Abadia de Corvey

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Abadia de Corvey é uma antiga não-tão-antiga-assim abadia beneditina Reichsunmittelbarkeit (que é administrada diretamente pelo sacro-imperador germânico, cargo este que existiu até a queda de Hitler) localizada lá no centro da Alemanha isolada e semi-deserta exibindo-se preservada pela ausência de vândalos que como sabemos atacaram apenas a Península Ibérica e depois se naturalizaram brasileiros durante as grandes colonizações, a Abadia de Corvey mantém-se intacta e sem pichações graças a isso.

História[editar]

Interior da abadia deserto, porque ninguém sabe onde fica.

Durante a Baixa Idade Média Corvey foi habitada por monges beneditinos franciscanos eremitas tocadores de acordeão armênio fumadores de pilha comedores de javali assado na fogueira, eles louvavam o Deus Lagarto Albino. Após as campanhas de cristianização da Europa esses monges foram convertidos e passaram a viver num convento criado pelos romanos.

Carlos Magno foi um imperador importante que existiu no Sacro Império Romano, apesar de poderoso ele tinha muitos primos, e todos eram muito aproveitadores, sendo assim ele espalhava esses primos pelo mundo para terras isoladas, e dois desses seus primos foram mandados para as bárbaras terras pagãs da Germânia onde deveriam criar uma abadia, porque os europeus civilizados tinham mania de construírem abadias porque era uma puta construção difícil de fazer.

Foi o imperador Luís, o Piedoso que passou a administrar a Abadia de Corvey no século IX, como ele era piedoso transformou o local num abrigo. Com o tempo a abadia tornou-se uma hospedaria de reis, mais de 200 reis registrados já passaram por lá, e cada novo rei reformava o local criando uma abadia que hoje mais parece uma colcha de retalhos de estilos de diversas épocas.

Até pouco tempo a abadia estava abandonada e mal assombrada, até a UNESCO chegar e dizer que aquilo era um patrimônio mundial.

Arquitetura[editar]

Westwerk carolíngio[editar]

Esta abadia é uma das raras obras de westwerk carolíngio ainda inteiras hoje em dia, não a abadia toda mas só a frente que tem cara de velha e é velha, mas francamente nenhuma pessoa normal percebe qualquer diferença das torres carolíngias de Corvey para qualquer outra torre barroca, talvez porque na verdade elas sejam barrocas mesmo e ninguém quer admitir.

Civitas[editar]

Civitas é como chamam o interior e as pilastras da abadia que o olhar clínico de gente fresca identifica como sendo de época carolíngia. Em sua biblioteca encontra-se uma obra-prima da literatura da Idade Média, Os Anais, um dos contos eróticos mais antigos do mundo, ainda não lido pelo Marcelinho.