Brunei

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Mini-República Sem Graça de Brunei
Love Republic of Brunei
Brunei Paz e Amor (menos aos gays)
Bandeira do Brunei
Brasão de Armas do Brunei
Bandeira Brasão
Lema: Sem Viadagem e Sem Cornice
Hino nacional: Fica na Paz ou eu te mato

Localização de Brunei Paz e Amor (menos aos gays)

Capital Bandar Seri Begawan
Cidade mais populosa Bandar Seri Begawan
Língua Malaio
Religião oficial Islamismo
Governo sultanato
 - sultão Has Anal Bokete
Heróis Nacionais Gênio da Lâmpada Maravilhosa
Área  
 - Total Abra bem a mão. Brunei é desse tamanho. km² 
 - Água (%) 20
Analfabetismo 23 
População 343.653 islâmicos que não são perseguidos por americanos 
PIB per Capita Tesouro do Sultão 
IDH
Moeda Barras de Ouro que valem mais do que dinheiro
Fuso horário 10?
Clima Não é árido, nem desértico, como pode ser árabe?
Website governamental ??


Brunei é o país mais pacífico de todo o mundo, tão pacífico que estudiosos alegam que o nome do Oceano Pacífico provêm desse país. A origem de tanta paz está na proibição total e absoluta de Passeatas Gays no país (já viu como aquela coisa é barulhenta?) e na proibição de cornice (então também não há casais fazendo barraco em nenhum bairro do país).

Apesar de tanta prosperidade, paz e respeito para com o próximo, o Brunei quase não é citado no noticiário internacional e quando está perto de alguma grande controvérsia o país é logo ignorado sob alegação que estão inventando coisas, como quando um eremita que morava em uma rocha no meio do oceano reclamou ao Tribunal de Justiça Internacional que sua ilha havia sido supostamente abalroada por Brunei. O governo americano rejeitou a petição com o fundamento de que a reclamação era inteiramente fictícia e o eremita apenas fez aquilo para ganhar publicidade. Por isso muitas vezes, para pelos surgir nas notícias, o sultão de Brunei precisa fazer algo como matar um gay a pedradas, para depois apenas dizer que foi brincadeirinha.

História[editar]

Malaios nativos[editar]

O povo nativo da ilha de Bronéu são chamados de "Bumiputera" que no dialeto local significa "bando de putos" que eram como os antigos indonésios se referiam às estranhas e arrogantes tribos de Bornéu. Os bumiputera só queriam saber de uma coisa: de putaria, e por muitos anos esse comportamento garantiu que a ilha de Bornéu se mantivesse isolada e mesmo assim constantemente populada. Como não sabiam escrever, quase nada se sabe sobre esses malacos (sub-espécie dos malaios).

Criação do sultanato[editar]

O Brunei como conhecemos hoje foi fundado por um sultão chamado Bruno no século XV quando este viu que não havia mais territórios a venda no Oriente Médio e precisou se contentar em adquirir apenas dois trechos de terra dentro da Malásia onde criaria um próspero império islâmico no qual o descaso contra minorias seria disfarçado por belos palácios e ouro em toda parte.

O primeiro sultão tomou a sábia decisão de investir seus ativos em uma conta de depósito de juros altos e em títulos de rendimento denominados bruneadinhos além de especular na Bolsa de Valores apenas ouro. Em 600 anos, os investimentos do CDBI do sultão geraram taxas de juros bastante confortáveis para a balança comercial do país que fecha sempre em superávit. Graças a um simples esforço no ano de 1500, desde então a única tarefa do sultão é deitar em travesseiros de seda, comer putas, ser abanado o dia inteiro, ser bajulado o dia inteiro, e pensar qual será o próximo objeto que ele criará inteiramente de ouro maciço, tudo enquanto capital de risco chinês é especulado no território de seu estado.

Ficou decidido que Brunei seria o Império da Paz (eufemismo para Império que não Acontece Absolutamente Nada), logo o país se tornou ultradesconhecido e por isso o sultão de Brunei é o que única que especula sobre as ações de Brunei na Bovespa.

Protetorado Britânico[editar]

Bruneanos se reunindo em 1960 para jogar o Campeonato Bruneano de jokempô na modalidade battle royale do esporte.

No século XVI o Império de Brunei foi pela primeira vez visitado por um europeu, quando Fernão de Magalhães e sua comitiva ancoraram (sem serem convidados) em frente ao palácio do Sultão à beira-mar. O português, inconveniente como qualquer português com aquele sotaque insuportável, com sua simples presença interrompeu e atrapalhou o processo de açoite de um escravo do sultão. O sultão, muito contrariado, se vingou ao aconselhar o navegador português visitar os filipinos "amigáveis ​​e hospitaleiros". Magalhães nunca mais foi visto, mas em seu diário há a primeira menção sobre Brunei no mundo ocidental que diz "Nas minhas andanças por est' vasto mar, ora pois, deparei-me com um palácio em formato de teta. Os gajos nativos estavam a venerar o tal Sultão Bruno que ficasse nada feliz com nossa barca que não tinha uma mulher sequer. Acusou-nos de bichas e nos mandou para um lugar chamado Filipinas, onde há de haver uma tribo que come bichas. Veremos o que me aguarda na próxima ilha, ora pois. Pá Manoel! Traga dois cacetinhos agora!".

