Dúvida metódica

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Filosofia os cegou e escravisou.jpg Este artigo é relacionado à filosofia.

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Método da dúvida.
Cita3.pngAh, duvido!Cita4.png
Você sobre a ideia de Descartes

A dúvida metódica ou dúvida hiperbólica, parabólica, metabólica, analógica, digital não sei alguém me ajuda, mais conhecida entre os brasileiros como lance polêmico, é uma doutrina bundista criada pelo proeminente editor da Wikipédia desempregado, gay pseudo-filósofo, pastor protestante, físico, cientista louco, matemático, cético, flanelinha, religioso-ateu ganhador do prêmio "Biquinho do Ano" e famoso jogador de Pif-Paf, truco e pôquer na infância, René Descartes (32 de março de 1900 e bolinha - ?). Consiste em uma forma de pensar bem, hã, louca, onde o indivíduo tenta duvidar de tudo (TUDO) e mais um pouco, para se precaver de ser tapeado por apiniões falsas que parecem ser verdadeiras. Em suas Metidas e ações, René deve ter concebido este insight talvez porque já estava careca de discutir com Fermat se Marx estava impedido ou não em seu primeiro gol pelo M. City. Já percebeu que em um lance polêmico de futebol, um diz ter visto uma coisa, e outro diz ter visto outra? Exatamente, e como na época de tua tataravó não tinha VAR, o jeito foi apelar pra filosofia. A dúvida metódica afirma que não é possível ter certeza que a realidade como a conhecemos é verdadeira, já que nossos sentidos nos enganam (visão, audição, olfato, tato, paladar e sentido Aranha). Pois é, Descartes tinha muita invaginação.

Cogito ergo sum?[editar]

Peraí, o quê?

A essa altura, você deve se estar perguntando o porquê de um lunático como esse querer criar um método tão absurdo e idiota. Como já explicado, Descartes queria resolver de uma vez por todas os problemas de interpretação de árbitros da UEFA, que quase sempre roubavam a favor do Flamengo. Somado a isso, o contexto histórico em que Descartes nasceu era propício a isto, já que estavam em plena Segunda Guerra Mundial ascenção do Renascimento e a Inglaterra começava sua heroica Revolução Industrial, onde o Realismo já engatinhava. Frente a isto, novas ideias começaram a se espalhar, como o bundismo, a maçonaria, as invenções, a viadagem etc. No livro Metidas e Ações na Prima Filomena, René expõe ao mundo o seu lado um tanto peculiar, onde depois de ter lido o Artigo Lisérgico e ter tomado dois litros de chá de flor-de-lis, começa a escrever freneticamente suas viagens pelo inconsciente depois de ter passado pelo Mundo da Lua e ter viajado na Maionese.

Como eu posso mergulhar na dúvida hiperbólica?[editar]

Descartes já foi agente do serviço secreto francês

Embora essa doutrina pareça complicada feito o Cão, na verdade é bem simples seguir a linha de pensamento. Nas "Meditaçãos", o cara explica um pouco de seu ranço em relação aos zilhares de lances polêmicos da Premiére League que já o haviam enganado durante toda sua vida. Em outras palavras, ele passou por algo parecido com uma crise existencial emo futebolístico baitola da terceira idade, e estava desiludido com o que via até então, já que tinha mentira pra carai e muita balela da FIFA. Assim, botou um pé atrás e se tornou meio desconfiadão nas partidas de domingo á tarde, principalmente com as jogadas do Gabriel Jesus. Desse modo, ele começou a usar a cachola e formulou sua teoria, que ficaria tão conhecida porteriormente e se tornaria uma das bases da filosofia, epistemologia e charlatanismo modernos. Pra tal resolveu se afastar das imediações de Paris e se retirou para um lugar isolado, para que pudesse ter concentração o suficiente, já que as cidades europeias da época eram mais barulhentas que show de rock pauleira em pleno Maracanã, com participação de Dragon Force. Assim, Descartes vira um completo incel, o primeiro da Idade Moderna que se tem notícia, totalmente isolado do mundo exterior, na Holanda.

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Celibato involuntário.
Lixo é o cara que tirou essa foto

A dúvida metódica[editar]

Como em um game um tanto esquisito, o indivíduo duvida das ideias e apniões que são meio duvidosas, que não dá pra ter certeza que é a verdade. Só que Descartes finalmente percebe que é IMPOSSÍVEL duvidar das ideias uma a uma; ele levaria o resto da sua vida miserável tentando fazer isso e morreria seco. Aí, ele pensa ah, então vou atacar algo mais a fundo e parte pra porrada contra seu próprio cérebro. Desse jeito, ele lê um pouco o Artigo lisérgico e começa a escrever em suas Meditaçãos:

A dúvida das ideias que nascem dos sentidos[editar]

