Cultura dos Estados Unidos

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Cultura dos Estados Unidos é baseada em três pilares essenciais: "rechaço aos inteligentes"; "popularidade"; e "bullying" e pode ser meticulosamente estudada ao assistirmos as relações intersociais presentes em Friends, Sex in the City, Eu, a Patroa, e as Crianças, The Big Bang Theory, American Dad e todos filmes American Pie e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e também a série Família Soprano que juntos são o resumo de toda vida de um cidadão estadunidense médio.

Resumo da cultura dos Estados Unidos.

A cultura dos estadunidenses é uma procura eterna por popularidade e status de maneira que o maior grau possível de destaque na sociedade é tornar-se um mártir psicopata serial killer que faça uma chacina numa universidade e depois se suicide e vire notícia na televisão (e você achava que as escolas do Brasil eram ruins). Para quem não quer se matar outra opção de marcar pontos na sociedade é fazer viagens ao redor do mundo e visitar países subdesenvolvidos como Libéria, Bolívia ou Papua-Nova Guiné... No caso de visita aos países latino-americanos vale mais pontos devido ao choque cultural irreversível ao saber que a "América" ​​não é apenas os Estados Unidos.

Dizem que os Estados Unidos é o país da liberdade, e claro que o é! Você apenas não pode ser comunista, negro, gay, ateu, muçulmano, nerd ou vagabundo. Curiosamente, apesar de os comunistas serem punidos com vários anos de prisão, no entanto o uso de camisas do Che Guevara são permitidas, isso porque todos na América não sabem absolutamente nada sobre ele, quem foi ou o que fez.

Acredita-se que eles sejam responsáveis por invenções muito brilhantes como a lâmpada e a seringa de heroína, mas confirmou-se que eles também inventaram a guerra, gordura, pornografia com loiras siliconadas e fraude eleitoral.

Arquitetura[editar]

A arquitetura dos Estados Unidos não é nada especial, eles são viciados em construir arranha-céus isso sim, onde tiver espaço lá surge um gigantesco prédio, o seu propósito é incerto, mas parece ser um dos objetivos fincar em seu topo inúteis mastros da bandeira americana para que o Homem-Aranha grude nelas para fazer pose bonita para trailer de seus filmes, ou mesmo colocar relógios lá no alto onde ninguém nem com binóculos consegue consultar as horas, tudo em nome da gastança sem limites de quem está podre de dinheiro. Há prédios até nas cidades mais esquecidas do país.

Sabe-se que a arquitetura dos Estados Unidos por ser assim tão debochada e sem esmero nenhum, afinal o Empire States por exemplo é comum como qualquer prédio mais ou menos de Londres.

Para as casas da classe média, é comum sempre haver jardins espaçosos, cercas pequenas, sendo basicamente um casebre de madeira que pode ser removido por qualquer caminhão.

O ápice da desaprovação internacional da arquitetura norte-americana ocorreu em 2001 quando um grupo de arquitetos islâmicos consideravam o World Trade Center um ultraje à arquitetura de tão feio e sem criatividade, não passava de um prédio em formato de tijolo e enorme e isso insultava os arranha-céus de Dubai que são cheios de frufrus. O WTC foi portanto implodido para ver se os americanos constroem algo mais bonito no lugar, e infelizmente não foi o que ocorreu com o 2 World Trade Center.

Música[editar]

Apesar do rock e da guitarra elétrica terem sido acidentalmente inventadas nos Estados Unidos por escravos que tocavam trompetes em New Orleans, este estilo musical nunca foi o mais popular dos Estados Unidos justamente devido à fortíssima cultura de segregação racial existente no país, de maneira que o povo de classe média branca do país se preste a escutar lixos como Katy Perry e só tolerar o Michael Jackson depois que este se pintou de branco.

Acredita-se que os Estados Unidos são os responsáveis pelo decréscimo exponencial de neurônios dos adolescentes de todos países do mundo com sua música pop de cantoras de voz estridente, músicas repetitivas e letras irritantemente fúteis ou apenas sem o menor significado mesmo, como as músicas de Beyonce, Kesha, Lady Gaga, Nicki Minaj e mais umas 50 inacreditáveis celebridades musicais que não conseguem cantar bem nem com autotune. A única cantora realmente excelente que surgiu nos Estados Unidos foi a Rebeca Black, mas como sofreu bullying nos comentários do youtube de sua excelente música de estreia, ela perdeu toda credibilidade.

Lá também existe o rap, a versão gringa do repente, estilo musical cantado pelos niggas, maneira pela qual eles chamam seus Manos. O rap nunca é cantado em inglês, mas sim num dialeto incompreensível e cheio de cuspe dos cantores de rapers e sem contar que esses filhos de uma puta vivem se achando o máximo, os reis do pedaço.

Cinema[editar]

Os Estados Unidos é a sede de Hollywood, a produtora de filmes ruins mais assistida do mundo, seus filmes sem sentido, sem profundidade e sem roteiro são assistidos em todo mundo graças à uma campanha agressiva de marketing que convence a todos de que roteiro, atuação e direção são componentes totalmente secundários e o que realmente importa são efeitos especiais. Estes filmes são caracterizados por patriotismo, compreensão, respeito, machismo e perdão. Uma pesquisa realizada em 2006 mostra que 44% dos americanos acreditam que filmes como Brokeback Mountain refletiu a mudança de atitudes da América. O que isto significa é, uma grande minoria dos americanos acreditam que Hollywood está na vanguarda de crenças e ações sociais.

Literatura[editar]

Os Estados Unidos, como um país povoado por obesos preguiçosos e nerds punheteiros, não existe uma pessoa sequer que leia algum livro por lá, e mesmo assim eles publicam livros para fins de decoração ou calçados de mesa. O que explica porque a maior intelectual do país, Miley Cyrus, nunca lançou qualquer livro, pois ela sabe que jamais será lida mesmo (o livro que ela lançou, na verdade é apenas para ser usado de poster).

O que ocorre nos Estados Unidos é que como ninguém lê, eles são obrigados a fazer filmes dos livros para que uma horda de pseudo-fãs pseudo-leitores possam enganar alguém que leram algum livro por assistirem seus filmes. Pessoas que ousam lançar algum livro por lá, como a Stephenie Meyer, são imediatamente massacradas com críticas graças à incompetências dos norte-americanos em escrever algo profundo de bom conteúdo.

As maiores escritoras norte-americanas são Pamela Anderson, Carmen Electra, Lindsay Lohan, Sasha Grey, Britney Spears (quando ela era virgem) e Paris Hilton. Há alguns autores menores como George R. R. Martin que são taxados como enfadonhos e necessitam de adaptações cinematográficas para ficarem legais, ou escritores de livros infanto-juvenis como Rick Riordan.

Vestuário[editar]

Estados Unidos é um país reconhecidamente importante para a moda brega e de mal gosto do mundo, a principal estilista do país chama-se Lady Gaga é o grande expoente da moda americana e responsável por lançar todas tendências de roupa de cada estação.

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