A Revolução dos Bichos

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Revolução dos Bichos
Revolução dos Bichos.png
Corujas são muito burocráticas, por isso ficaram fora do movimento revolucionário. Ya Rly!
Autor George Orwell
País Bandeira do Reino Unido Reino Unido
Gênero Sátira
Editora Companhia das Letras
Lançamento 1945


Cquote1.png Quatro pernas bom! Duas pernas mal! Cquote2.png
Ovelhas sobre zoofilia
Cquote1.png Você traiu o movimento animalista, véio! Cquote2.png
Dado Dolabella após virar vegano
Cquote1.png Todos iguais, mas uns mais iguais que os outros. Cquote2.png
Engenheiros do Hawaii sobre A Revolução dos Bichos

A Revolução dos Bichos, Triunfo dos Porcos ou Quinta dos Animais (Animal Farm) foi uma revolta armada, armada pelos bichos... O RLY? Sim, isto mesmo! E as corujas não participaram!

A revolução foi descrita de maneira deturpada por um humano traidor do movimento animalista (véio!), chamado George "Big Brother" Orwell, famoso por ter produzido ainda a primeira versão do Big Brother em 1400 e lá vai pedrada. Orwell era tão covarde que nem usava seu nome verdadeiro: Eric Arthur Blair, tataravô de Tony Blair e casado com A Bruxa de Blair.

A tomada da Granja do Solar[editar]

Mao Tse-Pig: qualquer semelhança, é mera coincidência.

Um porco chamado Mao Tse-Pig, conhecido apenas como o Velho Major, expõe suas ideias mas acaba enforcado na cruz. Bola de Neve, outro porquinho, mais manso que um corno lidera os animais contra o tirano capitalista Sr. Jones W. Bush, dono da Granja do Sol nascente. O exército norte-americano foi destroçado, e a batalha ficou falsamente conhecida entre os americanos como Guerra do Vietnã. Além de Bola de Neve, liderava os animais outro porco, Napoleão Bonapetit.

Os demais combatentes eram:

Eixo Animalista[editar]

Cavalaria[editar]

  • Sansão: um cavalo forte pra burro e que inspirou Maurício de Sousa na criação do coelhinho da Mônica
  • Quitéria: égua mais espertinha. Sabia ler melhor que o Lula
  • Benjamim: burro teimoso feito uma mula
  • Mimosa: uma égua com nome de vaca. Desertora

Porcaria[editar]

  • General Mao Tse-Big: porco velho conhecido como "Major", in memorian
  • Bola de Neve: porquinho corno
  • Napoleão Bonapetit, porco espírito de porco
  • Garganta Profunda: um porquinho viadinho e que falava mais que o homem da cobra. Pau mandado e cacho de Napoleão

Infantaria[editar]

Aves[editar]
Mamíferos[editar]

Esquadrão aéreo[editar]

Eixo Humanista[editar]

Contingente humano[editar]

  • 2.300.000 homens, com 58.159 mortos e 303.635 feridos.

Aeronaves[editar]

  • UH-1B/C/D/H Huey (Iroquois)
  • AH-1 Cobra
  • F-4B/C/D/E Phantom II
  • A-4B/C/E/F Skyhawk
  • A-7A/D Corsair II
  • A-6A/E Intruder
  • F-105A/D/F Thunderchief
  • F-111A Aardwark
  • B-52A Stratofortress
  • O-1 Bird Dog
  • O-2 Skymaster
  • OV-10 Bronco
  • F-100A/D/F Super Sabre
  • C-130 Hercules
  • MiG-17 Fresco
  • MiG-21 Fishbed

Veículos[editar]

  • M113
  • M48A3 Patton
  • M551 Sheridan
  • M88A1 Hercules
  • M35
  • M54
  • M151 Mutt
  • M577
  • M107
  • M108 - 105mm
  • M109 - 155mm
  • M110

Armanento pessoal[editar]

  • Fuzil M-14
  • Fuzil M-16A1
  • Metralhadora M-60
  • AK-47
  • Pistola M-1911
  • Capacete de aço M1

Pós-Guerra[editar]

Após a tomada da Granja, foi proclamada a República Soviética Animalista e a granja recebeu o nome de URSA. Foi promungada a constituição da URSA, que contava com dez sete mandamentos:

  1. Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo.
  2. Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo.
  3. Nenhum animal usará roupas.
  4. Nenhum animal dormirá em cama.
  5. Nenhum animal beberá álcool.
  6. Nenhum animal matará outro animal.
  7. Todos os animais são iguais.

Foram criados outros símbolos, como a bandeira e o hino da URSA. O partido oficial da República Animalista passou a ser o PPS, Partido dos Porcos Socialistas, liderados por Bola de Neve.

Espalham-se boatos entre as fazendas vizinhas de que os porcos comunistas comem criancinhas, lenda que persiste até os dias atuais.

Golpe de Estado[editar]

Insatisfeito com as porcarias feitas pelo camarada Bola de Neve, Napoleão, após ler O Príncipe, de Maquiavel, elabora um plano maquiavélico, um golpe de estado, uma verdadeira cachorrada criada no íntimo de seu espírito de porco. Contrata jornalistas sensacionalistas do P.I.G., Partido da Imprensa Golpista, liderados por Garganta Profunda. Os jornalistas do P.I.G. soltam os cachorros sobre Bola de Neve, que foje com o rabicho entre as pernas. Não se sabe o que ocorreu com o Bola de Neve, apesar de boatos diziam que os guardas de Napoleão fizerão um pernil cozido num jantar de gala.

Napoleão dá um monte de desculpas furadas para transformar o regime comum-animalista em um "socialismo de mercado", tal qual a China. A URSA passa a crescer 15% ao ano e tornando-se a maior economia global. E os que contestavam os seus regimes, viravam frango assado. Os mais velhos que não podiam trabalhar eram enviados para o matador asilo de animais para passarem os restos de suas vidas na tranquilidade e muita comida a vontade (ou não).

Napoleão aprende a andar em duas patas, entra para o PFL e se elege duas vezes presidente do Brasil. A partir de sua conduta surge a expressão porco capitalista.

E como acabou?[editar]

Napoleão então fez uma parceria com alguns humanos, que desejavam fazer um pacto onde trocariam algumas mercadorias como ovos, grãos de milhos e alguns bois gordos para o abate em troca de muita cachaça. Napoleão aceitou o acordo onde o trabalho animal triplicou muito além do que era. Muitos bichos foram mortos durante esta anarquia. Napoleão preocupado em que esses humanos possam dar o golpe de estado como ele fez há muitos anos, começou a criar armamentos para que o seu Rancho possa sempre continuar em seu domínio. Porco ou humano, não havia como distinguir as raças. Porém, devido à miséria que os bichos sofriam, eles então usaram as suas próprias armas contra a anarquia, tendo uma grande guerra civil onde quase todos os bichos foram dizimados por causa disso, onde quem apenas ganhou nessa guerra foram esses humanos que faturarão com a carne gratuita que ganhavam sem a necessidade de abater esses bichos.