Dee Dee Ramone

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Baixo12crds.jpg
Bass.jpg
Dee Dee Ramone se diz ser BAIXISTA!
E sabe que a última corda é G e não E!


Se não fosse por nós, os guitarristas não seriam tão bons assim.
Donamorte1.jpg Dee Dee Ramone já morreu!

Beijinho, beijinho, tchau tchau!

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Cquote1.png Já está nos braços do capeta! Cquote2.png
Alborguetti, sobre Dee Dee Ramone.
Cquote1.png Veado! Cquote2.png
Os outros Ramones, sobre Dee Dee Ramone.
Cquote1.png É meu irmão, psit! Cquote2.png
Didi Mocó, sobre Dee Dee Ramone.
Cquote1.png Dee Deeeeeeeeeeeeee! Deixa essa porra aí!! Cquote2.png
Dexter, sobre Dee Dee Ramone.
Cquote1.png Eu nã-não gosto de dee-dee Ra-ramunes. Cquote2.png
Gaguinho, sobre Dee Dee Ramone
Cquote1.png D.U.M.B. Cquote2.png
Joey Ramone, sobre Dee Dee Ramone

Dee Dee Ramone (Diego Duarte Krautzberg), também conhecido como Dee Dee Mocó Sonrisal Colesterol Ramone foi o baixista da banda punk norte-americana Ramones. Era conhecido por seu temperamento difícil, que lhe conferiu o apelido de Dee Deestruction - durante as constantes brigas que tinha com companheiros da banda e com qualquer outra pessoa que estivesse por perto. Morreu em 2002, em Los Angeles, em circustâncias misteriosas.

Antes da fama[editar]

Dee Dee em frente à fábrica de farinha onde trabalhou em sua juventude

Dee Dee nasceu em março de 1951, em Txecotlzátl, vilarejo no interior do México, filho de imigrantes alemães judeus que fugiam do exército de Hitler. Teve uma infãncia pobre e difícil, já que seus pais não sabiam falar mexicanês e, assim, não podiam ir ao mercado comprar comida.

Por viver no meio do deserto, tinha acesso fácil a alucinógenos como peyote e ayahuasca, o que, somado à força do sol, derreteu seu cérebro e fez com que só soubesse contar até quatro. Ainda assim tornou-se o sustento da família, começando a trabalhar numa fábrica de farinha ao norte da cidade aos sete anos incompletos.

Na fábrica, ouvindo o som do trigo sendo torrado e moído e os estalos do chicote em suas costas, descobriu que queria ser músico. E foi assim que, logo após completar 12 anos, foi para a capital do país tentar a sorte na carreira artística. Por muito tempo, ficou numa esquina na periferia da cidade tocando órgão masculino, até juntar dinheiro suficiente para comprar seu primeiro instrumento musical: um apito.

A partir daí, juntou-se com outros três marginais companheiros de trabalho e criaram o Incrível Grupo de Apitos da Cidade do México, que fez relativo sucesso nos puteiros e bocas-de-fumo locais.

Logo depois ele foi pro Brasil onde mas o seu amigo Johnny Ramone começou a roubar instrumentos e a pular muros para fugir da policia (por isso ficou famoso po seus pulos desajeitados), ambos Johnny e Dee Dee conseguiram guitarras, mas sem cordas, Johnny tinha o suficiente para as seis cordas, já Dee dee não, desprovido disso ele comprou só quatro, dai veio a ideia de tocar contra-baixo.


A fase rumbeira[editar]

Dee Dee Ramone exibindo sua axila recém-depilada.

No início dos anos 70, o famoso comediante mexicano Ramón Ramírez (conhecido no Brasil como o desempregado Seu Madruga do seriado Chaves) estava desempregado de verdade depois do término do programa e procurava músicos para formar um grupo de rumba. Numa noite obscura, num beco escuro, em circunstâncias que não vêm ao caso, encontrou-se com Dee Dee e ficou impressionado com o talento musical do rapaz. Imediatamente, convidou-o para ser sexo saxofonista de seu grupo Los Ramones.

O próprio Dee Dee admite que só foi mantido no grupo por ser o favorito de Don Ramón, pois assume que jamais teve coordenação suficiente para dominar instrumentos de sopro mais complexos que um apito (apesar de manusear outros instrumentos relativamente bem).