Graças a Magalhães, Brunei por muitos anos foi considerado um sultanato lendário, até que os britânicos descobriram o lugar e com seu grande exército de 20 soldados e cinco Hooligans, tomaram o país. Penduraram uma bandeira britânica em cada parede de cada casa de Brunei e serviram chá para os invadidos. Após vários anos de tormento e dor que os britânicos infligiram ao povo bruneano com seu dialeto, eles simplesmente partiram porque descobriram que um parque de diversões seria construído na ilha de Heligoland, eles apenas esqueceram de levar as bandeiras britânicas embora, então pelos anos seguintes Brunei ainda se acharia uma colônia britânica, mesmo nunca mais um britânico pisando ali.

O sultão, aliás, sempre foi mantido porque sem uma figura excêntrica fazendo merda o povo talvez se revoltasse com os britânicos e não com as ideias bestas do sultão. O Brunei era usada principalmente para proteger a capital britânica e para o sultão continuar como colônia era mais do que bom: Enquanto os britânicos cuidavam da política externa do país, o sultão podia ficar com ainda menos trabalho e, portanto, mais tempo para deitar no meio dos travesseiros e ser paparicado por putas.

O sultão de Brunei já era o homem mais rico do mundo quando na década de 1920 descobriram o petróleo, o que garantiu dinheiro infinito para suas contas bancárias. Agora a única coisa que o sultão precisava fazer era passar o dia inteiro coçando o saco e inclusive substituiu todo papel higiênico do palácio por notas de 100 dólares.

Ao longo de toda essa era britânica, os únicos que se interessaram no Brunei foram os otakus que invadiram o país em peso em 1941. Os otakus, fedidos como são, tem esse estranho fetiche por "maids" servindo café em haréns, algo que o Brunei sempre teve em abundância. Os bruneanos foram libertos dos otakus em 1945 graças ao bom coração dos Estados Unidos que jogou duas bombas atômicas no Japão. Infelizmente os animes não foram extintos, mas o Brunei estava livre novamente.

Independência[editar]

O Brunei declarou independência em 1984. Isso aconteceu porque 1 ano antes o sultão quis participar de algumas conferências internacionais e se sentiu incrivelmente desapontado quando nesses eventos percebeu que os serviço prestados eram mais modesto do que seus piqueniques nos jardins de Bandar Seri Begawan, não haviam nem dançarinas seminuas e isso deixou o sultão incrivelmente chocado nessa sua primeira viagem internacional e ele imaginou, erroneamente, que tudo se devia ao fato do Brunei não ser um país independente e por isso ele não mereceu o respeito necessário de shows de strip-tease com felação e 10 refeições diárias com caviar. Assim foi declarada a independência do Brunei, mas as festas das conferências internacionais não melhoraram em nada para o sultão que decidiu que não precisava sair do seu país se fosse para ser tratado tão mal.

Geografia[editar]

Como o país é muito pequeno (5,765 km2, tamanho de dois estádios de futebol), há apenas um gramado, que fica em frente ao castelo do sultão. Na verdade, este prado é destinado aos 17 cães da esposa do sultão que fazem ali as suas necessidades e por isso o resto dos 400.000 habitantes são proibidos de destruir as florestas desse mini-país e obrigados a morar todos nos fundos do palácio, na casa dos criados. Aliás, notou-se que graças às fezes dos cachorros da esposa do sultão, aspargos selvagens crescem aos montes em Brunei.

Geograficamente o Brunei se divide em dois pedaços porque a Malásia tem um certo fanatismo e fetiche por quantidade de mato e selva inúteis, então os malaios fazem questão que Limbang (uma cidade tipo Boca do Acre) seja da Maláxia e isso divide o Brunei em dois. Sendo assim, num lado está o palácio e a única cidade do país, enquanto no outro lado está só mais mato e os dois pedaços de Brunei são itnerligados pela Ponte do Sultão Sefudeu.

Política[editar]

No Brunei todos os políticos eleitos tem direito constitucional de ter um grupo de biscates particulares. Por enquanto o único cargo político é o de sultão.

O sultão, obrigatoriamente hereditário do Sultão Bruno I, fundador de Brunei, governa e manda o que quiser. Quem estiver insatisfeito com isso a porta de saída do país está aberta (para a forca) ou para as florestas da Malásia. A única obrigação do sultão além de engordar é manter a paz, para isso ele conta com diversos cachimbos da paz para distribuir para o povo.

