A verdade sobre Johann Sebastian Bach

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que seu autorr suschtenta ö gerraçon interra com bratwurst e sauerkraut, serrvidös porr uma fräulein . Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö Berliner Mauer.


"Vai um Concerto aí?"

Johann Sebastian Bach (Por volta da Saxônia, 21 de Março de 1685 - Leipzig, 28 de Julho de 1753) foi sem dúvida um dos maiores trabalhadores que já existiu. Ele foi "baseado" durante sua vida inteira em uma rotina de estudos e serviços comunitários. Compôs uma média de 42 músicas para cada habitante do planeta e só parava para dar atenção a sua prole de nada menos 20 filhos, entre uns outros bastardos (que não vale a pena mencionar). Com tanta dedicação, nem a morte o impediu de continuar de seu trabalho (que continua até hoje) com os diversos compositores que, com o tempo, vem plagiando sua obra.

Além de compositor, Bach foi arquiteto (Concertos de Brandenburgo), decorador (Suítes Francesas e Suítes Inglesas), colecionador (Partitas), cozinheiro (O Cravo Bem Temperado), padre (Missa em Si menor), pastor (A Paixão de São Mateus), macumbeiro (Oferenda Musical), fora-da-lei (A Arte da Fuga) e nas horas vagas, era músico (Sonatas e Paritas para Violino Solo). Além de todos estes trabalhos, Bach fez outra infinidade de obras que, até o fechamento deste artigo, se contabilizavam em 4126789624034 trabalhos em diversas ciências.

Talvez o único lugar neste mundo que não encontremos a influência de Bach seja provavelmente no Acre, onde agora a Nasa envia sondas espaciais rastreando indícios de civilizações. O projeto se baseia no disparo de sinas simples das Variações Goldberg sobre o terreno acriano em busca de sinais de vida. O difícil agora é achar estas tais sondas, já que elas foram parar em Lugar nenhum... Mas o importante é que a música de Bach está lá, e se lá não houver vida, vai passar a existir.

A vida de Bach foi semelhante a de qualquer brasileiro que se preze: nasceu chorando enquanto todos riam, e morreu rindo enquanto todos choravam. Muitas vezes fora humilhado, passado para trás, e teve que se virar em muitas situações para se dar bem. Especula-se que fora o criador da Malandragem. Apesar disso, Bach sempre foi generoso, tanto que tratava seus filhos como sua orquestra pessoal, simbolizando um coração puro e devoto

Infância[editar]

Bach era uma criança precoce. Logo tornou-se solista do coro da Igreja do seu vilarejo, aos 15 anos em plena adolescência rebelde

Nascido na periferia da Alemanha, Bach desde cedo teve ensinamentos luteranos, o que explica sua espiritualidade sobre suas músicas. Utilizando uma técnica maçônica entre os antepassados de sua família, Bach desde criança conseguia mover objetos sem as mãos, tais como teclas de cravos e cordas de violinos. Isso lhe garantiu uma habilidade impressionante no domínio de diversos instrumentos que, acredita-se, ter herdado de um seresteiro de nome Veit Bach.

Tocador de violão cítara profissional, Veit passou a linhagem através de seus filhos e netos e bisnetos até chegar em Johann Ambrosius , músico amador pai de Bach. Teve 8 filhos, sendo o último o Bach de quem estamos falando. Como fora o caçula da família, Bach nunca era levado a sério, sendo muitas vezes surrado pelo seu irmão mais velho Johann Christoph, com quem foi morar após a morte do pai. Disso, resolveu que aprenderia Música pelo jeito mais difícil, que era cantando em um conservatório. Acreditava que, passando por tanta humilhação, poderia amadurecer profissionalmente.

Com isso, aos 15 anos entrou no coro da Igreja de São Miguel, pois tinha uma afeminada bela voz. Graças as técnicas hereditárias do seu gene B4CH, Bach conseguia ler qualquer partitura que lhe dessem a primeira vista, e com essa habilidade de circo conheceu o compositor Schütz e o francês Couperin, duas perdas de tempo... Nesta época conheceu Adam Smith, alguém realmente útil, o qual lhe disse a famosa frase: "O trabalho enobrece". Bach nunca mais foi o mesmo...

