Angola

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República Galinha d'Angola
Palmares
Angola
Bandeira de Angola
Brasão de Armas de Angola
Bandeira Brasão
Lema: Todo mundo é kit
Hino nacional: Tô Fraco

Localização de Angola

Capital Luanda
Cidade mais populosa Luanda
Língua Angolano
Religião oficial Macumba, Corrupção
Governo Ditadura democrática comunista africana
 - Rei Tatumk'wolo Ekuikui dos Santos
Independência  
 - da República de Bananas Portuguesa (só reconhecida em Portugal
Heróis Nacionais Kid Bengala, Regina Casé, Leila Lopes
Área  
 - Total Muito lixo km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo Alto  
População Pobre e feia 
PIB per Capita 1 kwanza 
IDH 0005 
Moeda Gal$ (Galinha de Angola)
Fuso horário AZT + 2 (Acre's Zone Time)
Clima Quente africano
Website governamental www.obalele.comzz


Cquote1.svg ANGOLA É NOSSA! Cquote2.svg
Um português na década de 60 sobre Angola
Cquote1.svg Se não está no tabuleiro de War, não merece ser conquistado Cquote2.svg
Bush sobre Angola
Cquote1.svg Fiquei refugiado lá por trés meses, foi uma coisa de louco Cquote2.svg
Brizola sobre Angola
Cquote1.svg Oi,deixa a gira girar... Vamos girar/ A proteção Zambi nos dá/ Vem na ginga d’Angola e deixa o corpo balançar... ♫ Cquote2.svg
GRES Tom Maior sobre Angola
Cquote1.svg Meus ancestrais eram escravos que foram capturados lá e mandados pra cá, tá ligado. Cquote2.svg
Mano sobre Angola
Cquote1.svg Amo galinhas, amo pobres, mas não consigo suportar a Angola Cquote2.svg
Seu Juca sobre Angola
Cquote1.svg Tô fraco! Tô fraco! Tô fraco! Cquote2.svg
Os próprios angolanos reclamando de fome sobre Angolanos

Angola é uma colônia portuguesa africana conhecida por ser um lugar extremamente selvagem e inóspito. O país nutre um carinho especial pelo Brasil, mas os brasileiros estão cagando e andando pra Angola e se perguntados nem sabem onde fica, nem o que tem por lá. Como todo o país da África, é explorado pelas grandes superpotências mundiais como Samoa Ocidental, Tibet, Irã e Madagáscar.

Na língua húngara a palavra Angol (plural Angole) é uma palavra pejorativa equivalente a "fodido" no nosso português. Os húngaros, que geralmente não gostam dos Estados Unidos, frequentemente comparam o país americano à Angola com teor pejorativo. Há vários anos existe essa piada popular na Hungria que diz "Angolában angolul beszélnek" que significa "Na Angola se fala inglês", o que mostra o nível de desprezo dos húngaros em relação à língua inglesa.

História[editar]

Antigos reinos angolanos[editar]

A atual região da Angola nunca foi um dos lugares mais convidativos para se viver na antiguidade, só existia floresta e deserto na região, e se um dia você visitar uma floresta ou um deserto de verdade vai concordar que dormir na areia ou na copa de uma árvore não são as coisas mais confortáveis de se ter. Só depois de muito tempo, por volta do século XVI, que surgiram os primeiros reinos angolanos, como o Reino Bunda, o Reino Conga e o Reino Dodongo, todos esses, estranhamente, amiguinhos do Império Português, um dos reis até decidiu se chamar D. João I do Congo.

O que levou esses antigos impérios angolanos se afeiçoarem pelos portugueses, mesmo sabendo que eles eram meros europeus racistas e escravagistas, é matéria de muitos estudos até hoje. Alguns historiadores acreditam que os angolanos foram enganados com falsas promessas de viver na Europa como renomados jogadores de futebol, mas o máximo que conseguiram até hoje foram atuações em clubes como o Portimonense pra pior. Outros historiadores acreditam que os angolanos foram seduzidos pelo pastel de belém, vinho do porto e pela ideia de que é possível governar toda uma nação apenas na base do jeitinho. Já os historiadores racistas que gostam de passar pano pra escravidão no Brasil preferem argumentar que os reis angolanos eram simplesmente traidores da sua negritude e eles é quem capturavam e faziam escravos para enviar ao Brasil.

