Ácido carboxílico

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Barrichello Criyng.jpg Ácido carboxílico é um(a) PERDEDOR(A)

E não adianta chorar, sempre vai se foder bonito.

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Você sabia que...

Cquote1.png Quente, quente, quente! AAAAA!!! Cquote2.png
Homer Simpson, ao ingerir vinagre pensando se tratar de vinho e entrando em contato com o acido acético
Cquote1.png Filha da puta! Cquote2.png
Você, ao tomar uma picada de uma formiga e ela lhe injetar ácido fórmico na pele.

Imagem da aspirina, um ácido carboxílico. Observe o anel benzênico feliz de estar com algo nele. (Nota: as bolinhas vermelhas não são olhos, mas átomos de oxigênio.)

Cquote1.png Trágico! Cquote2.png
Sr. Omar sobre as citações acima.
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Você sobre ácidos carboxílicos.
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Seu professor de química sobre ácidos carboxílicos.
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Doutor Roberto sobre ácidos carboxílicos.
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Qualquer um sobre ácidos carboxílicos.

Os ácidos carboxílicos, pelo que diz o nome, deveriam ser ácidos. No entanto se ionizam tão pouco que nem de ácidos dá pra chamar. Os coitados mal conseguem largar o hidrogênio na água pra brincar, mas como os nerds químicos decidiram, foram chamados e continuam sendo chamados assim, pois até quebram o galho. Estes compostos são muito utilizados na indústria e como tempero de saladas, para ajudar a pasta a descer mais fácil pela garganta na hora de engolir.

Descoberta e propriedades[editar]

Uma excelente fonte de ácidos carboxílicos.

Embora sempre tenham eczistido, assim como o resto da química orgânica, os ácidos carboxílicos nunca foram de muito interesse dos alquimistas, que tinham uma inclinação por heavy metal metais e qualquer medida apelativa para transformá-los no tão sonhado ouro. No entanto, como a busca pela pedra filosofal e a transmutação de metais em latão ouro não estava vertendo retorno em detrimento dos incomensuráveis incentivos governamentais e da iniciativa privada, decidiu-se produzir ouro dinheiro por meio do desenvolvimento da indústria química. E assim foi a partir de 1700 e pijama de bolinha.

Com o desenvolvimento da Química Orgânica e o avanço de pesquisas inúteis na área, começou-se a estudar esta classe de compostos orgânicos, que inicialmente não tinham nenhuma utilidade. O primeiro desses compostos a serem isolados foi o ácido fórmico (ácido metanoico segundo a IUPAC), que foi obtido através da destilação de formigas, através do método de torturar formigas.

Reações[editar]

Um éster, produto de reação entre um ácido carboxílico e o árcou álcool.

Pelo fato de serem ácidos (pelo menos teoricamente), de acordo com sua KI (a constante de ionização, não confundir com QI, nem com iodeto de potássio, muito menos com KY) podem reagir com qualquer base para formar sais orgânicos. Estes sais, dependendo do ácido, podem ser usados para inúmeras finalidades inúteis, como placebo de aspirina, para temperar pizzas, para oxidar o anel benzênico alheio, para justificar o emprego dos nerds químicos ou, mais comumente, para porra nenhuma.

Além de reagir com bases, os ácidos carboxílicos adoram uma suruba com álcoois, cujo resultado final é um éster. Um éster muito conhecido e o famoso (inclusive já retratado no cinema em casa) ésterminador do futuro, conhecido por suas qualidades de queimador de arquivo. No entanto, além de se embebedarem reagirem com álcoois, os ácidos carboxílicos também reagem com ácidos halogenados, formando haletos de acila e água, o que se resume em porra nenhuma, já que isso não prova nada, só que o Coringa é um filho da puta. Inclusive, os próprios álcoois formam ácidos carboxílicos, através da oxidação violenta do referido álcool a aldeído e depois uma nova oxidação duríssima até ácido carboxílico. É este fato que transforma o tão precioso vinho no vinagre, de gosto bem desagradável e utilidade limitada.

Nomenclatura[editar]

O ácido ascórbico, a vitamina C que te livra da gripe suína, é infelizmente um ácido carboxílico.

De acordo com a IUPAC (International Union of Pikaretologic AlChemy), os ácidos carboxílicos seguem uma determinada nomenclatura (nome sistemático) acochambrada desenvolvida por eles mesmos. De acordo com ela:

  • o nome terá o radical relativo ao número de carbonos da prisão cadeia.
  • o sufixo será oico.
  • a palavra ácido antecede o nome sistemático;
  • a contagem da cadeia começa do início do carbono da carboxila.
  • quaisquer outras funções orgânicas viram ramificações.
  • ramificações são descritas de acordo com seus radicais e sua posição sexual em relação à cadeia principal.

Então, tomando noku como exemplos de ácido carboxílicos com determinados números de carbonos na cadeia principal:

  • quatro carbonos: bucet + sufixo óico e colocando ácido na frente: ácido bucetóico.
  • um carbono: metan + sufixo óico e colocando ácido na frente: ácido metanóico.
  • cinco carbonos, uma ramificação metil no carbono 4: 4-metil-bucet + sufixo óico: ácido 4-metil-bucetóico.

Como se nota, é uma merda extremamente fácil e simples descobrir e escrever o nome sistemático de qualquer ácido carboxílico, ou não.

Aplicações[editar]

Exemplo de aplicação de ácidos carboxílicos: tempero para ração de vacas.

Como era de se esperar, os ácidos carboxílicos servem para porra nenhuma muitas coisas, especialmente justificar o emprego dos químicos e engenheiros químicos, além da produção de ésteres (juntamente com álcoois) para indústria alimentícia e de perfumaria. Os haletos de acila geralmente são utilizados como bloco na construção civil orgânica e também vastamente utilizados pelo poder paralalo na produção de lança-perfume, diabo verde, mupy oxi, crack e outras dorgas que são a base da economia da cracolândia.

Além das já citadas aplicações acima, esses ácidos são extremamente utilizados pelos organismos para formar os triglicerídios, exatamente aqueles que fodem o coração, além de serem a famosa manteiga e banha que você tem. Além disso são muito utilizados na culinária, a fim de permitir que as saládas seja mais digeríveis por meio da coagulação daquela pasta de folhas que fica quando se mastiga a comida.

Ver também[editar]