Crítica da Razão Pura

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Crítica da Razão Impura
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Capa da versão brasileira
Autor Immanuel Quente
País Bandeira da Polônia Polônia
Gênero Prolixidade pura
Editora -
Lançamento 1781


Crítica da Razão Pura (não confundir com a obra de igual fama, a Crítica da Ração Pura de Immanuauau Cãote) foi um livro publicado no auge da prolixidade de Immanuel Kant, uma obra destinada a um monte de alemães metidos a sabichões comprarem, lerem e fingirem que entenderam.

Em pouco tempo um monte de gente já estava dizendo que houve uma revolução intelectual. Depois vieram dois outros tijolos de papel, a Crítica da Razão Prática e a Crítica do Juízo, além de outras belezuras, como o postulado "Prolegômenos para uma metafísica do futuro que se deverá constituir como uma ciência", assim concluindo a trilogia de quatro livros de Kant sobre a razão.

Estudos[editar]

Embora todos achassem Kant fodão, nenhum alemão teve a coragem de admitir que não entendeu nem o título do livro e continuaram fazendo pose de espertalhões, pois eles tinham muito medo dos outros rirem da cara deles.

Um século depois, alguns franceses burros, que não percebiam que os alemães só estavam fazendo pose de gênios e não entendiam nada - afinal, o livro foi escrito em uma língua que só Kant entendia - quiseram ser fodões também. E lá foi o mais famoso deles, Deleuze, ler Kant para tentar ficar foda, mas a única coisa que ele conseguiu foi ficar louco e escrever, junto com Guattari, outro paciente do hospital psiquiátrico no qual estava internado, o Anti-Édipo, no qual eles dissertam sobre os males das hemorroidas.

Razão pura[editar]

Kant era um filósofo proeminente por sua ferrenha oposição à ideias insanas dos filósofos franceses de sua época, especialmente sobre a ideia de que a realidade fosse real, e para combater esse pressuposto, decidiu formular a sua crítica, para que assim pudesse desmistificar o que se acreditava ser a razão pura, e demonstrar as vantagens da razão impura.

O conceito de "razão pura" foi formulada pela primeira vez em 370 aC por Aristóteles, quando ele se fez a pergunta mais fundamental da filosofia: Cquote1.png Por que? Cquote2.png E depois de meses de reflexão e sacrifício de animais, surgiu a resposta brilhante: Cquote1.png Porque Cquote2.png. Isso foi anunciado pelos filósofos em toda parte como a realização suprema do pensamento pré-cristão . De uma só vez, todas as principais questões filosóficas foram nitidamente respondidas e subsequentemente eliminadas.

Essa ideia, chamada de Razão Pura forneceu a base filosófica para toda ação filosófica ou religiosa nos próximos 16 séculos. Evidências da surpreendente influência da Razão Pura podem ser vistas até mesmo na obra de Santo Agostinho, que meramente reaplicou a razão pura à teoria da Escatologia Cristã, que em resposta à questão ontológica preeminente de Aristóteles, "por quê?", a partir da revelação da existência da divindade Santíssima Trindade via Cristo, a resposta mais sensata seria, portanto: Cquote1.png Porque Deus! Cquote2.png.

Kant surgiu para desmistificar tudo isso, procurando provar que a razão pura não existia.

A crítica[editar]

"Razão Pura" é definida como um termo filosófico sofista segundo Kant, pois se a "razão pura" é "pura", e a "razoabilidade" é "puramente razoável", a razão pura é portanto razoável. Mas isso não quer dizer que a "razão pura" seja "razoavelmente pura". Isso é uma mera tautologia.

Desse modo, se todas as verdades filosóficas são verdadeiras na realidade, todos os termos X são verdades filosóficas e, portanto, são verdadeiros na realidade. Assim: Se X1 for verdadeiro, então df.X pode executar qualquer ação metafisicamente possível, além de várias outras ações a serem decididas por arbitragem em uma data posterior. Se X2 for verdadeiro, então df.X pode ser qualquer proposição verdadeira p, sendo que X correlaciona-se com p que é casualmente familiarizado com os amigos de df. Se X3 for verdadeiro, então df.X não executa nenhuma ação porque é apenas um monte de notações em uma página. Assim como X1 é indefinido, mas verdadeiro, e X2 está relacionado a X3, sendo que p(2) tende a p(infinito), é assim X(p) sempre verdadeiro e sempre não verdadeiro simultaneamente, já que X3 é apenas um punhado de palavras em uma página, ficando nítido que a "razão pura" é um conceito contraditório e puramente ilusório.