Uma curiosa lenda local diz que um líder carismático chamado Matumbata (o Hitler angolano) surge das cinzas das Velha e Gloriosa Angola para vingar a morte dos seus irmãos na infame batalha de Luanda em 5.000 a.C. contra fósseis de Dinossauros, liderando 6.500 tropas angolanas armadas com pedras lapidadas contra 17 fósseis de anquilossauros. O resultado da contenda foi derrota angolana e a consequente retirada das tropas onde morreram 3.346 bravos angolanos com malária tentando matar os já mortos fósseis. Um monumento foi construído a honrar o feito das tropas, um Jesus.

Colonização portuguesa[editar]

O Cristo Redentor Triste, Barbudo e Branco de Benguela, olhando com dó para os angolanos, erguido em agradecimento aos portugueses que cristianizaram a Angola.

Angola foi o país desafortunado, porque na roleta das potências europeias, coube colonizá-los o país mais desafortunado de todos: Portugal. Este território africano foi colonizado pelos portugueses não por causa de suas ricas reservas de petróleo, nem por seus vastos campos ideais para cultivo, muito menos para capturar escravos (que coisa horrível!), mas a única motivação da colonização era educar e converter aqueles pobres negros ao cristianismo levando para aquela região tão desolada a palavra de Jesus Cristo. Esse processo de cristianização levou uns 400 anos porque os Quicongos não entendiam o que diabos aqueles padres portugueses tanto falavam. É claro que, para Portugal, a Angola resumia-se apenas a Luanda, Porto Amboim, Benguela, Cabinda e Moçamedes, o que tornou esse processo de colonização ainda mais duradouro.

Mas foi com a Conferência de Berlim de 1884 que Portugal efetivamente tornou-se dono de Angola. Nenhum angolano compareceu a tal conferência pois os europeus alegaram que uma viagem da Angola até Berlim seria muito desgastante e que eles estavam zelando pela saúde dos líderes angolanos. Uma comitiva de Angola para a Alemanha viria a ocorrer apenas em 2006 para a Copa do Mundo daquele ano, e os europeus estavam certos, os angolanos pareciam nitidamente cansados e não fizeram nenhum gol em seus três jogos.

Apesar de tudo o que estava escrito na carta da Conferência de Berlim com a assinatura de vários líderes cultos de várias potências, alguns angolanos arrogantes acreditaram que poderiam simplesmente negar um acordo internacional e em 1961 começariam a Guerra de Independência de Angola. Como se tratou de um conflito armado entre Portugal e Angola e ambos não tem vocação pra guerras pois culturalmente preferem resolver as coisas através de pilantragens e golpinhos, a guerra se estendeu muito além do necessário e foi terminar só em 1975, quando Portugal deu o braço a torcer e concedeu a independência à Angola.

Após a independência, a Angola acude o apelo de guerra santa declarada pelo papa Augustus Elvis I contra os países islâmicos. A Angola sendo um país altamente católico enviou imediatamente 1 velha fragata cubana da segunda guerra mundial e 3 barcos de pesca cada um com 60 tropas angolas armadas com AK-74 que viriam a desembarcar em Jerusalém para enfrentar as tropas Egípcias de Abu Slaajh. Nesses sangrentos confrontos os angolanos sofreram pesadas baixas, mas conseguiram com sucesso abater e atingir diversos civis inocentes (especialidade de soldados angolanos). O desfecho deste conflito foi a ocupação angolana da Jerusalém e a invasão de Luanda por parte de Israel.

Guerra civil[editar]

Icônico momento em que Jonas Savimbi aparece doido querendo matar comunistas.

Como todo o país da África, a Angola passou por um sangrento período de pós-independência no século XIX. Após 1975 os angolanos estavam cheio de armas e com um país finalmente livre para fazerem o que quiser, a guerrear entre si passou a ser a opção mais razoável. Os três combatentes na guerra civil foram: O PT da Angola, naturalmente especialistas em corrupção envolvendo petróleo, liderados por José Eduardo dos Santos que fez o que o PT do Brasil não fez e transformou o país numa ditadura monopartidária; O PSDB da Angola que fazia uma oposição-fantoche e mesmo assim foi banido de existir; E a UNITA liderada pelo lendário Jonas Savimbi, um personagem de Call of Duty da vida real cujo objetivo de vida era exterminar o PT da Angola.

