Chester (marca)

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Nota: Se procura por mais Chesters, consulte Chester

Cquote1.svg Isto non ecziste!!! Cquote2.svg
Padre Quevedo sobre Chester
Cquote1.svg Acho que já vi um em Marte! Cquote2.svg
ET de Varginha sobre Chester
Cquote1.svg Chester glu glu glu! Cquote2.svg
Steklovata sobre Chester
Cquote1.svg Ai, vou comprá um Chesti pra ceia di Natau! Cquote2.svg
Você, seu pobre!
Cquote1.svg Você quis dizer: Peru de Natal? Cquote2.svg
Google sobre Assunto
Cquote1.svg Você quis dizer: Chester Bennington? Cquote2.svg
Google sobre Chester
Cquote1.png Experimente também: Com farofa e molho de laranja! Cquote2.png
Sugestão do Google para Chester (marca)

A única imagem do "animal" em vida

É aquela coisa do tamanho de um peru, mas com gosto de frango, que só ouvimos falar em época de natal e ano novo. O curioso é que ninguém nunca viu um exemplar. E o mais curioso: como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester?

P.S.: Você já viu um chester? Conte-nos como foi a sua experiência sobre esta ave misteriosa.

História Secreta

Segundo estudos da Nasa, o Chester® é um peru de Chernobyl nascido do cruzamento de um peru normal com uma galinha também normal, mas, na hora que os reatores da fatídica usina atômica homônima explodiram e derreteram e afundaram até o centro da Terra, liberando grandes quantidades de lixo tóxico para o ar, os pintinhos da galinha nasceram todos transgênicos, transgêneros, monstrinhos, aberrações sem alma, sem coração... e sem cabeça, já saindo dos ovos com um metro de altura, sendo considerados aves doentes, pseudo animais com problemas mentais, se alimentando 24 horas e sem nunca defecar.

Os exames de DNA deram positivo para avestruz, porém, o Chester se parece muito com um frango convencional que sofreu uma mutação em laboratório.

Um Chester normal consegue transmitir as suas mutações genéticas para espécies complexas como a humana, por exemplo, quando esta se alimenta de sua carne, processo que ocorre por meio de reedição do código genético do hospedeiro, sem alterações visíveis no seu visual, no entanto, os observadores mais atentos identificam uma alteração comportamental homossexual nas vítimas, sendo popularmente chamados de frangões.

Os Chesters só saem do seu casulo por volta do período natalino, razão pela qual somente nesta época é que são vistos seus corpos mumificados e congelados em supermercados e correlatos.

Segundo os laboratórios secretos nazistas que os reproduzem, os Chesters são alimentados com hormônios anabolizantes antibióticos que estimulam desenvolvimento de um terceiro olho nas aves, que são retirados na hora do abate para estudos do porquê essas aves não conseguem andar, comer e nem beber direito, sendo necessário a colocação de uma sonda nasogástrica peritoneal.

Algumas variações dos Chesters já foram identificadas e categorizadas como Fiesta, Supreme, e Frangos de Pelotas tchê!

Local de Origem[editar]

Reza a lenda que os chesters (ou em bom português: chesteres) são aves pré históricas que são achadas nos confins de Matagal Capinzal. (Nota: Capinzal é um lugar tão escondido, mas tão escondido, que nunca soubemos a sua real localização). Ou então em algum lugar do Acre.

Como São?[editar]

Ninguém sabe ao certo como são estes exemplares. A única informação que temos - e que não podemos comprovar - é de que 70% do seu corpo é somente peito e coxas, sendo 30% divididos entre cabeça, asas, pé e penas. Devido ao seu corpo mal distribuído, esses animais não se locomovem, sendo muito mais fácil então capturá-los e abatê-los. Nem mesmo sabemos se são mesmo aves, como dizem nos comerciais. Sua reprodução é um grande mistério, pois estas aves só aparecem entre o final de novembro e a primeira quinzena de dezembro, e depois desaparecem.

Outra Versão (dizem que é a mais provável)[editar]

Dizem as más línguas que o Chester não existe. E que na verdade, eles são os restos de todo o lixo produzido pelas fábricas que são perseguidas por ambientalistas. Os donos das fábricas, coitadinhos, são perseguidos pelos eco-chatos e não podem largar ou enterrar seu lixinho num terreno baldio qualquer. Então, para não perderem dinheiro e não encherem suas empresas de tralhas, reuniram-se e estudaram a criação de algo que pudesse ser adquirido por todas as massas (em especial a dos pobres, que adora novidades!), que fosse barato e que pudesse ser muito vendido. Foi ai que nasceu o Chester! Não com esse nome (seu nome experimental era lixius fedorentius comestibile)! Não com sua forma original, a de corpo de peru com gosto de frango, mas numa versão experimental mais deformada! E para confirmar que o produto seria de grande aceitação, foram convidados todos os pobres e mendigos das regiões mais próximas, que simplesmente a-ma-ram o rango! Mas o grande problema era que mesmo o lixo do ano todo não era suficiente para fazer a produção do novo experimento durar os 365 dias. Então, resolveram que ele seria vendido numa data onde todos estariam com dinheiro e seduzidos pelo demônio do consumismo. E qual a melhor época que o Natal, antecipado sempre pelos 13ºs salários, 14ºs (ah! isso para quem pode!), férias, caixinhas, etc?! Decidido a melhor época para a venda, a nova dúvida era: "Que forma terá?" "Como se chamará?" Quanto à forma foi fácil: como tudo que não é carne tem gosto de frango (isto é fato: perguntem, com a maior cara de nojo, a quem comeu ; gato; calango; cobra; etc, que gosto a carne tem? Eles responderão: "Ai, nem é tão nojento assim, tem gosto de frango!"), não teria como ser outra coisa. Então eles prepararam formas em formato de frango, porém em tamanho maior, como de peru. E o nome Abemus Chester Nobilis foi em homenagem ao imperador Cesar (não, não sei porque). E assim foi criado uma coisa que todo mundo pode comer - desde o mais rico até o mais pobre - que é barato e não é trabalhoso de se fazer.

Propaganda[editar]

No início, a propaganda na TV era: "Abemus Chester Nobilis: coxubus suculentus; pectus fartus et humidus". A verdade é que ninguém entendia mesmo, mas só a imagem daquela galinhona assada dava água na boca e todos iam comprar seus exemplares! Com o tempo, como tudo no Brasil é inventado, ABEMUS CHESTER virou AVE CHESTER!

Super sucesso[editar]

Não interessando a origem, qual o cidadão que não assa um chester no Natal? Nem que a empresa dê um na cesta natalina, 99,9% da população já comeu (principalmente quem trabalha em mercados, pois quando sobra muito Chester - o que é raro, mas acontece - eles são obrigados a comerem a pobre "ave" todos o dias, até que o estoque acabe!). Chester é igual a carne-seca: geral fala que é carne de cavalo, mas ninguém deixa de comer. É igual a presunto: dizem que é feito de carne podre, e ninguém deixa de comer. É igual a linguiça: dizem que é feito de tripa de porco com restos não aproveitados do pobre animal, mas quem resiste ao cheiro de uma linguiça torradinha no churrasco de fim de semana? Assim é o chester: pode ser lixo, ou uma aberração pré-histórica. Quem vai deixar de comer? É gostoso mesmo...

Certeza Absoluta[editar]

A única certeza que temos é que Chester é como velório de anão, ex-viado; filho de prostituta chamado Júnior, cabeça de bacalhau, entre outros: ninguém nunca viu.