Alguma Poesia

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O anjo torto que começou a desgraça na vida do Carlito.

Alguma Poesia é o primeiro livro do poeta e lamentador eterno Carlos Drummond de Andrade, escrito em 1930, quando ele ainda tinha todos os cabelos na cabeça, não ficava posando pras fotos feito um gótico ainda e parecia uma pessoa séria ainda. Depois disso ele só descambou na vida. E tudo por causa do Poema de sete faces, que é o relato de sua condenação eterna.

Temática[editar]

Nesse livro Carlos mostra o início de sua fase emo e bastante influenciado pela Semana de Arte Moderna e pelo modernismo brasileiro e todo aquele blá blá blá que aparece em seu livro de Literatura. Nesse livro, depois de descobrir que no meio do caminho tinha uma pedra, Carlito começa a fazer confissões sobre como foi condenado ainda no seu nascimento por um anjo torto chamado Anjinho (sim, o da Turma da Mônica) que condenou o pobre coitado a ser um gaúcho na vida, mesmo ele sendo mineiro. Ou seja, foi o primeiro caso conhecido de um mineiro gay da história.

Daí pra frente ele começa a falar de infância sentado em cima da mangueira (ops), relata um casamento do céu e do inferno (o anjo torno com o diabo), de quando ele deixou de ser brasileiro, de um carinha construindo um barraco na favela, de uma lanterna mágica que sumiu na bunda do homem vagalume e de vários lugares que ele passou de boas, de um poeta que espirra ouro, daquela pedra no meio do caminho que tinha uma pedra por lá, de uma loira burra que ele queria catar um dia, de um Papai Noel estuprador de criancinhas, de um monte de manés que se amavam e no final todo mundo se fodia, de uma vez que ele se desesperou atrás de uma noiva (forever alone) e mais um monte de outras merdas lá.