Capão da Canoa

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Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

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Gnome-searchtool blue.png Capão da Canoa é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Quando o fim do mundo chegar, esta cidade não vai ser destruída.

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Uma praia de Capão da Canoa com a imagem desfocada por causa do alto índice de gás metano.
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Capão da Canoa.

Capão da Canoa é uma cidade do Rio Grande do Sul, que fica no Brasil, que fica no planeta Terra, que fica na Via Láctea, que fica nesse universo em que vivemos.

Origem[editar]

A origem surgiu quando um casal queria achar um lugar discreto para poder organizar suas orgias sua família e poder viver uma vida feliz.

Mas tudo deu errado quando eles tinham que passar por um rio da região com uma canoa. E como você sabe que pessoas que vivem no mato como o Rambo sabem controlar uma canoa sem cair. Já pessoas que não moram no mato não sabem controlar uma canoa e tendem a cair.

Por isso, quando os dois estavam passando pelo rio tombaram da canoa (como se faz isso?) e tiveram que ir nadando até uma praia desconhecida. Sabe-se lá como, foi lá em que eles fundaram a cidade.

Turismo[editar]

Por causa das praias, camelôs e produtos falsificados e a preço de banana, a cidade é perfeita para os turistas brasileiros que queriam um Paraguai brasileiro ficaram felizes: agora eles podem comprar produtos baratos e falsificados sem precisar enfrentar o cheiro de mijo que o Paraguai tem e não precisam ter uma diarréia quando comem um hambúrguer.

Agricultura[editar]

Agricultura? Tu tá maluco? Como uma praia tem agricultura? Francamente...

Os habitantes cultivam bananeiras. Como vender bananas (ui!) é uma boa forma de agricultura (se é que dá pra chamar isso de agricultura) muito boa, pois as bananas nunca deixam de ficar maduras e podem ser plantadas em qualquer época do ano.

Pensando nisso, um fazendeiro resolveu usar como plantação um antigo aterro de lixo tóxico, sem saber que lixo tóxico não serve como adubo.

Então mais tarde, quando foi vender as bananas elas até brilhavam! As incríveis bananas radioativas acabaram sendo usadas pela polícia como granadas naturais.

Cultura[editar]

Povo Bicuíra[editar]

O povo bicuíra, como é chamado o tipico morador de Capão, migrou para estas terras ainda durante a década de 70. Vindos do litoral norte de Santa Catarina, esse povo trouxe para a cidade um sotaque horrível, farofada e veronas muitas famílias buscando por um lar com paz e sossego. Os bicuíras tem seu próprio dialeto, o Bicuirês. Fazem parte do vocabulário bicuíra as seguintes frases e palavras: ãssa galo, galo, ãiãiãi, não tem pareia, faiudo, na boga, etc. Além de falarem de uma forma cantada e rápida. A maior parte do povo bicuíra vive do obrão, galo véio.

Capital Mundial do Tibia[editar]

Capão da canoa é reconhecida em toda a galáxia por ser a capital do Tibia. Doze a cada dez caponenses Jogavam/jogam/jogarão Tibia alguma vez na vida.

Veroninhas[editar]

O meio de transporte mais popular da cidade não é o carro, a moto e muito menos o Serra Mar, e sim as famosas veronas (veroninhas bombadas para os caponenses). Elas são bicicletas modernas e com um visual que é um ahazo bixa despojado. Sempre fazendo bicuíragens, os caponenses insistem em incrementar suas veronas com pinturas loucas, nomes dos donos pintado de errorex, churrasqueiras, luzes de natal e buzinas. As veronas são tão importantes para a história município que por conta destas, uma nova unidade de medida foi criada. o poste. Muitos bicuíras passam tardes empinando suas veroninhas pela Avenida Paraguassú, e para calcular a distancia percorrida empinando a tal, calculam o numero de postes por qual passaram.

Centro[editar]

O centro de Capão da Canoa é muito conhecido por ser o ponto de encontro de pessoas não intelectuais, funakeiros e sem cultura, marginais de várias cidades costumam se encontrar e bater carteiras por ala. Os melhores locais do centro são: A Praça do farol, Praça do farol, Praça do Camelódromo, Praça do Raul e a Iemanjá onde a galera come e enche a cara com as oferendas. Apesar destes serem os melhores locais do centro, o melhor ainda é a famosa calçada que nos miados de 1999 foi fundada pelos senhores da GDF, assim chamados os membros de uma das bandas de rock mais pioneira da cidade, a que nunca teve sucesso em eventos por ser conhecida como a banda mais destruidora de instrumentos da cidade.

Calçada[editar]

A Calçada Fundada em 22 de Agosto de 1999 por Alex Lanzendorf para ser o local de encontro dos roqueiros de todo o RS, para beber, rodas de violão, umas paqueras e desperdiçar muita grana. A calçada era ocupada por vários roqueiros, todos mantinham uma diplomacia entre si, era um território revindicado, não só pelos locais, mas por quem vinha de fora buscando em sua perdição um espaço para se expressar. A calçada carrega o fardo de muitos eventos, cicatrizes de grandes vomitações e ugos que corriam a solta, foi palco de muitas porradas, se existissem tavernas em Capão da Canoa, A Calçada, com certeza seria a melhor delas.

A Calçada revolucionou se tornando palco de grandes composições musicais, por exemplo um clássico da banda Aerolitos, "Defunda Virgem". A chegada da Tribo do Chalapa deu vida a uma nova expectativa. 2001 foi visitada pela primeira vez pelo Amigo "Blink" que trouxe para as rodas de violão, Blink 182, Greenday e System of Down, mas foi em 2002 que nasceram as lendas urbanas da calçada... O amigo Scooby, o homem que não tinha um dedo. O Tiago, o Mago que controlava o Crânio da Anastácia e claro os Alex Lanzendorf O Demonio do Cemitério que induzia todos a passarem suas noites bebendo com os mortos.


A Revolução A Calçada, a princípio era o local e refúgio de quatro tribos puras, Roqueiros, Lanzendorf's, Punks e Nerds, Ambas as tribos viviam em harmonia defendendo umas as outras. Cada ano que passava novas tribos surgiam de 2002 a 2003 o maior aumento registrado, foram as tribos estrangeiras que por ali passaram nos deixando sua herança, cultura e lendas.

2004 A Calçada já não era mais a mesma, pessoas de tudo que espécies, Emos, Angelonicos e Chatomancers foram as tribos que mais se destacavam no cenário armagedônico da calçada. Chatomancers induziram as tribos Emos e Angelonicos a se juntarem em sua ideologia e fundarem uma única tribo, "Cassistas-NSs". As tribos puras se obrigaram a migrar para as praças locais para evitar a contaminação ideológica. A nova geração que nascia, profanara a pureza da calçada impondo doutrinas NS iniciando-se uma guerra que resultou na perseguição aos Punks. As tribos puras então se reuniram para pelejar contra os Cassistas-NSs. Foram dois longos anos de peleja, no 2º Ano, o retorno triunfal de Alex Lanzendorf e o renascimento da Tribo Drikonia foi possível restaurar a paz, mas por pouco tempo até que uma nova ameaça surgiu, mas dessa vez não eram os Cassistas-NSs e sim um líder ditador que queria impor sua tirania, refundando e reforçando a tribo Angelonica com o propósito de não perseguir só os Punks, mas os Nerds prolongando a guerra por mais 1 anos. Acabou que a vitória foi das tribos puras e desde então a paz tem reinado.