Alphonsus de Guimaraens

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Oscar Wilde na dele.jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficará boa quando morrer de tuberculose.

Balada para ele(a) não é festa em boate! Clique aqui e vire a página.

ImagesCAWN273V.jpg Este artigo é relacionado à literatura.

Cuidado com o molho pra salada!

Ismália pulando da torre, é a história de Rapunzel ao contrário

Cquote1.png Você quis dizer: Guimarães Cquote2.png
Google sobre Alphonsus de Guimaraens
Cquote1.png Você quis dizer: Afonso Cquote2.png
Google sobre Alphonsus de Guimaraens
Cquote1.png Experimente também: Um Guimarães correto Cquote2.png
Sugestão do Google para Alphonsus de Guimaraens
Cquote1.png Foi alguma homenagem ao Capone Cquote2.png
Nerd sobre Alphonsus de Guimaraens
Cquote1.png Pode ter sido, mas eu mudava de nome Cquote2.png
Você sobre a citação acima

Introdução[editar]

Alphonsus Guimaraens era mais um poeta perdido nas datas dos movimentos, já que por época era simbolista, mas seu grande sonho mesmo era ser romantistas e escrever aquelas obras mela cueca. Talvez esse seu desejo por obras romanticas tenha a ver com a sua falta de competência para escrever versos decentes, mas de qualquer forma lhe sobrava criatividade e simbolistas não são criativos, são totalmente obsoletos e pensam que ainda estão vivendo em Portugal em 1600.

Apesar desse nome estranho pelo qual todos o conhecem, Alphonsus não é o verdadeiro nome dessa criatura, este foi apenas um pseudônimo de Afonso Henrique da Costa Guimarães, que como já foi dito era demasiadamente criativo e queria inventar moda até no próprio nome. É claro que sua intenção não passava nem perto de disfarçar o verdadeiro autor dos versos, logo ele queria inventar moda mesmo. De qualquer forma, agora toda sua pouca fama está no nome de Alphonsus mesmo e não adinta nem querer mudar, a merda já foi feita!

Vida[editar]

Prima dos sonhos perdidos do autor

Filho de Albino da Costa Guimarães (que não era albino, era só o nome dele), comerciante português, até que com bastante grana, e de Francisca de Paula Guimarães Alvim. Sim, não é coincidência, ele era sobrinho do poeta Bernardo Guimarães (mas mesmo assim comeu a filha dele). Guimaraens foi mais um daqueles meninos mimados que tinham tudo na infancia, logo não vale a pena detalhar como fora tudo isso. matriculou-se em 1887 no curso de engenharia, não era um curso que estava na moda naquela época, mas como ele já tinha dinheiro poderia tentar qualquer coisa que ia dar na mesma. Infelizmente, ele não chegou a terminar o tal curso, devido à morte prematura da prima e noiva Constança, que abalou-o moralmente e fisicamente.

Depois da morte da menina parour de arrumar para a cabeça e foi, em 1891, para São Paulo, onde matricula-se no curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, mas como lá não é lugar para gente doida e sim para quem quer fazer direito (literalmente), voltou a Minas Gerais e para terminar o curso na recém inaugurada Faculdade Livre de Direito de Minas Gerais, que na época funcionava em Ouro Preto, como lá era um lugar novo, seria bem mais fácil se formar.

Em São Paulo, colaborou na imprensa para tentar provar que estava fazendo alguma coisa de útil e freqüentou a Vila Kyrial, de José de Freitas Vale, esse era um lugar onde se reuniam os jovens simbolistas para trocar suas idéias malucas. Em 1895, já no Rio de Janeiro (ô carinha que gostava de se mudar), conheceu Cruz e Souza, poeta do qual já admirava e tornou-se amigo pessoal para tentar saber como ele fazia para ser famoso mesmo sem precisar fazer nada. Além de escrever no jornal também foi juiz substituto e promotor em Conceição do Serro (de novo em Minas).

No ano de 1897, esquece essa balela de romantismo, larga a prima morta no mundo dos mortos e resolve casar-se com Zenaide de Oliveira. Agora já com essa idéia nova de realista simbolista começa escrever coisas que podem no mínimo ser chamadas de obras com dois volumes de versos: Septenário das dores de Nossa Senhora e Câmara Ardente, e Dona Mística; ambos de nítida inspiração simbolista, ou seja, com muita balela, versos bem estruturados mas que no fundo não dizem nada!

Em 1900 passou a exercer a função de jornalista colaborando em "A Gazeta", de São Paulo, finalmente agora ele estava trabalhando em um jornal de verdade, então podia tranquilamente publicar suas obras, pois por pior que elas fossem, seriam lidas pelos desocupados da alta sociedade. Passou então a usar definitivamente o pseudônimo de Alphonsus de Guimaraens, entrou no universo da literatura e ficou conhecido, ainda que apenas alguns raros críticos e amigos mais próximos perdiam seu tempo em criticar as palavras.