Primeiros Empregos[editar]

Bach anunciando seus serviços de diarista. Este sim, é um exemplo de trabalhador honesto!

Com isso, Bach se tornou escravo do trabalho e se empenhou para desvendar todos os segredos do seu instrumento favorito, o Órgão. Passada esta fase de puberdade tardia, Bach, já ciente de todo o funcionamento do instrumento, conseguiu um emprego dirigindo a orquestra do conde de Weimar, porém como violinista, fato que ele sempre detestou até finalmente virar organista em Arnstad, em 1703, onde começou a criar escalas e notas nunca antes vistas/ouvidas.

Apesar disso tudo, Bach ainda teve que ralar muito para conseguir seu ganha-pão, inclusive aceitando empregos de quinta categoria na época, como Medicina e Diarista. Porém, a sorte lhe sorriu. Sua falta do que fazer era tanta nas horas vagas que, certo dia, ele andou a pé até Lübeck (perto do Rio São Francisco) para ouvir um grnade organista da época: Buxtehude. Bach, malandro como só, executou algumas músicas ao órgão no final da apresentação, o que encantou Buxtehude, e depois de convence-lo que estava velho demais e acabado para ser músico, Buxtehude acabou oferecendo seu cargo para Bach. Mas como nem tudo era perfeito, tinha uma condição. Precisava casar-se com a filha do organista (que deveria ser feia que dói).

Bach não aceitou, pois não achou o pau dele no lixo, e correu pra caralho de volta a Arnstad, onde recebeu uma dura danada de seu chefe por ter abandonado o cargo para passear por aí. Porém, ninguém acreditou na história dele, e foi zoado tanto que abandonou o seu emprego em 1707 e foi ser organista na Blasiuskirche da cidade de Mühlhaussen (seja lá o que isso seja...). Com o dimdim que ali ganhava, conseguia manter um casamento, e para evitar surpresas, casou-se com sua prima Maria Bárbara para manter o puro sangue dos genes B4CH.

Segundos Empregos[editar]

Entre outras bobagens feitas por Bach, sua coleção de bonecos de ação virou sucesso no Leste Europeu. Inspirações não inclusas

Nisso Bach já era músico conhecido e famoso, o que lhe permitiu fazer turismo pela Alemanha para escolher a corte que bem lhe entendesse. Como cada ducado tinha uma mini-orquestra, Bach não precisava se preocupar muito em fazer filhos para este fim, e conseguiu um emprego bacana como músico de câmara e organista do ducado de Weimar, em 1708. Como tudo na época girava em torno da Religião, Bach teve que bancar o puritano para agradar alguns duques para receber liberdade em troca.

Com dinheiro e liberdade, Bach começou a florescer, dando início a uma série de besteiras criações alquímicas que ele chamava de "Obras Divinas". Sem dúvida, os Florais de Bach são usados até hoje por retardados pessoas que "conseguem" curas maravilhosas pelos aromas de suas poções. Acabando esta fase inútil, Bach preparou outros 46 corais, Pasacaglia e Fuga em Ré Menor, a famosa musiquinha de filmes de terror Tocata e Fuga em Ré Menor, alguns plágios de Vivaldi ou Telemann e outras cantatas menos importantes.

Além disso, Bach estava muito confiante que, com todos estes trabalhos, pudesse ser o próximo kappelmeister do ducado. Porém, depois de um tempo percebeu que havia gente mais malandra que ele por lá e resolveu correr pra caralho novamente, depois de fazer umas merdas pra ser despedido. Claro, isso não ficou barato, e o duque de Weimar o mandou prender por ser pilantra. Bach usou alguns truques do curso de ilusionismo que fez por correspondência outrora (sem ter muito o que fazer) e conseguiu escapar da prisão, indo para Köthen onde era mais valorizado.

