Animus jocandi

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Juiz.jpg Certifico, a quem interessar possa e para os devidos fins, que este artigo trata de assuntos chatos jurídicos

Data venia, se você tiver alguma informação adicional a trazer aos autos, protocole uma petição solicitando a juntada de uma procuração que outorgue a você poderes para tanto, ou clique aqui.


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Racismo? Não... é humor negro! HÁ! Animus jocandi!

Animus jocanti (do latim: "afim de zoar") é considerada a única prova realmente concreta de que haja senso de humor, ou mesmo senso de humanidade, no meio jurídico. É basicamente o termo jurídico para "Pegadinha do Mallandro".

Origem[editar]

Como todo termo em latim, animus jocandi tem origem no Egito Antigo Império Romano. Na época, como não havia a Desciclopédia, a diversão era jogar gladiadores para serem devorados por bestas.[1] Este hábito salutar, um esporte tão popular quanto nos é o futebol na atualidade, agradava a muitos, mas também abria uma brecha jurídica para viúvas mal-intensionadas dos gladiadores abrirem inúmeros processos contra o Império, buscando uma graninha fácil. Para freiar a ganância das malvadas viúvas de gladiadores, Putus Sarcasticus, magistrado da época indeferiu o pedido de uma viúva com a célebre frase: Cquote1.png Mens rea absque mens rea, animus jocandi est! Cquote2.png (traduzido: Cquote1.png Foi sem querer querendo, é só brincadeirinha! Cquote2.png)

A partir de então, tudo o que é feito com a intensão de brincar, fazer piada, ou zoar já não foi mais considerado crime, mas apenas uma ilicitude.

Jurisprudência[editar]

Caso "Chifornésia contra Zé Graça"[editar]

O argumento de animus jocandi é amplamente utilizado no direito moderno. Em um caso recente, o juiz deu ganho de causa a um marido que havia traido a esposa, depois que aquele apresentou a seguinte gravação como evidência a favor do animus jocandi:

Cquote1.png Com a minha irmã! Você só pode estar de brincadeira! Cquote2.png
Esposa
Cquote1.png Exato querida, era só uma brincadeirinha! Há! Cquote2.png
Marido Zé Graça

Casos "Sílvio Santos contra a rápa"[editar]

Sílvio Santos nunca foi condenado por qualquer pegadinha, mesmo aquelas em que a pessoa é humilhada, tem um ataque cardíaco de susto, ou perde um dia inteiro num suposto novo emprego, com a família morrendo de fome em casa, enquanto poderia estar procurando um emprego de verdade, graças ao animus jocandi.

Pindura[editar]

Estudantes de direito vivem promovendo o tradicional pindura.

Processos contra a Desciclopédia[editar]

A Desciclopédia tem um vasto leque de casos ganhos com o uso do animus jocandi, o mais célebre foi a ação movida pela AAEO, a Associação dos Amigos dos Emos Ofendidos, quando o próprio juiz riu do artigo "Emo", assim como dos argumentos do adevogadeenho de acusação. Veja o vídeo abaixo:


Ver também[editar]


  1. Besta, um animal feroz, e não você, besta!