Borbaísmo

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Sacerdotisa ante a Estátua de Borba Gato

O Borbaísmo, a religião oficial da cidade de São Paulo, consiste em reconhecer e aceitar o Grande Borba como nosso venerável e onipotente salvador.

Os praticantes do Borbaísmo reconhecem que os problemas que afligem São Paulo (trânsito, poluição, abduções por alienígenas) são obras da fúria vingativa desta poderosa divindade, que deve ser apaziguada com sacrifícios de animais, humanos e cariocas.

Ao contrário das demais religiões, o Borbaísmo não prega a bondade e o altruísmo. Segundo a doutrina, fechar o próximo no trânsito, acordar o vizinho de madrugada e frequentar lugares de reputação duvidosa contribuiriam para garantir o paraíso silvícola após a morte: uma floresta idílica povoada por carrapatos, mosquitos e sanguessugas. Note que o comportamento de acordo com os preceitos é apenas um fator de menor importância para a salvação da alma: o fundamental é, evidentemente, a quantidade de litros de sangue nos sacrifícios perante o Grande Borba, assim como o montante de doações (em cheque, dinheiro, cartão, vale transporte ou fichas de Banco Imobiliário) à Igreja Borbaísta de São Paulo, cujo Sumo Pontífice é Paulo Maluf.

Templos[editar]

O Templos do Borbaísmo estão espalhados pelas grandes cidades do mundo, porém é fato que a maior concentração de templos encontra-se na cidade santa do Borbaísmo, São Paulo. Apesar da principal imagem do Divino Borba encontrar-se em Santo Amaro, o Grande Templo fica no Cebolão, na conjunção entre os rios Pinheiros e Tiête. Os seguidores creem que quando Borba finalmente for apaziguado, ele realizara o milagre de limpar os rios imundos da cidade. Enquanto o milagre não acontece, milhares e milhares de paulistanos todos os dias pagam penitência nas marginais esperando que a vontade de Borba seja realizada, podendo assim escapar do purgatório do trânsito paulistano.