Em 1903, o governo resolveu diminuir a quantidade de pessoas públicas que não fazem nada e resolveu acabar com os cargos de juizes-substituto, consequentemente Alphonsus perdeu também seu cargo de Juiz, fato que o levou a graves dificuldades financeiras. Mesmo assim foi capaz de recusar um posto de destaque no jornal A Gazeta, jornal mais famoso da época para assumir a direção do jornal político Conceição do Serro, que ninguém nunca sequer ouviu falar. Apesar das dificuldades e tal, Alfhonsus nem trabalhava muito nesse tal jornal dessa cidade (assim como a maioria dos jornalistas), então resolveu se mudar (de novo e de novo e de novo) para Mariana e lá também não fazia nada então teve 15 filhos com a esposa.

Devido ao período que viveu em Mariana, ficou conhecido como "O Solitário de Mariana", apesar de ter vivido lá com a mulher e com seus 15 filhos, mas provavelmente porque ele ainda pensava na morta da prima de alguma forma, então mesmo se divertindo com outra ainda se sentia solitário. Além disso, o apelido também fazia juz ao estado de isolamento completo em que viveu. Sua vida, nessa época, passou a ser dedicada basicamente às atividades de juiz e à elaboração de sua obra poética até que a morte oo separou (vou chorar).

Obra[editar]

Alguma aboseira escrita por Guimaraens

Alphonsus de Guimaraens nunca conseguiu juntar palavras com nexo suficiente para fazer qualquer obra em prosa, então se dedicou exclusivamente a poesias. Sua poesia tem um caráter (já ele não tem) marcadamente místico e envolvido com religiosidade católica, ou seja, era um saco para ler, seria o mesmo que estar lendo a bíblia. Seus sonetos apresentam uma estrutura clássica, óbvio, ele era simbolista, e são profundamente religiosos e sensíveis na medida em que ele está em dúvida se quer saber sobre a morte do romantismo, ou se quer explorar o sentido da morte simbolista, mas ao que tudo indica ele é da turma do amor impossível, da solidão e da inaptação ao mundo (um romantista que nasceu na época errada).

Sua obra, predominantemente poética, consagrou-o como um dos principais autores simbolistas que queria ser romantistas do Brasil (acho que ele era o único). Sua poesia é quase toda voltada para o tema da Morte da Mulher amada, ele também acreditava na mentira de que as mulheres são perfeitas e tal. Embora preferisse o verso decassílabo, chegou a explorar outras métricas, já que era mestre em inventar novas coisas. Para ficar mais fácil escolheu trabalhar particularmente com a redondilha maior (terminado em sete sílabas métricas caso você não saiba). As principais obras de Alphonsus Guimaraen foram:

  • Setenário das Dores de Nossa Senhora: Uma obra religiosa que ele escrevera para tentar impressionar o pároco da igreja, mas como o pároco provavelmente não fazia nem idéia de quem ele era (como escritor), não deu lhe a mínima, deixando o mais depressivo ainda consigo mesmo.
  • Dona Mística: Era provavelmente uma homenagem à Mística, aquela mulher azul do ex man, que hora é vilã, hora é boazinha a alguma mulher que era mutante (não á Mística, mutante no sentido que nunca era a mesma pessoa em relação à personalidade).
  • Kyriale: Foi a sua primeira obra publicada com o seu pseudônimo original (ahn?). Falava sobre aquela casa já citada acima que os simbolistas frequentavam frequentemente para discutir suas ideias malucas.
  • Mendigos: A única obra em prosa desse autor, provavelmente foi em um dos momentos finais de sua vida, quando ele se trancou no quarto e não falava com ninguém, ficava só escrevendo até que conseguiu fazer alguma prosa. A obra é um lixo, mas como foi a única prosa dele ficou mais conhecida por ser única do que por ser lixo.
  • Ismália: Uma das mais de oito mil poesias românticas dele. É uma homenagem a uma garota e também é a maior culpada pelo surgimento de várias Ismália's nesse mundo que na maioria das vezes nem sabem o porquê do nome.

Curiosidades[editar]

Simbolista romântico mas que queria ser surrealista

Apaixonado desde jovem por uma prima, sofre com a prematura morte da amada e passa por uma crise de doença e boêmia, ele fica doente e acha que vai se curar na bebedeira (é um romantista nato da segunda geração). Tenta formar se em Engenharia, mas logo larga de mão disso e passa a querer estudar, Direito e por fim por detestar o que faz, resolve pular para Ciências Sociais, colaborando sempre na melhor imprensa paulistana, mas na hora que mais precisa de dinheiro some para um fim de mundo. Fica conhecido como “O Solitário de Mariana”, mesmo sendo casado e tendo 15 filhos (sozinho ele não era).

São constantes em sua obra a presença constante da morte da mulher amada, ao mesmo tempo se importava em ter versos perfeitos até mesmo para os tons fúnebres de cemitérios e enterros. Adora ressaltar a nostalgia da vida e usa de um medievalismo romântico, mas ao mesmo tempo agradece por estar vivo e até cultua a vida com toda a religiosidade possível da forma mais simbolista possível. Pior, pensa em ser surrealista, mas morre antes de concretizar o pensamento (Deus é pai). Sem dúvida alguma, após o que foi dito aqui, Alphonsus de Guimaraens foi o autor mais metamórfico que já existiu...