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FunçãoParábola.jpg Este artigo é relacionado à matemática.

Não tente dividir por zero!

American Football
American Football.jpeg
A famosa e profunda olhada pro lado
Origem No meio do nada nos Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Gênero Musical Math rock, emo rock
Álbum mais Vendido American Football (álbum de 1999)
Maior Sucesso Never Meant (Nunca Mente, por isso são cornos)
Integrantes Uns arrombado aí, tem uma seção só pra eles
Influências Marilyn Manson
Vícios Fazer álbuns com o mesmo nome da banda
Cafetão/Produtor Fãs posers

American Football é um esporte e uma banda meio cult de emo rock, estilo autoexplicativo, e do tal do math rock, estilo de brancos que consiste em usar os tempos musicais mais bizarros na hora de criar as músicas. Ao invés de usar um tempo de gente normal, como o clááássico 4/4, American Football usa tempos como 3463/45756 e que mudam a cada 5 segundos, pois o importante é mostrar que sabe tocar os instrumentos direito, e não fazer música boa.

História[editar]

American Football começou nas pacatas cidades siamesas de Urbana-Champaign, Illinois, no meio do faroeste americano. Pouco dessas cidades é realmente urbano, e sim subúrbios cheios de criminalidade. No meio dessa merda toda, uns adolescentes emos pra carai se reuniram pra fazer uma banda mas não sabiam o nome ainda, já que eles gastavam toda a criatividade nas músicas e não sobrava pra mais nada. A televisão estava ligada e estava passando futebol americano, e daí veio o brilhante nome da banda. Na verdade não é nada brilhante, imagine uma banda brasileira chamada "Futebol", "Samba" ou "Bunda", ou uma banda portuguesa chamada "Bacalhau", que tosquice.

Primeiro álbum e término[editar]

A pobre casa da casa do álbum, que virou alvo de turismo emo. Sério.

Depois de montada a banda, em 1999 eles lançam o primeiro álbum, "American Football", mais uma vez gastaram toda a criatividade e não sobrou pra colocar um nome decente no disco. É um dos álbuns mais conhecidos e conceituados de math (metanfetamina) rock, emo rock, midwest emo e essas papagaiadas todas de quem não tá nada satisfeito com a vida que tem. O álbum cheira a espírito de adolescente e trata de coisas emocionais demais, que não irão ser mencionadas senão o leitor vai chorar lendo, e aqui é um site de humor. A capa é simplesmente uma casa aparentemente normal, mas na clara visão de um stalker, o que combina com as letras de corno arrependido. Essa casa inclusive virou ponto turístico da cidade de Urbana, sendo visitada pelo mundo todo pra tirar fotos da casa. A casa disse que está sendo assediada e processará TODOS. Depois do lançamento do álbum, fizeram uns shows por aí e encerraram a banda. Com UM álbum. It's over. Não moravam mais no mesmo buraco, tinham acabado a faculdade e não tinham ambição de fazer turnês, pois eram uns adolescentes fodidos. Acharam que não valia a pena continuar essa banda de merdinhas emos e foram trabalhar no McDonald's.

A ressuscitação[editar]

O tempo foi passando e o primeiro álbum até que não era TÃO ruim assim, e por isso virou uma referência desses estilos mencionados anteriormente, e muitos viraram fã dessa bandazinha de um álbum só. Com todo esse "sucesso" e os fãs praticamente implorando pra banda voltar, foi isso que eles fizeram em 2014, fazendo shows ao vivo até lançarem outro álbum, com um nome muito imprevisível: "American Football". Nesse eles se superaram. Não no álbum, no título do álbum. Mais uma vez a clássica casa emo estava na capa, mas agora foi na parte de dentro, uma total invasão da privacidade da casa.

E em 2019, lançaram outro mais surpreendente ainda: "American Football", sério. Esses últimos não fizeram muito sucesso, só entre os fãs da banda mesmo, mas foram bem recebidos pelos críticos, mas só porque eles também são fãs histéricos da banda (eu disse que a banda é cultzinha).

Integrantes[editar]

  • Steve Holmes (primo do Steve Jobs): guitarra chorona
  • Steve Lamos (outro primo do Steve Jobs): bateria, percussão, trompete, a porra toda
  • Mike Kinsella (primo do Mike Kowalski, do Monstros S.A.): vocais de banheiro, guitarra chorona 2, baixo
  • Nate Kinsella: baixo, vocais de apoio, vibrador, nepotismo