É verdade que não foi bem uma guerra, mas sim atos de vandalismos aqui e acolá, uns assassinatos na surdina, umas queimas de carros, umas explosões de edifícios, e tiroteios. O MPLA saiu vitorioso da guerra e até hoje detém o direito de fraudar as eleições e se perpetuar no poder do país.

Eventos recentes[editar]

Depois da revolução e da expulsão do governo ditatorial, tirânico e sanguinário de alguma potência europeia que foi substituído por um governo ditatorial, tirânico e sanguinário de algum angolano, com o fim da guerra civil a população pode finalmente ir às urnas eleger o mesmo presidente umas 30 vezes para continuar o seu governo ditatorial, tirânico e sanguinário. Em 1994 a Angola até tentou mudar o nome da república para Império do Mal, mas os Estados Unidos vetou a ideia por questões de copyright. José Eduardo dos Santos só saiu da presidência quando ficou idoso demais.

População[editar]

A população de Angola de apenas 29 milhões de habitantes consiste em 95% de galinhas pretas com bolinhas brancas. Os outros 5% se dividem em três classes sociais: 3,9% são pobres coitados que passam fome e/ou coleguinhas do MPLA e do ditador, pois matar galinhas é considerado crime capital. Já o 1%, meus amigos...

Política[editar]

A Angola é considerada um dos países mais comunistas do mundo e um raríssimo exemplo de país onde o comunismo deu certo. Comunista desde 1975, a Angola segue até hoje a boa cartilha da União Soviética e da China que diz que o sucesso do comunismo vem primeiro com a instauração de um partido único e da realização de eleições fraudadas. O que explica porque a Angola é hoje em dia um fantoche comunista do Sacro-Império Chinês da China.

Apesar da Angola ser a única república hereditária do mundo, onde os políticos são eleitos para serem reis até morrerem (ou ficarem senis, como José Eduardo dos Santos), conforme últimos dados do Fundo Monetário Internacional a Angola é socialmente um país mais liberal que a Suécia, o Canadá e a Holanda juntos. Na Angola as drogas não são legais, mas todos fumam pedra. Na Angola as armas não são legais, mas todos tem uma na cintura. Na Angola matar pessoas é um crime, mas todos matam pessoas.

Subdivisões[editar]

A Angola subdivide-se em 18 províncias dentre as quais 18 não possuem muita importância, embora quanto mais distante do litoral mais esqueido pelo governo vão se tornando tais províncias. Devido a sua colonização portuguesa, algumas províncias tem nomes bem cômicos, como Cuzada do Sul e Cuzada do Norte, além de possuir dois países como províncias, a Namíbia e o Zaire.


Economia[editar]

Principal produto de exportação angolano.

O PIB per capita de Angola é de 78,754$ sendo que 0,0001% da polução vive em grande ostentação e riqueza (políticos corruptos, advogados, galinhas, generais e afins). O resto da população vive com cerca de 25$ por mês que, por muito tempo, foram exportados como refugiados junto com diamantes contrabandeados. Em sua história de país independente a Angola, que antes exportava mulatas para o Carnaval da Bahia, hoje exporta estudantes de Engenharia para universidades do interior de São Paulo e sistemas de loterias para o resto da África.

Espera-se que o aumento das exportações chegue a 50% nos próximos cinco anos, visando concorrer diretamente com os descendentes de japoneses, coreanos e demais asiáticos, donos do monopólio do Ensino Público Superior. Angola irá aposta fortemente no setor eletrônico competindo com Taiwan, com a formação da empresa AngolatecNet.

Angola busca vingar-se dos dinossauros por terem dominado Angola durante tantos milhões de anos e por isso está instalado um clima de xenofobia contra réptis, viripendiando os cadáveres de seus antepassados e extraindo petróleo dia e noite nesse processo.

