Artur Sales

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Asimov-isaac.jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficou boa quando morreu de tuberculose.

Balada para ele(a) não é festa em boate! Clique aqui e vire a página.

BibliaJashin.jpg Este artigo é relacionado à literatura.

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Google sobre Artur Sales
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Sugestão do Google para Artur Sales
Cquote1.png Finalmente alguém que não é Guimarães Cquote2.png
Alguém sobre Artur Sales
Cquote1.png Tá, mas continuo sem fazer idéia de quem seja Cquote2.png
Você sobre a citação acima

Introdução[editar]

Artur Gonçalves de Sales é mais um escritor, virgem,{tal qual a mãe do autor dessa resenha enngraçaaada} mal sucedido e que ninguém conhece, é um baiano que tinha muita preguiça de trabalhar em qualquer coisa (cadê a novidade?). Ele foi mais um dos que não tiveram período literário definido já que não sabia exatamente o que queria escrever ou se queria escrever (já que não nasceu com o dom e nunca aprendeu). Insistia em dizer que era um poeta, mas na verdade era só tradutor mesmo já que não tinha criatividade o suficiente para escrever. {Enfim, desista e vá procurar algo útil para ler}.

Vida[editar]

Artur tentando escrever (sem sucesso)

Nasceu na Cidade Baixa, que por incrível que pareça é o nome de uma das cidades da Bahia. A água do mar chegava próxima à porta de sua casa, logo ele ficava o dia inteiro olhando pro mar e esquecia da vida. Morava bem próximo ao Cais Dourado, onde havia muitos estivadores, comerciantes e aconteciam sambas-de-roda e rodas de capoeira o tempo todo, é esse um dos motivos por ninguém na Bahia trabalhar. Essas primeiras impressões marcariam-no profundamente, ele logo teve uma visão de como a vida é simples, basta sentar numa cadeira da praia e passar o dia. Como definitivamente não tinha nada para fazer, elabora seus primeiros versos aos treze anos, mas como tudo sai um lixo, suas poesias são publicadas pela primeira vez somente uns 20 anos depois em alguma revista desconhecida de Salvador.

Mesmo com toda essa calma e mansidão, Artur se forma em uma Escola Normal da Bahia, o que era muito raro naquela época - e ainda hoje já que nada é muito normal na Bahia. Infelizmente, ele ficou imortal pelo simples fato de não fazer nada (eu pelo menos não conheço nenhuma obra desse cara), foi colocado até na ABL, mas isso não é nada surpreendente, já que aquilo não passa de uma panela e qualquer zé mané que escreve pode entrar lá.

Depois de um tempo em que já estava formado, ele percebeu que precisava trabalhar em alguma coisa, nem que fosse para fingir pelo menos, aí é nomeado bibliotecário da Escola Agrícola da Bahia, ou seja, ele ia continuar passando a vida sem fazer nada. Publica seus poemas em diversas revistas da Bahia já que não há muito o que ser publicado naquele lugar, então qualquer coisa servia. Por essa época, participa dos serões, dos recitais de poesia na casa de seus amigos que eram tão atoas quanto ele e conhece vários outros poetas que só ele mesmo conheceu!

A Revolução de 1930 fez com que grande parte dos baianos precisassem trabalhar, aí acabaram com uma porrada de empregos inúteis, entre eles, o de Artur, isso fez com que o poeta caísse em disponibilidade não-remunerada, ele mesmo se continuasse trabalhando (ou fingindo) na biblioteca, não ganharia nada. Quando a tal guerra acaba, ele fica muito feliz, pois é nomeado para o mesmo cargo, assim pode continuar em seus trabalho que exige muitos esforços e tal... O tempo livre que tinha em seu trabalho que incluia as oito horas do dia era usado para arranjar discípulos (ele queria profetizar), mas como não arrumou trouxa que caísse em sua balela, se contentou em apenas dar aulas!