Anos Frutíferos[editar]

Um dos brilhantes Quartetos de Bach

A sorte de Bach é que, por serem calvinistas (diga-se, baianos) não precisava tocar em cerimônias religiosas nem ser organista, se limitando a ser um kappelmeister vagabundo. Com tempo de sobra em 1721, Bach compôs os famosos Concertos de Brandenburgo, depois de fazer outro curso de longa distância de Engenharia, visto que o último lhe salvou da decapitação.

Já no ano seguinte, com o diploma de cozinheiro pelo Instituto Monitor, compôs O Cravo Bem Temperado, obra-prima da culinária norte-europeia. Depois disso vieram a Fantasia Cromática e Fuga, o livro de musiquinhas que TODOS os estudantes de música do mundo já tocaram uma vez, dedicado a Anna Magdalena Bach, as Suítes Francesas e Inglesas, mais uma porrada de obras para cravo. Nessa altura, Bach já era indiscutível... Tocou para diversos públicos e se destacou na arte do improviso, chegando a "impressionar" o imperador Frederico da Prússia (que, cá entre nós, não deveria saber porra nenhuma de música...).

As Variações Goldberg mostram a habilidade de Bach no improviso musical. Nesta imagem, um dos 453 instrumentos para o qual as variações foram escritas: o Baixo Elétrico

Neste interím, começou uma série de desgraças para Bach, em uma alusão ao Caso da Maldição Erudita. Sua mulher, Maria Barbara falecera em 1720, porém isso foi quase um alívio, pois se casara pouco tempo depois, em 1721, com sua "aluninha" Anna Magdalena. Estava chegando ao ápice de sua carreira, mas sua sorte mudou... Em 1722 o príncipe Leopoldo, para quem trabalhava se casou com uma guria retardada que, neste caso, odiava música. As verbas para a orquestra foram sufocadas e Bach teve que abandonar seu emprego.

Quando morreu Johann Kuhnau, organista de uma igreja de Leipzig, o conselho da cidade tentou oferecer o cargo para um bocado de gente. Todos recusaram, e Bach, passando fome, aceitou o emprego e o manteve até sua morte. Nesta época Bach foi tratado como Edit, e além de ser organista, fazer um coro, compor musicas ridículas, passar, lavar, cozinhar, teve que dar aulas de ESPERANTO, coisa humilhante pra qualquer um... Foi um teste duro para Bach, mas como ele (pseudo) brasileiro e não desistia nunca, manteve firme no seu "Trabalho enobrece". Mas o clima já estava ficando um Inferno, e pancadarias coletivas usando flautas e violinos eram comuns entre Bach e o conselho...

Pilantragens[editar]

Bach gostava muito de viajar, e tinha se acostumado a sua vida de turista largadão há muito tempo. Só que agora tinha que se viajar a trabalho, por causa dos filhos da puta membros do conselho de Leipzig. Mas entre uma viagem e outra sempre conseguia fugir, pulado a cerca e ganhando uns bicos como músico de rua. Numa destas viagens conheceu Carl Keyserling, que lhe pagou um pão amanhecido e um expresso sem açúcar pelas Variações Goldberg.

Bach já estava com a saúde declinando como se pode perceber nesta foto de 1750

Continuou viajando mesmo assim e em 1747 lhe aconteceu um fato que deixou Bach puto da vida e marcou seu final de vida. O rei Frederico da Prússia lhe encomendou que improvisasse uma Fuga a 3 Vozes . Todos sabiam que isso era lá bem difícil senão impossível de fazer, já que o tema era infantil e sem lógica (veio se descobrir depois que o tema pertencia a Xuxa, mas essa é outra história). Bach mesmo assim fez o trabalho e o intregou, na maior cara-de-pau. O rei, puto da vida, lhe pediu gentilmente que fizesse outro improvisso, agora a 6 Vozes, só para humilhar Bach na frente da alta sociedade. Todos sabiam que realmente isso era impossível pra época (até aparecer Beethoven com "sua" Nona Sinfonia). Bach respondeu claramente que isso era impossível, mandou o rei tomar no cu e saiu do palácio xingando Deus e o mundo.

