio subintes não são mais necessários. Nesse momento é que ocorre a reversão, quando a atenção não é mais dirigida para quem está em cima, mas para quem está embaixo. Quando o funcionário em questão sofre essa mudança, torna-se um Trozoba.

Gráfico ilustrativo da proporção de boquetes pagos e recebidos ao longo da carreira

Os Trozobas, também conhecidos como Arromba-Rabos, vivem em tropas organizadas e costumam operar nos rabos alheios, de preferência os mais fracos da hierarquia empresarial, visando o melhor "estrago-benefício" diante de uma situação de crise (estrago-benefício: benefício para a instituição, estrago para o funcionário). Para melhor cumprir sua função, os Trozobas costumam usar os ferozes passaralhos, também conhecidos como picas aladas ou caralhos voadores, que requerem grande cuidado em seu manuseio.

Segundo a classificação de Jobless, os Trozobas podem ser divididos em três tipos:

  1. Funcionais: os Trozobas feladaputa. São aqueles que, sorrindo, avisam ao funcionário para comparecer no dia seguinte ao RH com sua carteira de trabalho.
  2. Táticos: coordenam os Funcionais, posicionando-os atrás dos rabos que terão mais prejuízo com a arrombada.
  3. Estratégicos: fazem o planejamento dos ataques, decidindo se serão individuais (Pé-na-Bunda) ou coletivos (Barca da Morte). Às vezes, um rabo expressivo pode ser mais satisfatório para os Trozobas do que vários rabinhos apagados.

Vale dizer também que os Trozobas muitas vezes praticam o canibalismo, arrombando-se entre si para obter mais privilégios ou o direito de arrombar mais rabos.


Enrolação biológica[editar]

Com o aumento da capilaridade de empregos, se faz necessário um aumento do número de Trozobas para que sejam cumpridas todas as necessidades de downsizing dos shares que sofrem um upgrade do briefing capitalista. Os Trozobas têm extrema facilidade de se reproduzir, sendo capazes de se multiplicarem mais rápido que coelhos e com o organismo mais resistente que hamsters de laboratório.

Eles povoam as mais diversas regiões do mundo, nas mais adversas condições de sobrevivência. Até o momento, só foi identificado um local parcialmente livre da ação dos Trozobas: Brasília. Isso porque, graças a jeitinhos e propinas de sabores variados, os titulares de postos altos preferem agradar superiores e inferiores, já que a cidade apresenta a peculiaridade de pôr os rabos de todos em perigo - ao menor desentendimento, arromba-se o maior número de pessoas sem a menor piedade.


Veja também[editar]