Bes

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
(Redirecionado de Bés)
Ir para: navegação, pesquisa
Tomadinha do poder.jpg Bes tem PODER!
E te levará para qualquer lado da Força
Tutankamon.jpg

Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!


Devido à pressão do Sindicato dos anões das pessoas pequenas, Bes era representado como um sujeito forte e másculo.

Bes, também chamado de Bisu, é um Deus egípcio anão verticalmente prejudicado que era considerado o "bobo da corte" dos outros deuses (é dito que o fato de ridicularizar anões pessoas de baixa estatura em programas como Zorra Total e similares vem dessa época). Além disso, como seu nome é parecido com a palavra egípcia para gato (besa), ele era considerado um gatinho e liderava o ranking de sacrifício de virgens no Egito Antigo.

História[editar]

Por só ter surgido nos séculos finais do Império Egípcio, quando este já sucumbia ao capitalismo, Bes não é considerado um "Deus Puro" como Atum ou , mas sim um "Homem Que Virou Deus", como era relativamente comum na sociedade egípcia. Naquela época, qualquer um que pagasse todas as suas prestações do Sarcófago da Felicidade em dia, durante 24 anos, tinha a chance de participar de um jogo místico com o sacerdote Silvion Santotep (ele próprio um semideus) em que, se ganhasse, recebia a divindade, que vale mais do que dinheiro.

Como praticamente todos os registros da época foram queimados na Grande Revolta dos Escribas de 42 a. C., que protestavam contra o armazenamento digital de informações e provável extinção de seu emprego, só o que se sabe da história de Bes é por meio de lendas, que não devem ser levadas muito a sério.

Em todo caso, a lenda diz que Bes era um anão uma pessoa de crescimento prematuramente interrompido que vivia com seus seis irmãos numa casa no meio do deserto. Lá eles trabalhavam numa mina de água e tinham uma vida modesta mas feliz.

Num dia qualquer, uma princesa de um reino vizinho, fugindo de curandeiros que queriam costurar sua vagina para torná-la bem apertadinha para o príncipe que iria casar com ela, acabou passando pelo local. Como a casa dos anões portadores de nanismo era a única num raio de quilômetros, foi lá mesmo que ela resolveu se esconder. Como toda boa mulher, ela realizava todos os serviços domésticos sem reclamar, o que fez com que os donos da casa mantivessem-na ali sem reclamar. Essa história está retratada no filme nacional Histórias que nossas babás não contavam.

Quando Bes virou Deus[editar]

Representação americanizada de Bes feita para introduzir (ui) às crianças a lenda do deus.

Como se sabe, a princesa foi enfeitiçada por uma tâmara envenenada e salva em seguida por um príncipe montado num camelo branco que por acaso passava por ali e resolveu levá-la para casa, deixando novamente os sete pequenos moradores na mais completa solidão. Tudo poderia terminar numa tragédia de lágrimas e cachaça, se não fosse o ato heroico de Bes de oferecer-se como objeto de prazer para seus irmãos.

Assim, durante anos Bes foi sodomizado, dedado, currado e muitos outros ados até perder seu juízo perfeito (além do controle dos seus músculos esfincterianos) e passar a viver numa caixa de areia, aumentando sua semelhança com um gato. Ao contrário dos animais, no entanto, ele possuía apenas uma vida (sem direito a continues) e morreu louco e sem pregas quando seus irmãos tentavam todos penetrá-lo ao mesmo tempo.

No Céu dos egípcios, Bes foi transformado em deus pelo chefão do local, o poderoso Amon, mas ao mesmo tempo era ridicularizado por todos os seus colegas pela idiotice que fizera ao aceitar fazer papel de boneca inflável, tornando-se assim o deus da diversão e da estupidez bondade e inocência.

Representação[editar]

Bes é sempre representado como um homem gordo e barbudo com as mãos na cintura. O mais estranho é que ele, ao contrário de todos os outros personagens egípcios, está sempre de frente e não de perfil, o que levou arqueólogos a especularem se ele sofreria de anorexia e ficaria, portanto, invisível de lado.

Sua lenda tornou-se tão popular que povos de países distantes como Congo e Ruanda também o veneram, especialmente nas culturas pigméias (possivelmente por causa de uma identificação com a estatura do deus). Nesses locais, os nativos faziam verdadeiros festivais, conhecidos como Bestivais, com muita música, dança e comida, em agradecimento a Bes.