Para ler essa parte, você precisa voltar ao topo do artigo e leia a introdução. Isso mesmo, já percebeu que, em um lance polêmico de futebol, um infeliz fala ter visto uma coisa, e outro viu totalmente diferente? Exactamente: os sentidos te enganam ás vezes (você já viu a foto do "sorvete", não? Clique aqui!). Foi isso que Descartes percebeu com sua perspicácia de Einstein, os seis sentidos humanos nos enganam direto, e como várias ideias nascem dos sentidos, essas ideias podem ser wikipedistas. Faz sentido, não? Como nem era besta nem nada, René pensou: Se os sentidos já me enganaram uma vez antes, não podem me enganar de novo?, e com isso resolveu não confiar mais em Anderson Daronco nas suas partidas da PL, e nem na Wikipédia. Só que aí aparece um problema: as pessoas, bando de jegues, sempre confiam em seus sentidos para julgar algo, porque é difícil pra burro duvidar que se está realmente vendo pornô ou ouvindo Restart, comendo sua irmã lasanha ou queimando a rosca, não é? Porra, como se pode duvidar de tudo isso? E agora? Quem poderá nos defender?




De repente, ele percebe que poderia estar drogado.




Cita3.pngPorra, logo agora que tava ficando interessante, você enfia uma piada clichê mais sem-graça que caldo de peteca? Vá se fuder!!Cita4.png
Você

Calma, caro leitor. É sério, ele achou que poderia estar sonhando ou tendo alucinações pesadas. Já teve aquele sonho enviado pelo Cramunhão, que é muito real como se estivesse em uma realidade virtual? E aqueles pesadelos malditos onde tem um psicopata correndo atrás de você, ou você tá caindo de uma altura realmente inexplicável e quando vai se esbagaçar no chão cê acorda com um puta medo e a calcinha molhada? O medo que você sentiu no sonho não era real (ou parecia)? Pode ser que você, seu merda, esteja sonhando que tá lendo a Desciclopédia agora mesmo. Que tal se beliscar?

Se o nosso querido leitor ainda tá boiando feito bosta na água e não entendeu patavina, é bom assistir Matrix e entenderá um pouco o que Descartes pensou. Pode ser que esse momento seja ficção, pode ser que estejamos em um desenho animado, talvez eu esteja sonhando, eu acho que estou tendo um pesadelo, você pode estar drogadão, talvez políticos honestos existam de verdade... LOUCURA!!

Desse modo, Descartes descarta (perdoe-nos) as ideias que nascem dos sentidos pelo argumento do Sonho. Não quer dizer que nada exista; só não é possível provar que a realidade é essa merda que conhecemos e odiamos. Voltamos à estaca zero. Droga.

A dúvida das ideias que nascem da razão[editar]

Como a primeira experiência foi pra cucuia, o filósofo decide então atacar as ideias que originam-se da lógica. Por exemplo, a maldita matemática que tentamos aprender na escola sempre ensinou: e não dá pra discordar disso, dá? Então conte nos dedos. Foda-se se você concorda ou não, se eu estou vivo ou não, se a Desciclopédia é engraçada ou não: dois e dois sempre serão 5 quatro, um quadrado sempre tem 4 lados e a Desciclopédia sempre terá 56 489 artigos. O ponto é: sempre vai ter um arrombado que fará alguma objeção, tal qual um advogado do Lula ou um procurador do Ministério Público. Parece que as ideias matemáticas não podem ser questionadas nem pela pedra filosofal, mas Descartes queria estar preparado para qualquer questionamento de seus dogmas, então ele viajou geral e raciocinou:

Cquote1.png Pera, se existe um Deus pica-nas-galáxias que tudo pode e phode, ele não pode me enganar também? Cquote2.png

Hááá!! Pegadinha do Mallandro!

Assim, ele eleva a exigência da dúvida e fica mais radical. Se existe mesmo o cara lá de cima que pode fazer geral, pode ser que esse mesmo cara engane os seres humanos quando os mesmos somam dois e dois. Porém, aí entra um detalhe: pode ser que os fanáticos religiosos ultra-conservadores do PSOL afirmem que Yahweh ou qualquer outra divindade de merda seja uma pessoa boazinha e não seja capaz de passar a perna em ninguém; além disso, essa ideia de Deus mentiroso não serve para os ateus, verdadeiros Tomés da vida. Descartes se toca e cheira mais alguns gatinhos, e viaja mais a fundo. De repente, ele chega à conclusão que não existe Deus, o que existe é um certo gênio maligno enganador, ardiloso, poderoso e foderoso, que é um mestre da enganação e vive iludindo a humanidade feito o Vasco no Brasileirão. Desse modo, essa realidade como a conhecemos é apenas uma representação, tipo uma alucinação pesada ou um sonho doidão. Assim, Descartes chega no fundo do poço: não existe qualquer coisa que possa provar que tudo que nós vemos exista realmente. Agora o negócio ficou sério.

