Aachen

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Cquote1.png Primeiro conquistamos Manhattan, agora tomaremos Aachen! Cquote2.png
Al-Qaeda sobre Aachen
Cquote1.png Mas que povo agradável, tchê! Cquote2.png
Aluno da UFSC sobre Aachen
Cquote1.png Aqui não tem muita mulher. Cquote2.png
Capitão Obvio sobre Aachen
Cquote1.png Mas que tempo bom! Cquote2.png
Capitão Sarcasmo sobre Aachen
Cquote1.png Klein Geld! Klein Geld! Cquote2.png
Mendigo sobre você

Aachen é a capital da região francesa da Alsácia. Inicialmente chamada de Alphaville, o nome foi mudado depois que o ilustre conterrâneo Carlos Magno conquistou e anexou ao custo de 6000 vidas alemãs (em virtude da Peste Negra), a cidade para o Segundo Reich. A cidade desde então é a capital de Renânia do Norte-Vestfália e chamada de Aachen, que do latim significa "Atchim", uma antiga referência à Peste Negra..

História[editar]

Aachen atacada pela Wikipédia durante a Segunda Guerra Mundial.

A cidade é fundada por alguns rebeldes nicaraguenses que procuravam erguer uma capital para o Glorioso Império da Babilônia, mas isso só poderia ser feito por cima do cadáver do rei e tirano Leônidas. Após muitos fracassos do rei persa Rodrigo Santoro, os espartanos decaíram na própria corrupção e assim surge Aachen (nome dinamarquês, região francesa, língua tcheca, mas soberania alemã).

A cidade ganha destaque na história mundial quando o ladrão e garanhão Carlos Magno, nascido na cidade que tanto adorava, conquistou toda Europa em uma partida de War contra o Vaticano, e assim surge o Sacro Império Romano-Germânico cuja capital era nada menos que Aachen, aquela vila fudida cheia de aldeões na fronteira com a porcaria da França. É claro que cidades mais decentes como Roma e Berlim nunca gostaram disso e sempre arrumavam alguma piada para ferrar com os caipiras de Aachen.

A cidade sofreu durante a Segunda Guerra Mundial com os Aliados que jogavam diariamente na cidade bombas e lixo. Além de venderem a cidade para os gays e revoltados dos franceses que sempre tiveram inveja de Aachen, e encontraram a chance de empestear a cidade de perfume e flores, só de vingança.

Aachen foi liberta pelos aliados em 1944, e até hoje demonstra sequelas de ter ficado tanto tempo em poder francês, como por exemplo ser a única cidade alemã com Parada Gay anual.

Economia[editar]

A principal atividade econômica da cidade é a venda de Pfunds e Dönner Kebap. Kiosks também são muito populares e movimentam a agitada economia local durante as madrugadas de Domingos. Durante os Domingos, os estabelecimentos comerciais fecham, obrigando a população local a ir até a Holanda comprar ervas itens de sobrevivência.

População[editar]

A população de Aachen é composta por aproximadamente 200.000 homens, sendo que deles apenas 48 são mulheres. Apesar deste número, devido à alta concentração de Engenheiros Mecânicos, elas continuam sem sexo solteiras. Essa alta concentração de homens é responsável por atrair muitos gaúchos, que procuram intercâmbios da UFSC com a Rheinisch-Westfaelischetechnischehochschuleaachen.

Turismo[editar]

A cidade é muito visitada por causa de suas águas termais, coisa rara na Europa (ninguém vai viajar até as águas termais da Islândia...).

A arquitetura antiga, do tempo de Carlos Magno, fanático, escravizou o povo para construir monumentos católicos, como as belas catedrias São Nicolau Chupa meu Pé, e a famosa Catedral de Aachen onde descansa todos os dias Carlos Magno.

A cidade é ainda considerada a capital mundial do hipismo, onde são realizados anualmente campeonatos mundiais da modalidade. O povo local sempre gostou muito de cavalos, tanto que ainda não há carros em Aachen, apenas carruagens.

Veja Também[editar]