Turismo[editar]

Se há algo que caracteriza Angola mais do que as galinhas pintadinhas é o seu festival anual de queima de bandeiras portuguesas, um evento pirotécnico belíssimo que hoje tornou-se um dos principais atrativos turísticos do país em eventos que anualmente atraem 3 ou 4 pessoas para desfrutar dessa queima e também visitar as belas savanas do país infestadas com minas terrestres anti-portugueses.

Infraestrutura[editar]

Comunicação[editar]

Atualmente a Angola é o segundo maior país da África com youtubers que falam português, perdendo apenas para Moçambique. Como internet é uma novidade no país, 97% dos youtubers angolanos são canais de react, pois eles estão sempre vendo tudo pela primeira vez. O acesso às novas tecnologias de comunicação foram obtido graças ao amável esforço e colaboração do grupo Danone que equipou 53,54% da população com potes de iogurte vazios nos quais você pode fazer um furo e interligar dois desses com um barbante, criando um dispositivo que transmite informação sonora, que é de onde vem a internet de 0,1 byte dos angolanos.

Cultura[editar]

Miss Mina Terrestre, uma garota de beleza angolana.

Fortes influências portuguesas moldaram a cultura da Angola que é um país africano bem diferente de seus vizinhos. Há muito da cultura portuguesa em Angola, como a mania de enganar os outros, de fazer trapaças, de adiar as coisas, de fazer tudo mal feito e de não cumprir as leis. Não a toa a Angola é chamada de "Brasil da África".

A cultura angolana é muito vibrante e isso se traduz no seu único sucesso mundial, a dança kuduro, que sinceramente só fez sucesso no Brasil por causa do trocadilho do nome do ritmo.

Os símbolos nacionais são a galinha-d'angola (que deu nome ao país), o imbondeiro de onde os angolanos tiram leite do pau, e a palanca-negra que é um bode raro.

Religião[editar]

Recentemente com a integração e aproximação entre Brasil e Angola, os brasileiros começaram a exportar os maiores lixos que o país tem para o outro lado do Oceano Atlântico, o que inclui a Igreja Universal, o canal de vendas de vagas no céu de maior sucesso nos países de língua portuguesa que se tornou um sucesos na Angola. Quando perguntado sobre o assunto, o cidadão angolano disse que sentia saudades dos tempos da guerra a qual não tinha que conviver com os gritos dos pastores na orelha.

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Angola no Mundo do Contra:

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Flag-map Angola.png Angola
HistóriaPolíticaSubdivisões
GeografiaEconomia
CulturaTurismo
Salve mãe África, mano!
África
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Países: África do SulAngolaArgéliaBenimBotswanaBurkina FasoBurundiCabo VerdeCamarõesChadeComoresCongoCosta do MarfimDjiboutiEgitoEritreiaEssuatíniEtiópiaGabãoGâmbiaGanaGuinéGuiné-BissauGuiné EquatorialLesotoLibériaLíbiaMadagascarMalawiMaliMarrocosMaurícioMauritâniaMoçambiqueNamíbiaNígerNigériaQuêniaRepública Centro-AfricanaRepública Democrática do CongoRuandaSão Tomé e PríncipeSenegalSerra LeoaSeychellesSomáliaSudãoSudão do SulTanzâniaTogoTunísiaUgandaZâmbiaZimbabwe

Territórios: CanáriasCeutaGalmudugMayotteMelillaReuniãoSaara OcidentalSanta Helena, Ascensão e Tristão da CunhaSomalilândia

Bandeira da CPLP
Conjunto dos Patetas de Língua Presa (CPLP)
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Países membros: Angola | Brasil | Cabo Verde | Dadrá e Nagar-Aveli | Damão e Diu | Goa | Guiné-Bissau | Guiné Equatorial | Macau | Maurício | Moçambique | Portugal | São Tomé e Príncipe | Timor-Leste

Intrometidos: Andorra | Croácia | Filipinas | Galiza | Indonésia | Malaca | Marrocos | Romênia | Ucrânia | Venezuela

OPEP
Organização dos Países Exportadores de Petróleo
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Países Membros: AngolaArábia SauditaArgéliaEquadorEmirados Árabes UnidosGabãoIndonésiaIrãIraqueKuwaitLíbiaNigériaPetrobrasQatarVenezuela