Depois de um tempo mandou uma Fuga com outro tema, cheia de enigmas e mistérios, escrita a sangue, que depois fora intitulado Oferenda Musical. Ficou claro que aquela era uma música maldita e amaldiçoada, pois Bach não ia trabalhar de graça e à toa. Quando recebeu as partituras, o rei Francisco foi atacado por úlceras dolorosas e cerca de 10 pragas assolaram a Prússia. As feridas do Rei eram originalmente vermelhas, mas com o tempo elas se tornaram azuis, cerca de 6 segundos antes dele ter uma convulsão e morrer. Daí vem o famoso Azul da Prússia.

Trabalho Forçado[editar]

Concluída a vingança, Bach continuou seu trabalho escravo em Leipzig. Escreveu umas 19 cantatas profanas que vieram do fundo de sua alma, sem falar nas tantas outras religiosas que era obrigado a fazer. Para cada Domingo de missa, Bach tinha que escrever alguma coisa... Nesta época sofreu um colapso nervoso devido a tanto trabalho e sofreu uma lavagem cerebral na qual se tornou fanático religiosamente. Escreveu dois evangelhos, sobre o pseudônimo de João e Mateus, e fez uma missa inteira, intitulada Missa em Si Menor, depois de um curso tecnólogo sobre Teologia.

Porém com tudo isso, Bach estava beeeeeem descontente com seu tratamento em Leipzig. Sentia saudades do seus tempos de diarista, tamanha era sua infelicidade. Atravessou a Alemanha até chegar na Polônia, onde apresentou a partitura de uma missa breve com a qual queria ganhar o título de kappelmeister da corte de Dresden. Como era uma missa incompleta, Bach teve que enche-la de retalhos durante os anos de 1747 e 1748 para ser apresentada no país, além de ser convertida em uma missa Católica, já que Jesus Cristo era um dos conselheiros principais do rei, na época, e tinha uma "certa" influência, se é que me entendem... Infelizmente, para Bach, o missa ficou congelada no burocracia da Polônia (já não bastasse o clima) e o músico passou seus últimos anos infelizes em Leipzig

Últimos Anos[editar]

O CONTEÚDO ABAIXO É SEMI-SÉRIO! Para bom entendedor, apenas uma ironia basta

Nessa época Bach já estava de saco cheio e muito descontente, tendo indícios de uma cegueira devido à explorar ao máximo o seu órgão. Um oftamologista inglês muito bom (já tinha operado Handel sem sucesso) operou os olhos de Bach. "Incrivelmente" a cirurgia foi um fracasso, e Bach morreu em 28 de Julho de 1750, com 65 anos. Dizem as "mas linguas" que fora o "médico" que o matou, em decorrência da cirurgia. Outros dizem que ele teve um derrame em decorrência de uma pneumonia.

Ainda há quem afirme que ele se matou, tomando um porre daqueles em um Bach local: de tanto beber sua música, acabou se afogando na própria, e morreu deixando inacabada sua maior obra, A Arte da Fuga, baseada em todas as vezes que correu pra caralho durante sua vida. Bach deixou uma herança de cerca de R$ 16.000.000,79 (centavos estes, economizados durante toda a sua vida de músico de rua). Além disso, junto com o dinheiro existiam 67 violinos, 114 violas, 32 violoncelos, 20 contrabaixos, 49 flautas, 18 contra-fagodes, 10 tímpanos, 1 punhado de cravos, 1 órgão, milhares de livros religiosos (entre eles, uma Bíblia).

Não se sabe ao certo onde fora parar todos estes bens. Eles foram deixados em testamento ao seu pupilo, Beethoven, que infelizmente nunca "ouvira" falar desta herança de seu mestre. Como o mundo é traiçoeiro, ninguém lhe fez questão de lhe avisar, e a herança foi pro bebeléu...

Mas sem dúvida, o maior legado que Bach nos deixou fora sua música. Seria quase impossível pensar em todos os estilos hoje existentes (não só a Música Erudita) sem a influência de Bach. Se teve alguém que contribuiu para que todo o sistema musical de mais de 300 anos se mantivesse em pé e fosse desenvolvido através das eras, esse alguém foi Johann Sebastian Bach

Algum músico aí se lembra?
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ARTIGO COMPLEMENTAR
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