Bayonetta

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Virtualgame.jpg Bayonetta é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, teu primo te diz que o secretão é meia-lua + soco.


Bayonetta
Bayonetta cover.jpg

Dat ass

Informações
Desenvolvedor Platinum Games
Publicador Sega
Ano 2009
Gênero Ação pornô
Plataformas PolyStation 3, X-Salada e Bacon 360, Ui You
Avaliação 70%
Idade para jogar +21

Cquote1.png Um dos pontos fortes do jogo é principalmente o trabalho de textura. Cquote2.png
Ciro Bottini

Bayocetta é um jogo feito pela desconhecida Platinum Games filial da CEGA, lançado para os únicos dois consoles de sua geração, o PlayStation 3 e Xbox 360, do gênero pancadaria pornográfica, tiro e ação desenfreada que visa trucidar com os dedos dos jogadores não apenas de tantos inimigos intermináveis que terá que matar na tela, mas também a punheta que vai bater ferozmente quando terminar o jogo e for pesquisar hentai da Bayonetta na Internet.

No jogo você controla Bayonetta, uma bruxa escultural de corpo impossível que por causa do salto-alto plataforma incômodo passa o jogo quase que permanentemente de pernas abertas, mostrando seu decote e rebolando e empinando a bunda.

O jogo foi criado pela mente doentia de Hideki Kamiya, que herege e ímpio como é, fez uma história cujo objetivo é liderar uma horda demoníaca para matar anjos, arcanjos, serafins e no final até Deus, para delírio dos fãs de videogame que são todos agnósticos mesmo.

Enredo[editar]

Introdução[editar]

Bayonetta dando um chute no ar, como uma desculpa para exibir as virilhas e a bunda.

Tudo começa quando Bayonetta acorda em um caixão no fundo de um lago, sem se lembrar de nada de toda a sua vida, sabendo apenas ser uma bruxa tão pobre que deveria usar o próprio cabelo como roupas. Auxiliada por seus fiéis amigos, o inútil, irrelevante e fail-na-tentativa-de-ser-o-personagem-cômico Enzo e o pilantra mercenário Rodin, um negão vendedor de pirulitos com formatos indecentes, Bayonetta começa assim a sua insólita jornada pagã. Como o jogo é muito mal narrado, quem está jogando quer mais é ficar olhando a bunda da Bayonetta ao invés de compreender a história.

Em sua viagem na procura de seu passado, Bayonetta visita o Vaticano na Europa, e tem sua jornada dificultada por uma série de anjos (que na verdade são um bando de gaivotas mutantes) armados com picolés gigantes e todo outro tipo de tranqueira. A quantidade de anjos no jogo é inversamente proporcional à sua variedade, ou seja, em meia-hora qualquer pessoa normal já está enjoada de ficar matando os mesmos anjos toda hora.

Bayonetta encontra um rapaz simplório chamado Luka, que ao invés de procurar o assassino de seu pai prefere vadiar no mundo feito um indigente e sempre tropeçar em momentos cruciais.

Não demora e surge um dos primeiros chefes do jogo, a Virtude Cardeal Fortitudo, um dragão de duas cabeças obeso cujo objetivo é matar todas as bruxas por um motivo muito específico: porque sim! Esse pobre "anjo" mais feio que um bilau com gonorreia de óculos é repetidamente espancado e como todos outros anjos do jogo, trucidado por macumbas satânicas feitas de cabelo.

Jeanne, pirralha e segundo chefe[editar]

Logo em seguida, Bayonetta encontra a antagonista principal, Jeanne, que devido à sua pouca idade tem peitos e bunda menores, e exibe sinais de queda de cabelo. Por estas razões foi considerada uma cópia do Dante de Devil May Cry, ainda mais por usar uma jaqueta vermelha mesmo que sua roupa original devesse ser um colan branco feito de cabelos. Depois de uma batalha feroz que desafia leis da Física, química e engenharia, Jeanne decide desaparecer, atormentada por sua incapacidade de derrotar ou até mesmo roubar os brincos de Bayonetta.

Do nada, aparece uma criança indigente de 6 anos de idade que necessita de cuidados, então declara que o nome dele é Cereza e era uma das muitas filhas ilegítimas de Bayonetta. A bruxa má não podia deixar de acreditar nessa informação dada de maneira tão aleatória e decide levá-la em custódia para evitar reclamações. Agora como mãe, o primeiro conselho dado à pequena garotinha foi "Se você não parar de chorar, eu vou enfiar essa boneca na tua garganta até sufocar seu esôfago. E nada de baratas!"

