Café Filho

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Cquote1.svg Você quis dizer: Café frio Cquote2.svg
Google sobre Café Filho
Cquote1.svg Você quis dizer: Café de milho Cquote2.svg
Google sobre Café Filho

Heloísa Helena (esquerda, é claro) e seu pai, Café Filho (direita). Queremos agora o DNA do Ratinho

Cquote1.svg Um reles café de panela, muito requentado e que, na xícara, ficara reduzido a um modesto cafezinho, um café pequeno, um café filho. Cquote2.svg
Barão de Itararé
Cquote1.svg No Palácio do Catete, em 11 de novembro de 1955, faltava Café e Luz, mas tinha pão de Lott Cquote2.svg
Barão de Itararé
Cquote1.svg Qual deles, Balbino (governador da Bahia)? O vegetal ou o animal? Cquote2.svg
Juscelino Kubitschek quando perguntado sobre café, em referência a Café Filho
Cquote1.svg Nunca tive uma sorte absoluta, mas apenas relativa, por assim dizer, compensadora dos meus fracassos. O arqueiro que, certa vez, me substituiu, deixou que os adversários fizessem doze goals contra o nosso time, enquanto eu deixara a bola passar nas traves apenas dez vezes. Cquote2.svg
Café Filho divagando sobre sorte e seu sucesso como goleiro

Café Filho foi um dos ditadores do chamado Período Áureo do Brasil. Filho do Coronel Utan e da Dona Mellitta, entrou cedo pra a política. Como ditador, centrou as economias do país na produção de cocô, para a produção do Biodigestor Nacional, projeto que visava acabar com a produção de hidrelétricas, fazendo com que toda a energia necessária ao país saísse da merda aqui produzida. Infelizmente o projeto não foi adiante, mas se tivesse ido, o congresso nacional hoje poderia gerar energia para todo o braço esquerdo da Via Láctea.

Café ao saber que estava eleito vice-presidente.
Mentira, essa foi a reação.
Governo Café Filho em uma imagem.

Dados desenterrados recentemente sugerem que Café Filho seria o pai da ex-senadora comunista caricata e desprovida de dente Heloísa Helena.

Eleição[editar]

Café Filho foi eleito em agosto de 1954. Com 123% dos votos válidos, obteve 100% dos votos válidos (0 votos) no estado do Acre. Sua campanha publicitária foi feita por Duda Mendonça, que conheceu Café numa sessão de briga de galo. Seu slogan era: Corrupção torrada e moída na hora. Ficou no poder durante pouco mais de um ano, quando o Fuhrer (seu apelido) foi assassinado no Bunker.

Café se emocionando na cerimônia de posse.

República do café com filho[editar]

Ninguém se lembra exatamente do que Café Filho fez enquanto presidente e nem temos muita coisa para falar, se sabe porém que ele fez umas reformas liberais na economia que não deram em muita coisa, tentou limitar a inflação falhadamente e fez aí umas loucuras cambiais que desagradaram cafeicultores paulistas. Sim, o presidente Café não foi bom para quem vendia café. O mesmo entrou para nossa desgraça e infelicidade na Presidência após Getúlio Vargas, esse sim alguém relevante, meter o louco geral e se matar, deixando como vingança para seus críticos a ascensão de Café Filho.

Partindo então para a melhor parte do seu governo: sua saída, que foi inicialmente causada por hemorroidas problemas cardíacos, ou, por problemas intestinais devido beber muito café. Em seu lugar entrou Carlos Luz, que por sua vez governou por 3 dias (famoso ejaculação precoce), o suficiente para fazer merda, sofrendo impeachment em 11 de novembro de 1955, por ser considerado meio conspiracionista, só que diferente do vampirão Michel Temer, sem muito talento e jeito pra coisa. Vendo a merda que fez, Café anunciou querer voltar ao posto máximo da vagabudagem República, mas não adiantou nada chorar pra ter a mamadeira de volta, porque também sofreu um pé na bunda dez dias depois, já no governo de outro chato ilustre presida, Nereu Ramos. A expulsão dos dois abobados é parte do Movimento de 11 de Novembro, que você possivelmente não estudou na sua escola por não ter muita importância ou por ser burro mesmo e não prestar atenção na aula, a começar pelos figurões que participaram. Tal articulação serviu para deixarem Juscelino Kubitschek assumir em 1956, pois o coitadinho de nome cheio de consoantes corria risco de ter sua posse cancelada/gópiada (porra, nem pra isso os cara serviram!!). Ou seja, o mês de novembro de 1955 foi mais doido que cego em roda Punk, com quatro presidentes: o trio de patetas Café-Luz-Ramos e o esquisitão eleito (Juscelino Kubitschek), sendo que Ramos veio já declarando estado de sítio no caneco do povão, o que podia ser evitado se não fosse as trapalhadas dos outros dois. Café Filho, mostrando ter como presidente a mesma habilidade que tivera como goleiro, conseguiu, assim como Collor, sofrer impeachment mesmo depois de não ser presidente.

A Maior obra de Café Filho[editar]

A maior obra de Café Filho, foi ter atuado como goleiro titular do Alecrim Futebol Clube, um grande time de futebol do folclore de derrotas do Rio Grande do Norte.

Precedido por
Entulho Vargas
Bandeira do Brasil.jpg
Ditador do Brasil

1955 - 1955
Sucedido por
Carlos Luz