Agora, vamos fazer uma pausa para refletir sobre a seguinte questão: ele realmente acreditava que esse gênio existia? Sim, parece uma ideota de um cientista louco de pedra, mas estudiosos da Superinteressante afirmam que esse gênio de Descartes era apenas um instrumento de auto-tortura útil para não aceitar qualquer opinião vira-lata que os outros emitem. De qualquer forma, chegamos ao fim da picada: deve existir algo que engane todo mundo toda hora em todo lugar, algo como esse gênio, cientistas, sociedades secretas, filósofos, deuses, descíclopes etc. E agora?

Existo, logo penso?[editar]

A essa altura do campeonato, Descartes chega na fase mais complicada da dúvida, é a total incerteza sobre tudo e todos. O Jafar enganador continua a enganar as pessoas a toda hora; não dá para ter certeza de absolutamente none, nem mesmo da própria existência. Parece que a viagem acabou para o nosso herói filosófico. Fim do nosso artigo. MAS, como em toda boa HQ que não seja da DC Comics, tem que ter aquela surpresinha no final; assim como naqueles animes shonen nos quais o protagonista consegue dar uma reviravolta surreal fodástica, o nosso filósofo de repente senta o dedo nessa p**** e raciocina: Ei, se o Jafar me engana, então eu não sou alguma coisa enquanto estou sendo feito de bobo? De fato, se o gênio do mal engana uma pessoa, essa pessoa tem que existir para ser tapeada, não? Ahoy, isso é tão simples e claro feito porra água, como ninguém nunca pensou nisto antes? E então, num daqueles momentos de apoteose, onde do nada se acende uma luzinha estranha de cima da pessoa e a gente ouve aquele coralzinho de anjos cantando "óóóóóóóó..." e um vento sobrenatural bate na cara de quem vai vomitar sua sabedoria, Descartes dá à luz um dos aforismos mais importantes da História da Filosofia Moderna:


Bandaid, logo existo


Cita3.pngChorei!Cita4.png
Você

E assim, com esta épica frase, Descartes consegue chegar à primeira certeza: estamos salvos! Se a pessoa pensa, logo existe; prova de que o povo brasileiro não existe. Realmente, não há nada que possa contestar tal pensamento, porque, se alguém duvidar que está pensando, está pensando enquanto duvida do próprio pensamento duvidoso (QUÊ?), o que significa que ela existe. Finalmente alguma coisa que faz sentido nesse artigo!

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Não existe almoço grátis.
Subconsciente de Descartes a essa altura do jogo.

O grande pensador Martinho da Vila disse uma vez: Não existe almoço grátis., frase essa que vale para todas as áreas da vida. Isso mesmo, até a dúvida metódica tinha seus bugs: se uma pessoa pensa, beleza. E as outras pessoas, pensam? Bom, a menos que tal indivíduo seja parente do prof. Xavier, não dá pra saber se os outros pensam realmente, não é possível ver a mente de outras pessoas, é? Os outros existem? E agora, José? Então, Descartes chega ao solipsismo, transtorno mental da mente em que a pessoa não tem certeza se os outros existem ou se são hologramas padrão FIFA. A partir daí, Descartes vai á luta para provar a existência das pessoas, do mundo, de Deus, etc., mas não será tratado neste artigo, caro leitor exausto. Conseguirá Descartes provar tudo o que pensa? Vencerá ele a dúvida metódica? Ou será engolido pelas afiadas garras da ignorância? Isso você saberá amanhã, neste mesmo horário, neste mesmo canal! Isso, isso, isso...

Aceitação da dúvida metódica na UEFA[editar]

Sempre, sempre duvide do que vê...

Quando o comitê de arbitragem da UEFA e do futebol inglês viram o inovador método de ensino para árbitros, surpreenderam-se. Afinal, Descartes literalmente viajou (da França até a Inglaterra) em suas Meditaçãos, um puta esforço dos diabos só pra resolver problemas de arbitragem. No início, se assustaram, mas foram logo se acomodando com a ideia:

Cquote1.png (...) Bom, é essa a proposta. Cquote2.png
Descartes
Cquote1.png What do you mean, Descartes? Bom, eu acho que... Não sei, nos dê tempo para decidirmos. Cquote2.png
Robert Ceferin

Passa-se algum tempo

Cquote1.png E então? Cquote2.png
Descartes
Cquote1.png Bom, se você sair agora pela porta dos fundos, sem fazer escândalo, vamos fingir que nada aconteceu e esquecemos isso, OK? Leve uma cesta de doces como brinde! Cquote2.png
Robert Ceferin
Cquote1.png Kill Smiley.gif Ah, tá... Cquote2.png
Descartes

Assim, Descartes desiste de ser cartola da arbitragem e passa a ser matemático e filósofo, dedicando sua vida a construir a sabedoria coletiva da humanidade, tornando-se um dos maiores homens da história.

Artigos relacionados[editar]