Caso das Máscaras de Chumbo

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T O P | S E C R E T |!
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Atenção! Este artigo é sobre uma teoria conspiratória, então tome cuidado com o conteúdo que estiver lendo.

Lembre-se de que o 11 de setembro foi uma farsa armada pelo governo.


Cquote1.png Você quis dizer: Os homens da Máscara de Ferro? Cquote2.png
Google sobre Caso das Máscaras de Chumbo

Típico alienígena gay que se evita utilizando uma Máscara de Chumbo. Talvez o ET do Caso seja um Kryptoniano bicha, nunca se sabe.

Cquote1.png Experimente também: Leonardo DiCaprio Cquote2.png
Sugestão do Google para Caso das Máscaras de Chumbo
Cquote1.png Nem ví! Cquote2.png
Qualquer um sobre o Caso das Máscaras de Chumbo
Cquote1.png Passou no Linha Direta! Cquote2.png
Viciado na Globo sobre o Caso das Máscaras de Chumbo que passou no Linha Direta
Cquote1.png Eu tenho medo! Cquote2.png
Regina Duarte sobre Caso das Máscaras de Chumbo

Apresentação[editar]

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Conhecido (ou não) como um dos casos mais intrigantes sobre Ufologia no nosso rincão Brasileiro (apesar de eu nunca ter ouvido falar nele, pelo menos não até ter escrito sobre), o Caso das Máscaras de Chumbo teve uma grande repercussão nacional assim que aconteceu, por volta de 1900 e guaraná com rolha (mais precisamente em 20 de agosto de 1966 nem tinha nascido ainda), quando os protagonistas da budega, os senhores Manoel Pereira da Cruz e Miguel José Viana, foram encontrados (claro que não com vida) jogados em um morro qualquer de Niterói, no Rio de Janeiro, portando algumas porcarias e nada menos do que duas máscaras de chumbos sobre os olhos (se eram máscaras, queria que estivessem onde?).

Os achados[editar]

No dia 20 de agosto de 1966, enquanto estava empinando uma pipa calmamente em um morro carioca próximo às linhas de eletricidade (segurança sempre!), o jovem Jorge da Costa Alves de então 18 anos, que resolveu matar aula para ficar na rua, acabou se deparando com uma cena bizarra quanto mais foi se aproximando do topo do morro, que nem era lá uma montanha, mas era uma pequena elevação pelo menos. Ele encontrou o corpo de dois homens esparramados no chão, trajando de ternos e capas de chuva. Sabendo que estava no Rio de Janeiro e desovas desse tipo são comuns por alí, nem se preocupou, mas uma coisa lhe chamou a atenção.

Os rostos dos presuntos encontrados por Jorge em um morro de Niterói. Com essas caras, não é a toa que algum ser do universo os queriam mortos.

Ele percebeu que os caras poderiam estar bêbados e resolveu tirar proveito disso roubando a carteira deles, porém, ao chegar mais próximo, percebeu que eles utilizavam-se cada um de uma máscara de ferro, que de longe pareciam óculos de sol da Rayban. Achando que fossem corpos de Playboys, e não querendo tocar em nenhum deles por devido nojo, achou melhor alertar as autoridades para checar a coisa, já que não queria ser culpado de nada se os caras realmente estivessem mortos.

Assim que as autoridades chegaram, o moleque foi logo colocado contra a parede, ficou com as pernas afastadas e logo chingado de marginal pelos miliciantes, mas como pelo menos tinha um policial sério por alí e que percebeu que não estavam diante de qualquer caso, o moleque foi solto e o crime começou a ser investigado. Do lado dos corpos, foi encontrado uma garrafa de água vazia e um pacote com duas toalhas de motel, sendo que nenhuma das toalhas estavam usadas (dava pra reaproveitar ainda). Porém, as máscaras que os corpos usavam eram o que mais chamava atenção, pois eram feitas de chumbo, exclusivamente usadas para proteção contra radiação e para anular os poderes do Super Homem.

