Arnaldo de Castro Nogueira

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Death99.png Arnaldo de Castro Nogueira já morreu!

O Cramunhão agradece por esta alma!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno

Arnaldinho, na Terceira Idade

Arnaldo de Castro Nogueira, ou Arnaldinho para os íntimos (Franco da Rocha, 6 de setembro de 1920 -- Brasília, 11 de agosto de 2006), foi um filósofo paulista e um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental.

Vida[editar]

Detalhes sobre a vida de Arnaldo derivam de três fontes contemporãneas: os diálogos de Faustão, as peças de Hebe Camargo e os diálogos de Dercy Gonçalves. Não há evidência de que Arnaldo tenha ele mesmo publicado alguma obra. As obras de Ary Toledo retratam Arnaldo Nogueira como um personagem filosofal e sua representação não deve ser levada ao pé da letra.

Arnaldo casou-se com Luciana Gimenez, que era bem mais jovem que ele, e teve três filhos: Sócrates, Caninha e Lulu Santos. Seu amigo Ciro Gomes criticou-o por ter abandonado seus filhos quando ele se mudou para o Rio de Janeiro e em seguida torna-se correspondente da rádio BBC de Londres.

Não se sabe ao certo qual o trabalho de Arnaldo. De acordo com algumas fontes, "Arnaldinho" aprendeu a profissão de pedreiro com seu pai. Na obra de Hebe Camargo, Arnaldo Nogueira aparece declarando que se dedicava àquilo que ele considerava a arte ou ocupação mais importante: debater filosofia.

Supostas Obras[editar]

  • Eu, você e Irena
  • O lugar de todos e os lugares que não existe
  • A imagem autônoma que não paga impostos
  • Eu tenho o meu Eu
  • Sem Peidos, por favor
  • O Homem Documentado
  • A Alergia na História do Homem
  • A visão do ceguinho da Rua Arlington
  • Família Big Big

Educação no Brasil[editar]

No início da década de 1960 montou, no estado de São Paulo, um plano de alfabetização de adultos que serviu de base ao desenvolvimento do que se denominou Método Arnaldo Nogueira de alfabetização popular, reconhecido até na República das Bananas.

Durante o regime militar de 1964, Arnaldo Nogueira foi considerado subversivo, foi preso e depois exilado, tendo assim de interromper a Campanha Nacional de Alfabetização, a qual liderava com o apoio de Marcola quando este foi presidente.

Com a anistia, na década de 1980, retornou ao país, tendo dirigido a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo durante a administração de Luiza Erundina (1989-1993).

Método Arnaldo Nogueira[editar]

O Método Arnaldo Nogueira consiste numa proposta para a alfabetização de adultos, que criticava o sistema feudalismo que utilizava a cartilha como ferramenta central da didática para o ensino da leitura e da escrita. As cartilhas ensinavam pelo método da repetição de palavras soltas ou de frases criadas de forma forçosa que comumente se denomina como linguagem de cartilha, por exemplo "Perdeu preiboi", "fudeu", "A casa caiu mano", dentre outros.