Apesar do sistema político do país não contar com partidos políticos e nem eleições, é verdade que numa época ali pelos anos 1960 um grupo de malucos com tendências suicidas começaram uma guerra civil democrática contra o sultão e formaram o particularmente forte PdoLDcSessEG (Partido do Levante Democrático contra o Sultão e seus Seguidores). No seu apogeu, o partido tinha cerca de dez membros, o que equivalia a 5% da população do país. As pessoas que fundaram este partido foram convidadas a मृत्युदंड pelo Sultão após a primeira manifestação popular. Estranhamente os fundadores e os integrantes desse partido político desapareceram misteriosamente sem deixar vestígios desde aquele dia. A Polícia Federal do Brunei ainda investiga o caso mesmo já passados 60 anos e procura pelos desaparecidos, pois apesar de serem adversários políticos do sultão ainda são seres humanos e suas famílias merecem a dignidade de pelo menos saber o que aconteceu com eles, por isso o governo bruneano não economiza esforços em tentar localizar esses desaparecidos até hoje. A última busca levou os investigadores para a cidade perdida de Iram dos Pilares no Rub' al-Khālī, mas ainda sem sucesso.

Subdivisões[editar]

O Brunei é tão pequeno que nem precisava ser subdividido, no máximo ser subdividido em dois (Brunei da Esquerda e Brunei da Direita), mas o excêntrico sultão determinou que fossem criados 4 distritos mesmo assim que seriam territórios com escala de utilidade para o sultão. Portanto Temburong é muitíssimo inútil, Belait é bem inútil, Tutong é mais ou menos inútil e Brunei e Muara é útil porque o palácio do sultão está ali.


Economia[editar]

Sultão do Brunei mobilizando 20 escravos e sua limusine de ouro para ir à padaria. Não pode ir longe senão pode acabar na Malásia e criar um incidente diplomático.

O Brunei é um dos países mais ricos do mundo em renda per capta porque o sultão tem a renda do Bill Gates, do Zuckemberg e do Jeff Bezos somados e multiplicado por 50, enquanto os habitantes não são contabilizados como cidadãos e não entram no cálculo da renda per capta. Por isso neste pequeno império você encontrará tudo que precisa para viver: comida, bebida, um galpão de madeira e uma fazenda de aspargos.

O sultão Hassanal Bolkiah (bem como todos seus antecessores, incluso Bruno I, e seus futuros sucessores) são adorados em Brunei de tal forma que este país é uma das poucas ditaduras do mundo cujo status quo autoritário é desfrutado sinceramente por seus cidadãos. A satisfação se deve ao fato de Brunei ter saúde e educação gratuitas, além de pipoca subsidiada pelo Estado para todos que vão ao cinema - ou seja, todos aqueles escandinavos que defendem o "estado de bem-estar social" que paga bolsa-crime até para presidiário na verdade não passam de demagogos hipócritas, já que esses países escandinavos tem altíssima carga tributária, algo que neme xiste no Brunei, apenas trabalho semi-escravo, mas nenhum imposto.

Infraestrutura[editar]

Segurança[editar]

O Brunei é um país pacífico e livre de crimes, tanto que o seu nome oficial é "a Morada da Paz". A única coisa não pode nesses país é sexo gay (enfiar coisas no cu), chifrar o marido, e consumir drogas, ou seja, mais do que pacífico, um país triste onde a única coisa que pode é venerar o sultão.

O crime de enfiar coisas no cu (art. 24 do Código Penal Bruneano) tem no Brunei o mais detalhado sistema jurídico acerca da questão em todo mundo, estando discriminado em rol taxativo mais de 895 modos diferentes de viadagem e as punições cabíveis em cada um dos atos. Por exemplo, enfiar o controle remoto da TV no cu é punível com apanhar de vara em praça pública até sangrar, enquanto comer o cu de um macho não depilado resulta em pena de morte por apedrajamento.

Cultura[editar]

Brunei plagiando a Rússia.

Brunei prega a paz e amor entre os povos, mas por outro lado não se desvincula da cultura árabe que só sabe discriminar os outros. Em Brunei há homens-bomba e terroristas, mas esses amam os Estados Unidos e resolveram se explodir como mártires pelo ideal da democracia e liberdade em um local deserto e seus sequestros de aviões comerciais são falhos, como o avião que caiu na floresta nos atentados de 11 de setembro de 2001 que eram liderados por terroristas de Brunei, ou o Voo Malaysia Airlines 17 com destino ao Brunei que caiu na Ucrânia graças a fundamentalistas bruneanos.

O homem de Brunei é conhecido por sua pança, mais da metade dos homens bruneanos sofrem de obesidade e isso ocorre porque o país é minúsculo demais e os homens sabem que nem precisam ser bonitos, as mulheres terão que escolher eles por falta de opção. Já a mulher bruneana goza de várias liberdades desde que não incomodem demais seus maridos o que um tribunal público pode condená-la a mutilação do clitóris.

Mas na prática, as três únicas coisas que não podem em Brunei mesmo é ser gay, chifrar marido e consumir drogas.

Religião[editar]

Em Brunei a religião predominante é o islamismo ortodoxo ao pé da letra. Como não podem ir à Meca que está longe demais, os bruneanos tentam compensar essa falha para com Maomé se dedicando ao máximo aos outros ensinamentos, como aquela parte que dá as instruções do porque a mulher deve servir e porque dar o cu é um pecado horrível.

Flag-map Brunei.png Brunei
HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
EconomiaMoedaTurismoCulturaBandeiraBrasãoHino
Boratasiacentral.jpg
Ásia
v d e h

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