Além disso, ao revistar os corpos à procura de dinheiro, os policiais encontraram um bloco de papel com símbolos de Kriptonianos e números, além de uma carta em que estava analfabetamente escrito: "16:30 - encontrar com os Aliens para almoço. 18:30 - engolir cápsulas, usar as máscaras e agonizar até morrer!". Isso realmente é Fantástico incrível.

A investigação[editar]

A carta deixada pelos caras. Com esses garranchos, não é de se desconfiar que tenham sido escritas pelos próprios ET's ou mente mais primitiva ainda.

É claro que tal fofoca tinha que circular rapidamente por toda a cidade, ainda mais nesse tempo em que a população de Niterói ainda não era muito grande, fazendo com que a notícia logo se espalhasse. A polícia logo investigou o caso com os parentes mais próximos dos dois, mas as informações sempre batiam e nada ficava resolvido, mas especulações foram o que não faltaram.

Porém, a priori, a vida dos caras nos dias antes de suas mortes seguiram à risca tais informações: Em 17 de agosto, três antes antes de serem encontrados já presuntos, eles pegaram o beco de sua cidade, Campos dos Goytacazes, para Niterói ou algum lugar das redondezas, mentindo e falando que iriam comprar 10 quilos de carne para 20 comer, saindo da cidade com mais de oito mil reais cruzeiros (sim, estamos em 1966, ainda eram cruzeiros, meu caro), o que corresponderia hoje a R$ 3.000 reais, tudo em notas de alto valor; eles pegaram um ônibus e chegaram a Niterói pela tarde, onde compraram as capas de chuva e a garrafinha de água de 600 ml.

A tia que os atendeu no bar, falava que Miguel estava muito nervoso com cara de quem seria abduzido a qualquer momento, sem falar que toda hora ficava olhando para o relógio, que nem aquele coelho branco de Alice no País das Maravilhas, como se estivesse atrasado para alguma coisa. Sabe-se ainda que depois do bar eles pegaram o beco para o tal morro onde eles ironicamente "morroeriam" (MWAHAHAHAHAHA! Perdão do trocadilho, não pude evitar!).

Uma senhora, chamada Gracinda Barbosa Cortino de Souza, e seus filhos que estavam observando o Céu noturno daquele mesmo dia, afirmam ter visto um OVNI sobrevoando o morro no dia do incidente, sendo esse fato por coincidência (ou não), no mesmo horário que os caras provavelmente teriam morrido, segundo a autópsia que seria feito mais a frente. O mais incrível é que essas coisas somente aparecem à vista quando o caso já aconteceu, pois a mulher em nenhum momento do "achado" dos corpos citou qualquer coisa, mas quando a Globo foi lhe entrevistar, ela logo achou uma estória pra contar.

O resultado[editar]

As famosas Máscaras de Ferro Chumbo ficaram mais conhecidas que os próprios mortos com elas.

Durante a autópsia dos corpos mortos (Ah, vá!), não foi encontrado nenhum ferimento em nenhuma parte do corpo de nenhum dos caras, alegando assim que a morte não foi provocada por assassinato ou algo do tipo, pelo menos não que fosse visível. Porém, uma investigação de substâncias tóxicas (do tipo dorgas, cogumelos alucinógenos, ou mesmo gatinhos) não pode ser realizada nos "achados", pois os mesmos não tinham sido conservados do modo exato depois das mortes, como pede a praxe de investigações criminais. Pows, os caras foram achados três dias depois de mortos, queria o quê? Que os ET's os matassem e ainda passassem formol neles para conservá-los para o velório?

Por esse motivo, o caso ainda continua sem solução alguma, nem mesmo as máscaras de chumbo tiveram uma explicação lógica para a utilização. Mas podemos tirar suposições: Os caras compraram uma capa de chuva, máscaras de metal e foram pra cima de um morro, certo? Então, provavelmente, eles foram atingidos por um raio nos olhos (já que em cima de um morro raios são fáceis de cair), que foi atraído pelo metal das máscaras durante uma chuva (por isso eles estavam de capas). O raio pode ter sido confundido com um OVNI pela dona Gracinda e o dinheiro que eles tinham e que não foi encontrado, provavelmente foi roubado por Jorge quando encontrou os corpos. Fim do caso!

Ver também[editar]