Obra[editar]

Nunca teve, não é agora que teria...

Artur Sales foi mais um dos que se diziam escritores que não sabiam o que queria escrever, já que o dom não lhes permitia escrever nada, era só vontade mesmo. Marcado, inicialmente, pelo Simbolismo e passando, em seguida, por uma experiência parnasiana, não gosta nem de um e nem de outro, até ele percebe o quanto isso é chato. Nos momentos mais felizes de sua poesia, e que são poucos, já que ele nunca estava contente com o resultado da escrita, Artur de Sales tentou (e não conseguiu) a perfeita consonância e se dependesse de seus talentos nunca ia conseguir.

É nesta época que ele resolve parar de tentar fazer o que não sabe e passa a fazer traduções...Qualquer coisa era válida, inclusive fazer a tradução de Macbeth, de Shakespeare, única tradução em versos rimados, da Língua Portuguesa, isso é porque ele tinha tempo de sobra, então dava para perdê lo com essas bobagens. É também nesta época que Monteiro Lobato o convida a publicar uma pequena seleção de seus versos, o que Sales não aceitou já que sabia que não ia conseguir fazer direito.

É, ainda, de Artur de Sales a letra do "Hino ao Senhor do Bonfim", cujos primeiros versos retratam exatamente as baianices dos baianos, já que coisa mais brega que esse tal hino não existe...E eles ainda insistem em dizer que o negócio é bom por trazer tantas boas lembranças aos ouvidos baianos...Quer lembrança, escreva um memorando...

Ocaso[editar]

Crítico de escrita de um escritor que não escrevia

WTF?

Ocaso mais parece o nome estranho de alguma obra ou coisa do tipo, mas não, façamos de conta que ocaso é a seção de curiosidades desse autor, porque resolvemos mudar? Não importa, somente encaremos o ocaso como mais uma curiosidade das curiosidades. A primeira e menos importante delas é que ele era muito atoa, isso não é mais nenhuma novidade, mas o que chama atenção é que ele tinha além de tempo, paciencia de sobra para dar aulas sobre coisas de Castro Alves...Esse era animado.

Cláudio Veiga, foi mais um desconhecido, que não era baiano mas tinha tempo de sobra para ficar vigiando a voda de Artur. Ele nos conta, em seu único livro "Sete tons de uma poesia maior - Uma leitura de Artur de Sales" (Olha que produtividade, fazer um livro para falar o que acha de outro cara, mas é um virgem mesmo!), que, uma vez aposentado de seu projeto de emprego, o poeta encontrou novamente dificuldades já que não ganhava quase nada e teve de ser sustentado por Otávio Mangabeira, seu amigo da panelinha da Academia de Letras da Bahia, que só fazia parte dela porque também era o da Bahia.

"Apesar de seu retraimento e dificuldades financeira - diz Veiga -, Artur jamais traiu o movimento e não se divorciou da vida literária de sua província já que lá era uma moleza só. Participou ativamente de vários movimentos municipais dos quais ninguém participa como o movimento Nova Cruzada, freqüentava as reuniões da ALA carnavalesca que era relacionado às artes. E para completar, ainda foi o presidente da seção baiana do dos escritores (grande coisa) que futuramente veio a se tornar a Academia Baiana de Letras que tenta importância para o país quanto a Academia Acreana de Letras (isto é se ela existe).

Sua produção literária vai de 1901 até 1930. Ele mesmo explica que até queria mais (trabalhar que é bom ele não queria, mas que precisava encontrar se consigo mesmo e escrever sobre esse encontro "Desde 1930 por motivos de todos conhecidos e pelo infortúnio, me afastei das atividades literárias. Anteriormente, pensava como Gabriele d'Annunzio: 'Criar com alegria'. Hoje, depois de muito pensar, medito como Goethe: 'Da tua dor faze um poema'... E eu ainda não comecei o poema da minha dor."...Frescura de poetas!