Caneta

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Caneta é um instrumento de escrita, um objeto fálico versátil que serve para escrever, desenhar, pintar, rabiscar, vandalizar carteira escolar, cutucar a vagina, entre outras utilidades. A caneta é considerada o coração do material escolar, já que sem ela é impossível realizar as provas, considerando que os professores dão uma comida de rabo no aluno que responde as questões à lápis, sempre bradando aquela velha frase Cquote1.png resposta deve ser à caneta, você até pode responder a lápis, mas eu tenho uma borracha e não tenho medo de usá-la Cquote2.png. A caneta mais utilizada por alunos é a caneta azul, e a mais utilizada por professores é a caneta vermelha.

História[editar]

A caneta tinteiro.

O ser humano sempre gostou de pichar paredes e desenhar pirocas em ambientes públicos, mas na antiguidade esta prática era complicada, pois os artistas/vândalos eram obrigados a cortar os pulsos e usar o próprio sangue em suas obras artísticas, e morriam por hemorragia sem conseguirem completar sequer uma obra. Para resolver este problema, no século XXX a.C., os egípcios criaram os primeiros instrumentos específicos para escrita, o giz de cera e o cálamo, este que é o primeiro esboço do que seria a caneta. Enquanto o giz era mais indicado para vandalizar paredes, pois sua ponta é grossa e imprecisa, o cálamo era usado especificamente para escrever em papiros, pergaminhos e tábuas de fezes ressecada, pois com sua extremidade afinada, ele se mostrou ideal para desenhar hieróglifos e escrever frases de sacanagem com precisão.

O cálamo foi muito popular por alguns séculos, auxiliando muitos povos na escrita de leis, de livros e de documentos em geral. Mas quando os papiros deixaram de ser utilizados e deram lugar às peles de animais, o cálamo foi aposentado, pois ele não pegava direito na nova superfície. Assim, ele deu lugar às canetas de pena, o primeiro modelo de caneta moderna de que se tem notícia. A partir daí, as canetas foram democratizadas, pois as canetas de pena eram muito acessíveis, considerando que para poder escrever com uma, basta arrancar uma pena do cu de uma ave qualquer e molhá-la em um pouco de tinta.

Na primeira metade do século XIX, um estudante romeno falido chamado Petrache Poenaru criou, por força da necessidade, a caneta tinteiro, pois ele não tinha condições de comprar penas no mercado e não aguentava mais ter que ficar caçando patos pra conseguir penas novas pra escrever, ainda mais que ele era gordo e não possuía a agilidade pra conseguir capturar as aves antes delas fugirem. Esta caneta consiste em um pequeno instrumento fálico com tinta preta dentro, que libera esta tinta no papel através de uma leve pressão na superfície. A invenção fez sucesso pelo mundo, pois agora não era mais necessário comprar a pena e a tinta separadamente, já que a tinta já vai dentro da caneta.

Na segunda metade do mesmo século XIX, as canetas passam por mais uma transformação, com os alienígenas criando e patenteando a caneta Bic, um objeto barato, prático, duradouro e capaz de escrever bem em praticamente qualquer superfície, desde folhas de caderno até paredes de banheiro público. Por ser econômica e acessível, custando apenas $0.50, podendo ser encontrada em qualquer papelaria e conseguindo escrever até sete milhões de palavras antes de acabar a tinta, a caneta Bic é a mais utilizada por alunos brasileiros, por professores, pelo presidente Jair Bolsonaro e por vândalos, daqueles que desenham pirocas bem veiudas e peludas nas carteiras, mesas e nas paredes.

Utilização[editar]

Uma caneta Bic com fimose.

A caneta é utilizada, principalmente, por alunos do ensino médio e do ensino superior, que precisam de agilidade na escrita pra conseguir copiar toda a matéria que o professor colocou no quadro negro antes que ele apague tudo. A tinta da caneta é permanente e não pode ser apagada nem por reza braba, muito menos por aquelas borrachas bicolores que se dizem capazes de apagar tinta de caneta (mas que na verdade só rasgam o papel). Se a pessoa que está escrevendo com uma caneta cometer algum erro, ou fazer um garrancho que nem ela mesma consegue compreender, pode-se utilizar o corretivo.

O maior sonho dos alunos do ensino fundamental e da pré-escola é fazer uso de uma caneta, pois eles acham legal escrever com cores que lembram os Teletubbies e os Backyardigans, mas os professores (ou melhor, tios) não deixam, pois como a pirralhada erra muito, as vezes eles conseguem errar até o próprio nome, por questão de bom senso eles apenas permitem que as crianças façam suas atividades com lápis, aí dá pra corrigir as cagadas mais facilmente com o auxílio de uma borracha.