Como qualquer mãe amorosa faria, Bayonetta larga Cereza com Luka e desaparece para enfrentar a segunda Virtude Cardeal: Temperantia que criou um tornado e mais uma vez desafiou todas leis da física existente na natureza. Apesar de seus enormes braços e dedos em forma de tentáculos que pressagiam um estupro iminente contra a bruxa, ela tratou de distraí-lo com a promessa de um autógrafo, para em seguida rasgar fora seus braços e bater nele com eles. Por fim, enviá-lo para a Casa do Capeta onde já estava o primeiro chefe.

Hora do rush e terceiro chefe[editar]

Cardeal da Virtude Justitia = Tentáculos: essa tara japonesa sempre dá um jeitinho de aparecer.

Após uma cena impossível envolvendo carro de corrida, racha de moto ilegal e perseguição por anjos numa autoestrada que anda círculos, é a vez de enfrentar a terceira Virtude Cardeal: Justitia. O monstro equipado com vários grandes tentáculos que constantemente tentam profanar a vulva de Bayonetta, é imediatamente castrado e forçado a ver Zorra Total sem intervalos comerciais, nem pausa para lanche, preferindo ele assim matar-se e por fim em sua própria miséria.

Passeio no mar e quarto chefe[editar]

Agora é a vez de fazer um cruzeiro marítimo num pedaço de fuselagem de avião boiando no meio do oceano e lá encontrar o quarto Cardeal da Virtude: Sapientia, uma salamandra misturada com Megazord que nega todas as leis mais naturais da Física e abre um vórtice infinito no meio do oceano.

Finalmente Bayonetta chega na sagrada ilha de Malta em cima de um míssel (levando Cereza descuidadamente com ela), quando o grupo é interceptado pela oposição local, inclusive a vilã Jeanne, que não liga para todas suas derrotas anteriores, e ainda quer apanhar mais por Bayonetta, em um desejo insano de masoquismo. Depois de levar chicotada na bunda até dizer chega, em seu leito de morte, Jeanne revela que na verdade o nome de sua inimiga não é Bayonetta e sim Cereza, nascida do sexo desprotegido de uma bruxa, sendo ela absolutamente proibida de ser aceita na seita Umbra Witch. Felizmente, um míssil cai sobre as duas e termina com essa cena bastante dramática.

Capítulo final[editar]

Crossover responsável pela maioria dos ataques cardíacos nérdicos entre os gamers.

No capítulo final, devido a falta de criatividade dos produtores do jogo, Bayonetta tem que enfrentar absolutamente todos os mesmos e já enjoativos anjos diversos que já enfrentou durante todo o jogo, até subir ao topo do Empire States e encontrar lá o seu pai calvo, Balder, que é um tremendo filha da puta pedófilo que está molestando Cereza, a garotinha de 6 anos. Ele revela ser o último dos anciãos de Lumen, o verdadeiro pai de Bayonetta e que foi ele quem matou o pai de Luka, que por sua vez nada mais é do que Cereza crescida!

1 minuto de silêncio... para o choque... dessa informação que ninguém sabia...

Balder coloca a pequena Cereza dentro dele e, completamente irritada, Bayonetta parte para o confronto final numa briga entre pai e filha, num duelo com muitas referências a Star Wars. No final, Bayonetta atira um de seus batons que acerta a testa de seu pai, que finalmente decide morrer. Instantes depois, ele retorna à vida de repente e sem causa lógica para prender a bruxa de um olho de vidro e assim despertar a deusa da destruição, Jubileus. Uma peituda gigante numa roupa de lycra que deixou o vilão do jogo doido de tesão.

Se desafiar as leis da física é uma constante no jogo, o que dizer sobre acelerar com uma moto num foguete em lançamento e chegar no espaço sideral para enfrentar uma divindade asteca? Bayonetta precisou invocar com seus cabelos a Drag Queen Sheba, que apenas com um soco jogou Jubileus no Sol.

Concluída a missão, Bayonetta e Jeanne abrem um bordel no qual passam trabalhar, onde Rodin vai finalmente vender todo o seu estoque de fálicos pirulitos, tudo protegido pela máfia de Enzo e Luka continua um inútil. Em suma, um final feliz.

Jogabilidade[editar]

Um dos Torture Attacks prediletos de Bayonetta.

Bayonetta é um hack and slash desenfreado, e portanto muito repetitivo, causador de câimbras. Com a desculpa para usar ataques especiais frequentemente Bayonetta fica pelada durante o jogo. As cutscenes foram feitas por estagiários da SEGA, por isso não tem animação, apenas fotos, mas como três quartos dessas cenas são ocupados por fotos em multi-ângulo da bunda e seios da protagonista, é uma falha que passou despercebida pela maioria dos fãs.

