Cláudio Cavalcanti

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Cláudio Murillo Cavalcanti
Claudio cavalcanti.jpg
Em seus tempos de juventude
Nascimento 24 de fevereiro de 1940
Rio de Janeiro
Morte 29 de setembro de 2013
Rio de Janeiro
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação Falecido

Cláudio Cavalcanti foi um ator, diretor de televisão, produtor teatral, escritor, tradutor, cantor, dublador, radialista e político brasileiro. Ou seja, onde ele pudesse se enfiar para chamar atenção da mídia e ganhar dinheiro, lá estava ele.

Biografia[editar]

Influenciado pela esposa Maria Lucia Frota, era vegetariano e vinha dedicando sua vida aos direitos dos animais. Não que ele realmente se importasse com essas coisas, mas para evitar que a patroa o mandasse dormir no sofá, preferia obedecê-la.

Carreira[editar]

Começou a trabalhar ainda na adolescência, fazendo sua estreia como atormentado em 1956, e desde então nunca parou. Ao longo de sua igualmente longa carreira, acumulou uma porrada de filmes, novelas e peças de teatro, arriscando-se inclusive a dirigir automóveis algumas obras. Como era bonitão na juventude, geralmente pegava sempre o papel de galã e comia todas as gostosas daquela época.

Cláudio Cavalcanti não era bonito apenas na aparência, e também possuía uma bela voz. Graças a isso, foi capaz de complementar suas atividades artísticas fazendo locuções de rádio e dublando filmes. Na dublagem, seu papel mais conhecido foi como o protagonista furry homônimo de Robin Hood, animação desconhecida clássica da Disney. Chegou até mesmo a gravar um disco que nem sequer tinha nome, mas foi um sucesso de vendas em 1971.

Em 2001, cometeu a cagada de se envolver na política, e foi eleito vereador do Rio de Janeiro. Como o mote de sua campanha visava os direitos dos animais, suas propagandas eram apelativas e mostravam o ator rodeado de bichinhos fofinhos. Com esta mesma estratégia, conquistou a reeleição em 2004. Ao longo de seus dois mandatos, tentou proibir circos, rodeios e testes de laboratório em animais, mas acabou sendo vetado pelo então prefeito e pau no cu César Maia. Em 2008, concorreu ainda ao cargo de deputado estadual, mas houve falcatrua nas votações e quem ganhou foi um tal de Natalino José Guimarães, que posteriormente foi cassado.

Nas horas vagas, Cavalcanti gostava muito de escrever, o que lhe rendeu a publicação de cinco livros. Todos eles ficaram encalhados nas prateleiras das livrarias e ninguém leu. Três deles foram republicados mais tarde, mas novamente foi um fracasso de vendas. Mas isso nem fez tanta diferença, pois o cara já estava rico mesmo... Aliás, com a quantidade e o tempo de serviços oficialmente prestados, Cavalcanti seria hoje um dos poucos brasileiros que teriam condições de se aposentar de acordo com a lei vigente.

Atualmente[editar]

Aos 73 anos de idade, após passar vários dias mofando na UTI, Cláudio Cavalcanti faleceu devido a um ataque cardíaco que levou à falência múltipla de órgãos. Provavelmente ele foi vítima de algum recalcado com inveja de suas conquistas que escreveu seu nome em um Death Note. Seu corpo foi cremado e suas cinzas foram jogadas ao mar, contribuindo para a poluição dos oceanos.

Prêmios[editar]

Apesar de sua extensa carreira, nenhuma das áreas profissionais transitadas por Cláudio Cavalcanti lhe rendeu algum prêmio oficial. O máximo que ele conseguiu foram algumas medalhas honorárias fornecidas por instituições governamentais.

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Cláudio Cavalcanti no Mundo do Contra:

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