Cquote1.png Era só por necessidade, porra! Eu precisava do dinheiro! Cquote2.png
Dee Dee Ramone sobre seu passado obscuro

A fase punk[editar]

Didi durante sua fase da Rede Globo.

Em 1975, depois de Don Ramón decidir abandonar a banda para ter seu talk-show na rede Televisa (o canal que mais cresce no México), foi o primeiro a insistir para que mantivessem o grupo em funcionamento, pois tinha medo de ter que voltar a se prostituir por pouco. Como seus colegas de banda estavam sempre chapados demais para entender o que estava acontecendo, aceitaram e foram para Nova York, onde Dee Dee tinha uma tia, tentar a sorte.

Lá, trocaram os instrumentos de rumba por outros, elétricos, porque a moda era o punk, mas mantiveram o nome da banda por não conseguirem pensar em nenhum outro. Ele ficou encarregado do baixo, pois seus anos de experiência nas ruas tornaram-no um expert na manipulação de grossos, como as cordas do instumento. Nem ele nem seus colegas sabiam tocar, mas isso não importava. Um crítico musical da época definiu assim a experiência de um show dos Ramones:

Cquote1.png Isso é punk, véio! Não tô entendendo nada, mas olha minha jaqueta que bacana! Cquote2.png

DiIh dIiH IiI UuU §EèÉUuHh MiIiGuUuXxXiIiNnNùUúHhH, EtIiiiVss BATrosSSS.

Dee Dee também ficou notório por sempre introduzir cada uma das músicas nos shows com um One-two-three-four. Durante o auge da banda, em que chegavam a fazer até 15 shows por semana, ficou neurótico e passou a contar até quatro antes de fazer qualquer coisa. Em 1982 teve que ser internado numa clínica de reabilitação para relembrar seu próprio nome, pois havia passado a se apresentar como One-two-three-four. Após sair da clínica, e depois de ter sido submetido a pesados medicamentos, ele conseguiu decorar novamente seu nome, porém não conseguia mais contar até quatro, e também não lembrava mais que três acordes, fazendo assim com que o Ramones fosse mundialmente conhecida como a banda de três acordes. O vocalista para não contrariar Dee Dee, começou a cantar somente com 3 palavras, "wanna, wanna, wanna". O baterista começou a tocar com 3 baquetas, o guitarrista a tocar com 3 dedos, o empresário a andar com 3 pernas, e o engenheiro de som a ouvir com 3 ouvidos, tudo para não contrariar DEE DEE pois ele era muito mandão e pocessivo.

A fase rapper[editar]

Dee Dee próximo do fim. Repare em seu olhar catatônico

Em 1989, percebendo que o punk estava em decadência e que o estilo musical que dava dinheiro e abria a possibilidade de pegar gostosas era o rap, Dee Dee anunciou sua saída da banda e mergulhou de cabeça no novo estilo musical. Os pontos na testa que levou após esse mergulho contribuíram para um visual mais marginal (ainda), essencial para o ritmo.

Ao longo de seis anos, ele lançou três discos de rap, um pior que o outro, com o nome de Dee Dee Ramano. O fracasso foi tanto que ele voltou a fazer parte da antiga banda - desta vez, no entanto, como dançarino, já que o posto de baixista havia sido ocupado pelo brasileiro Carlos José Tavares, o C. J. Ramone.


A última fase e o chefão[editar]

Em 1996, os Ramones resolveram encerrar as atividades e cada integrante foi cuidar de seu projetos pessoais e particulares. Cansado da vida de rockstar, Dee Dee internou-se numa clínica de desintoxicação, de onde só saiu seis anos depois dentro de um caixão. Segundo o laudo dos médicos, seu organismo não estava mais acostumado a funcionar sem drogas.

Entretanto, estudiosos afirmam que o laudo faz parte de uma intrincada conspiração envolvendo o grupo, já que Dee Dee trabalhava num livro, supostamente intitulado Cabeça de Porco, que desagradaria grupos como a Maçonaria, a Illuminati, o Majestic 12 e todos aqueles outros do jogo Deus Ex.