A gravidade, aceleração, atrito e muitos outros efeitos físicos foram claramente excluídos do jogo, talvez por causa de cortes no orçamento na produção. Sendo fisicamente possível cair na Terra a partir do espaço sem o menor dano, tal que também é possível conduzir placas de fuselagem de avião no mar apenas com a força de vontade, bem como controlar a trajetória de balas com a força do pensamento. Outros momentos incluem o fato de bruxas não precisarem de chaves para ligar motos, podendo elas darem partidas nesses veículos apenas colocando o dedo do meio na ignição, apenas para haver mais obscenidades gratuitas.

Os golpes de Bayonetta são todos estritamente sexuais, fazendo dela uma deusa dominatrix para os fetichistas de BDSM. Outro ponto controverso é o Taunt de Bayonetta que são todos pornográficos, tanto as posições que assume como as palavras que ela pronuncia. Quanto mais porrada enfiar, mais uma barra de mágica enche, até ela poder soltar o Torture Attack, que é uma grave molestamento sexual contra seus inimigos, e no caso dos chefões o Climax que é o orgasmo absoluto que Bayonetta sente após ficar horas fazendo poses sensuais e passando os dedos na bunda e vagina.

A câmera do jogo possui um sistema muito prático, que insiste em girar sozinho e tirar do ângulo todos inimigos perigosos do campo de visão do jogador, sem contar muitas vezes esconder-se atrás do cenário e deixar o jogador totalmente cego.

Há quatro níveis de dificuldade, mesmo que o Normal significa "Foda pra Caralho".

Personagens[editar]

Bayonetta

A bruxa protagonista do jogo dotada de alto teor sexual e uma capacidade de desafiar todas leis da física para usar a seu favor e derrotar seres sagrados e bondosos como anjos. Ela acorda sem nenhuma lembrança de seu passado em um caixão fechado no fundo de um lago. Depois de um despertar de modo abrupto, decide passear por aí molestando sexualmente anjos com cara de galinha.

Enzo

Um mafioso italiano que lembra claramente Denny De Vito, que deveria compor os quadros cômicos do jogo, mas falhando nisso miseravelmente, tornando-se um personagem que poderia ter sido facilmente dispensado do enredo, que atua como um motorista e saco de pancadas Bayonetta.

Rodin

Traficante de armas e pirulitos de maconha no seu bordel privado The Gates of Hell. Os preços de suas tranqueiras são tão careiras que ele faz o Merchant de Resident Evil 4 parecer um bom samaritano. Rodin cobra 9999999999 auréolas angelicais por itens ou golpes que definitivamente não te ajudam em nada.

...E elas viveram felizes para sempre.

Jeanne

Antagonista de Bayonetta que ninguém sabe ao certo ao que veio, mas gosta de se exibir matando a ralé dos anjos e sente secretamente uma paixão masoquista por Bayonetta, pedindo para ser surrada por ela sempre que a avista, mesmo não sendo necessariamente preciso isso.

Luka

Jornalista auto-intitulado, tem uma verdadeira paixão por fotos de merda. No começo acredita que Bayonetta é o assassino de seu pai, mas isso, claro, não o impede de tentar apalpar a bunda de sua perseguida sempre que a oportunidade surge, o que não é incomum nas cutscenes. Também se acha o Homem-Aranha com um gancho escondido de extensão infinita que o leva a toda parte, mesmo que isso o leve a bater nas paredes de todos os tipos.

Cereza

A criança mais estúpida dos videogames depois da Ashley Graham, ela é como um ímã para a má sorte, perdendo apenas para Luka nesse quesito. Ele é capaz de se perder ou de ser capturada por um anjo em uma sala de um metro quadrado hermeticamente fechada.

Virtudes Cardeais

Chefes do jogo, sofreram uma mutação genética a base de LSD, e por isso são figuras tão doidas que é impossível de descrever aqui em palavras. Os Quatro Cardeais da Virtude falam uma linguagem incompreensível para a maioria do povo do Acre, mas Bayonetta pode entendê-los.

Pai Balder

O último dos Sábios Lumen. Ele gosta de fazer pessoas dormirem com seus monólogos de PELO MENOS 1 hora (alem disso voz desse cretino substitui qualquer sonífero) se vestir com saias listradas e usar monóculos ridículos, também parece ter uma obsessão com pássaros, em particular os pavões, animal que deve ter passado cerca de trinta anos matando para conseguir costurar e criar sua roupa chamativa. Ele também seria o pai de Bayonetta/Cereza, mas é uma história que está tentando deixar para trás.

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