Érico Veríssimo

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Escrevendo.jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficou boa quando morreu de tuberculose.

Balada para ele(a) não é festa em boate! Clique aqui e vire a página.

Assare patativa.jpg Este artigo é relacionado à literatura.

E ordenha brancas ovelhinhas!

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Érico mostrando a vida e o trabalho diário de um escritor...

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Pobre sobre Érico Veríssimo

Introdução[editar]

Érico Lopes Veríssimo é mais um dos modernistas ridículos que se achavam muito existencialistas mas que nem sabiam o que era isso. Ele nasceu no Brasil, em Porto Alegre, ou seja, era mais um suspeito da literatura. Era de família muito rica, óbvio, se não fosse, ele jamais teria a brilhante idéia de se tornar um atoa escritor, mas em pouco tempo toda fortuna de sua família se arruinou, mas aí já era tarde, então ele deixou o pai se ferrando lá sem grana e continou a escrever seus ditos livros.

Vida[editar]

Érico em seus momentos pós dorgas de inspiração

Como dito, a vida de Érico começou e terminou muito chata, para começar ele sempre foi um aluno muito bom e muito quieto na escola, nerd que era sempre zoado pelos coleguinhas que sabiam o que era diversão. A única coisa que ele fazia de útil era detestar matemática, mas como queria ser o número um de sua sala, fingia que estava com vontade de aprender (como todo aluno). Ainda criança queria dar uma de gênio (mesmo sabendo que nunca ia ser um) e inventou uma tal de revista, onde só ficava fazendo seus deseinhos ridículos e seus textinhos de primeira série, para não desanimar muito, o pai falava que estava lindo, mas no fundo já sabia que seu filho caminhava a passos largos para ser um vagabundo, digo, escritor.

Na adolescência, o pai de Érico se cansou de vê lo naquela vida mansa toda e resolveu colocá lo num colégio de verdade, onde ele fizesse alguma coisa útil ao invés de ficar só desenhando. Esse colégio era pior que um internato, tinha só macho e ainda deixava os alunos presos lá dentro, não podiam sair pra nada e nem ter qualquer contato sexual social. Logo a namorada de Érico não se conformou com a vida sem dar, então chifrou e depois traiu o pobre coitado que só ficava lá estudando. Os estudos andavam tão chatos e a matemática estava tão insuportável que Érico cansou de fingir que gostava e começou a fingir que estava doente para poder sair do tal colégio. De qualquer forma, pro azar ou sorte dele o pai carrasco não o deixou sair, dessa forma ele terminou os estudos.

Quando achou que após terminado o colégio iria voltar para sua vida mansa, o pai resolveu largar da mãe, obrigando Érico a trabalhar de verdade. Como a situação financeira estava muito crítica ele passou a topar qualquer coisa, até o cargo de balconista gostosa mesmo sem ser uma gostosa. Tornou se sócio de uma farmácia, mas como não levava jeito pra coisa o negócio faliu, deixando um dívida que ele demorou mais de oito mil anos para pagar. Na verdade, Érico não levava jeito pra nada, então resolveu ser um atoa em dose dupla, além de escritor, resolveu se interessar por música, mas como isso não dá nada para ninguém, muito menos dinheiro, ele foi para sua triste sina de ser professor de inglês.

Como viu que seria pobre para sempre se não desse jeito na vida, ele resolveu se casar, achando que a esposa era rica. Pegou uma mina de apenas quinze anos (as mais velhas não seriam trouxas o suficiente para se casarem com ele), a enganou e casou com ela. Como a menina também era pobre ele largou ela lá na cidadezinha dela (não sei o nome) e voltou a Porto Alegre, lá se enturmou com os outros atoas da época, um deles foi Mário Quintana, que lhe arranjou um bico no jornal de Porto Alegre.

Agora com uma situação financeira melhor, Érico pegou sua mina, casou com ela e teve filhos também (óbvio, não tinha televisão naquela época). Em 1958 começa a ter problemas no coração, nem este aguentara sua triste vida de escritor não famoso, e em 1975 ele morre, sabe se lá do que, mas imagina se que seja por causa de seus problemas de coração de atoa autor. Sua morte resultou em um livro de Carlos Drummond de Andrade que queria prestar para algo e lhe prestou uma homenagem.

Carreira[editar]

O sonho frequente de Érico em relação à sua carreira

A carreira de Érico fora muito estranha porque apesar de se dizer escritor ele nem nunca ganhou dinheiro ou fama com isso, foi escritor só por ser mesmo. Começou como foi dito ainda criança, quando escrevia suas notas idiotas que deixavam todos decepcionados adimirados com seu talento. Aí já sabiam que ele (não) levava jeito para a coisa.

