Café Filho

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Essi artigo é cabra macho!

Aqui si fala com sutaque nordestino, si toma cachaça, si come rapadura e se podi ti furar com pexêra si tu pensá em futucá ele, visse?

Note: não se avexe em por mais coisa nessa muléstia.

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Este artigo discute coisas intrínsecas dos Anos 50's!
Se você teve infância naquela época, provavelmente já tomou seu Toddy hoje.

Nota: Se procura o café vegetal (este aqui é o animal), consulte café.

Cquote1.png Você quis dizer: Café frio Cquote2.png
Google sobre Café Filho
Cquote1.png Você quis dizer: Café de milho Cquote2.png
Google sobre Café Filho

Heloísa Helena (esquerda, é claro) e seu pai, Café Filho (direita). Queremos agora o DNA do Ratinho

Cquote1.png Um reles café de panela, muito requentado e que, na xícara, ficara reduzido a um modesto cafezinho, um café pequeno, um café filho.. Cquote2.png
Barão de Itararé

Café Filho foi um dos ditadores do chamado Período Áureo do Brasil. Filho do Coronel Utan e da Dona Mellitta, entrou cedo pra a política. Como ditador, centrou as economias do país na produção de cocô, para a produção do Biodigestor Nacional, projeto que visava acabar com a produção de hidrelétricas, fazendo com que toda a energia necessária ao país saísse da merda aqui produzida. Infelizmente o projeto não foi adiante, mas se tivesse ido, o congresso nacional hoje poderia gerar energia para todo o braço esquerdo da Via Láctea.

Café momentos antes de receber a notícia que era o novo presidente do Brasil.

Dados desenterrados recentemente sugerem que Café Filho seria o pai da ex-senadora comunista caricata e desprovida de dente Heloísa Helena.

Eleição[editar]

Café Filho foi eleito em agosto de 1954. Com 123% dos votos válidos, obteve 100% dos votos válidos (0 votos) no estado do Acre. Sua campanha publicitária foi feita por Duda Mendonça, que conheceu Café numa sessão de briga de galo. Seu slogan era: Corrupção torrada e moída na hora. Ficou no poder durante pouco mais de um ano, quando o Fuhrer (seu apelido) foi assassinado no Bunker.

Café se emocionando na cerimônia de posse.

República do café com filho[editar]

Ninguém se lembra exatamente do que Café Filho fez enquanto presidente e nem temos muita coisa para falar, se sabe porém que o mesmo entrou para nossa desgraça e infelicidade na Presidência após Getúlio Vargas, esse sim alguém relevante, meter o louco geral e se matar, deixando como vingança para seus críticos a ascensão de Café Filho. Partindo então para a melhor parte do seu governo, sua saída, que foi inicialmente causada por problemas de hemorróida cardíacos. Em seu lugar entrou Carlos Luz, que por sua vez governou por 3 dias (famoso ejaculação precoce), sofrendo impeachment em 11 de novembro de 1955, por ser considerado meio conspiracionista, só que diferente do vampirão Michel Temer, sem muito talento e jeito pra coisa. Vendo a merda que fez, Café anunciou querer voltar ao posto máximo da vagabudagem República, mas não adiantou nada chorar pra ter a mamadeira de volta, porque também sofreu um pé na bunda dez dias depois, já no governo de outro chato ilustre presida, Nereu Ramos. A expulsão dos dois abobados é parte do Movimento 11 de novembro, que você possivelmente não estudou na sua escola por não ter muita importância, a começar pelos figurões que participaram. Tal articulação serviu para deixarem Juscelino Kubitschek assumir em 1956, pois o coitadinho de nome cheio de consoantes corria risco de ter sua posse cancelada/gópiada (porra, nem pra isso os cara serviram!!). Ou seja, o mês de novembro de 1955 foi mais doido que cego em roda Punk, com quatro presidentes: o trio de patetas Café-Luz-Ramos e o esquisitão eleito (Juscelino Kubitschek), sendo que Ramos veio já declarando estado de sítio no caneco do povão, o que podia ser evitado se não fosse as trapalhadas dos outros dois.

A Maior obra de Café Filho[editar]

A maior obra de Café Filho, foi ter atuado como goleiro titular do Alecrim Futebol Clube, um grande time de futebol do folclore de derrotas do Rio Grande do Norte.

Precedido por
Entulho Vargas
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Ditador do Brasil

1955 - 1955
Sucedido por
Carlos Luz
Donamorte1.jpg Café Filho já morreu!

Bateu com as dez!

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História do Brasil: República nem tão velha, nem tão nova (1946 - 1964)

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