Cobra Honorato

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Regina Duarte sobre a irmã da Cobra Honorato.
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Programa do Ratinho sobre qualquer coisa que não tem haver com esse artigo.

Irmã da cobra Honorato tocando o terror.

Cobra Honorato é uma das lendas mais conhecidas da região Norte do Brasil, principalmente entre os índios e os caboclos. Provavelmente foi criada porquê os índios não se conformavam com poucas cobras lendárias, e queriam pelo menos mais uma para completar o time de cobras lendárias, então, após alguns cachimbo da paz, eles saíram com essa lenda, enviada por Alá Tupã especialmente para essa ocasião.

A Lenda / A História/ A Mentira/ A Qualquer Merda[editar]

Após algumas noites regadas à Sexo, drogas e rock'n roll, o pajé e o cacique da tribo dos Titicarunafaca saíram da maloca celestial com mais uma lenda quentinha para a tribo. A lenda da Cobra Honorato.

De acordo com o escrito nos pergaminhos confeccionados em folha de bananeira, uma índia que se amarrava em dar para os animais da floresta engravidou de ninguém menos que de Boiúna, uma cobra grande e muito bem dotada. Após os famosos nove meses, ela pariu duas crianças, gêmeas, um menino e uma menina. Só que a filha da puta da índia não queria os dois filhos, pois eles atrapalhariam muito sua vida de putaria, e resolveu jogá-los no rio logo depois de nascerem.

Como a história não pode acabar aqui, as crianças, de uma forma milagrosa as crianças se transformaram em cobras, sobreviveram e se criaram sozinhas na selva. Tipo o Tarzan, só que sem os gorilas. O menino era chamado de Honorato e sua irmã não tinha nome, tamanho sua rebeldia. Honorato era aquele típico filho que toda mãe queria ter. Comportado, estudioso, comia verduras e legumas, não ficava até tarde da noite na frente da televisão e fazia todos o dever de casa sem que fosse preciso alguém mandar, até mesmo por não ter ninguém para mandar. Já sua irmã era o oposto. Usava drogas, curtia metal, se prostituia em troca de nada, pixava as árvores da floresta, humilhava os animais e era feia.

As maldades que essa pequena filha de uma puta (literalmente) fazia eram tantas, que Honorato foi obrigado a matá-la, de forma fria e calculista, como um perfeito psicopata. E após matá-la, para que não descobrissem essa mácula em sua vida de criatura exemplar, ele foi obrigado a comê-la com feijão e farinha.

Alguns dizem que Honorato às vezes se destransforma, ou seja, vira um rapaz e sai da água para comer algumas meninas indefesas, já que quando é cobra o máximo que ele consegue é espantar todo mundo. Nesse ponto, essa lenda assemelha-se à lenda do boto. Só parece, pois na verdade, a cobra Honorato, um tempo depois, foi libertado de sua forma de cobra pra sempre e até os dias atuais fica viajando de interior em interiro do estado do Amazonas comendo as meninas e mulheres que lhe derem bola. Bola não, vagina.

Cobra Honorato, a cobra gente boa!

Ver Também[editar]