Na adolescência ele tentou tornar as coisas mais sérias e escrever pra valer, mas o maldito colégio interno não deixava, nessa altura do campeonato o pai não queria aceitar e nem permitir que ele fosse um desempregado como ele queria, então ele nem fez nada, depois já adulto teve que trabalhar, continou ainda sem fazer nada que fosse considerável para a escrita.

Érico só pôde se dedicar mesmo à sua suposta carreira de escritor quando se encontrou com outros de sua laia, aí Mário Quintana ficou com pena do coitado que queria apenas escrever e resolveu arrumar um emprego pra ele passar o dia todo escrevendo (olha que inútil).

Obra[editar]

Veríssimo fazendo sua imagem em suas obras doidas

O autor tratado nem tem muitas obras, quanto mais muitas obras famosas, como não podia ficar escrevendo muito de início já que isso não dá dinheiro para ninguém, as principais merdas que ele escreveu vieram no fim da vida mesmo. Como ele não escreveu muitos livros em si, apenas contos e coisas do tipo, suas obras tiveram de ser recuperadas em revistas e jornais do tempo do arco da velha para que pudessem ser apresentadas a pessoas que estavam interessadíssimas em conhecê las assim como nós.

De tudo que ele fez, as principais coisas foram:

  • O Incidente em Antares: Talvez uma das únicas coisas decentes que ele tenha feito. No momento em que estava fazendo estava em profunda depressão, pis apesar do teor crítico do tal livro, ele só enrola e ainda tem a coragem de dizer que se via na imagem daquele músico idiota que se suicida porque era ruim demais para tocar qualquer cosia...
  • O tempo e o vento: (Não confunda com "O vento e o tempo"). Chegou a ser exibido como uma novela da Globo, (pra você ver o nível). É mais uma historinha ruim e mela cueca de Veríssimo.
  • O espelho: Esse é interessante, foi escrito em um momento que ele passava por uma crise de doidura que os especialistas insistem em chamar de crise existencial. Até que serve para dar aos loucos do hospício quando estes estão muito agitados (quer ler?).
  • Solo de Clarineta: Como já fora dito, Érico era apaixonado por música, então não podia abandonar a vida (que poético) sem escrever algum romance que envolvia o nome de um instrumento musical ou coisa do tipo. Na verdade esse título se trata de um ocnjunto de contos sobre alguma coisa que eu não sei o que é, já que eu ainda não li (e nem pretendo).
  • Israel em Abril: Este negócio aí (que eu não sei se é livro ou o que é) foi escrito em 1969, uma época em que a questão israelense estava mais na moda que hoje e que o pau lá estava quebrando. Então Veríssimo resolveu escrever sobre o assunto para ver se ganhava alguma fama, pelo menos pelo texto...Mas como já era de se esperar, ele não conseguiu nada, prova disso que é 100 em cada 100 pessoas nunca ouviram falar disso.
  • Saga de gêmeos: É sobre um cavaleiro do zodíaco mais uma de suas viagens que ele narrou falando de toda angústia mundana e todo aquele lero lero de sempre de autor deprimido que não tem dinheiro.

Curiosidades[editar]

Não há muitas curiosidades sobre Érico, já que ele nem era famoso nem nada e não tem graça nenhuma ficar espiando pessoas avulsas sem nenhuma fama para ver o que eles fazem de anormal ou curioso. Uma das únicas coisas que importa saber é que ele sempre fora muito criticado por críticos (O'RLY?) e difamado por pessoas que tem bom senso só por nunca ter terminado nenhum curso superior ou não que tenha começado. Talvez a falta de grana ou de competência tenha colaborado muito para isso!

Além dessa incompetência pindura toda, Érico e seu filho Luis Fernando eram muito mansos e lerdos, conta se que uma vez Érico fizera uma pergunta para o filho em uma viagem de trem e a réplica só viera quatro horas depois, no fim da viagem, para piorar a tréplica do pai viera no dia seguinte...isso que é tranquilidade.

Finalizando, foi um grande (des)prazer perder meu tempo aqui para falar de mais um autor super impotante e insubstituível da nossa magnífica (des)cultura. Para você que gostou, saiba que este é apenas o primeiro de muitos artigos sobre esse tema super interessante. Para você que nem sabe ler e achou tudo isso um saco, foda se foda se, no início você já sabia do que se tratava, continuou lendo porque quis!