Dejan Petković

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Futebolista chaves22.JPG Este artigo é sobre um futebolista

Ele é caneleiro, vive levando cacetadas e é melhor que o Busquets!
Se você torce pra esse perna de pau analfabeto, o problema é seu.

Veja outros futebolistas aqui.

Pele33.jpg



Cquote1.png Você quis dizer: Ancião Cquote2.png
Google sobre Dejan Petković
Cquote1.png Na União Soviética, Petkovic duvida da capacidade de ainda jogar futebol com quase quarenta anos demonstrada por VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Dejan Petković
Cquote1.png Petrovique? Cquote2.png
Analfabeto sobre Dejan Petković
Cquote1.png "Fhkoda-se" o pênalti! Cquote2.png
Petkovic sobre um pênalti perdido.
Cquote1.png Minha Nossa Senhora!!! Cquote2.png
Silvio Luiz sobre Dejan Petković
Cquote1.png Será que chamam ele de "pet" porque ele tá meio redondinho como uma garrafa? Cquote2.png
Carla Perez sobre Dejan Petković
Cquote1.png Você traiu o movimento dos aposentados, véi! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Dejan Petković
Cquote1.png Petkovic é que nem vinho, quanto mais velho, melhor fica! Cquote2.png
Seu tio engraçadão, demonstrando uma grande capacidade de abstração filosófica e um poder de elaboração metafórica estupendo , além de um comportamento possivelmente suspeito.
Cquote1.png Petkovic é que nem vinho... Aberto! Quanto mais velho, mais vai azedando, até virar vinagre! Cquote2.png
Seu tio engraçadão, na 2ª versão da piadinha.


Dejan Garrafa Petković, ou tiozinho Pet é um jogador de futebol que esqueceu-se da aposentadoria. Quando jogava no Real Madrid, ele descobriu o elixir da juventude, o chá de pau barbado, e, dessa forma, permanece jogando profissionalmente há mais de oito mil temporadas. Sua idade não pode ser precisada, pois ainda não existia formas de escrita na região dos Balcãs, onde ele nasceu. Depois de perceber que não tinha mais idade pra jogar mais profissionalmente, resolveu se aposentar logo após um jogo de despedida contra o Corinthians (escolheu um adversário fácil) no ano de 2011.

Infância e carreira na Sérvia[editar]

Pet também manda bem com outros tipos de bola e com tacos também.

O pequeno Dejan surgiu na pequena cidade de Majdanpek, no subúrbio do interior dos rincões da Sérvia. Quando criança, mudou-se para Nis, para achar algo mais produtivo para fazer do que ficar jogando pedras em casas de bósnios e albaneses. Lá, iniciou a carreira futebolística, acompanhando o seu irmão, Bobão Petkovic. Se você pensa que Pet se destaca apenas por coisas ligadas a sua idade um tantinho avançada, saiba que ele detém um recorde que contradiz isso: é o jogador mais jovem a ter disputado uma partida profissional na Iugoslávia e daí?.

Jogando pelo glorioso Radnički Niš, ganhou destaque no futebol nacional, sendo transferido ao poderoso (?) Estrela Vermelha, da capital Belgrado, que acabara de ser campeão da Copa dos Campeões da Europa, sabe-se lá como. Nessa época, era conhecido como Rambo, não pela força ou bravura em campo, mas porque comportava-se como uma metralhadora durante as festas da equipe, em relação às moças que nelas estavam. Dizem as más línguas que o meia saiu de seu país não por ter recebido boas propostas financeiras, mas para fugir do mol de filhos que lá deixou.

Tá, eu sei que essa é a Jackeline Petkovic e não o Dejan Petkovic. Mas essa imagem é bem mais legal do que se fosse uma dele, não acha?

O novo time tinha excelentes jogadores, da seleção iugoslava, o que tirava quaisquer chances de Dejan ser titular. Mas a vida é uma caixinha de surpresas, e ele recebeu uma inesperada oportunidade. Com a Guerra da Bósnia, todas as pessoas sensatas correram para caralho e deixaram o país. Ele, que não tinha outra coisa a fazer da vida, resolveu ficar no país e jogar futebol, já que a guerra iria ser cansativa demais. Dessa forma, tornou-se titular da equipe, e, entre um míssil e outro, o campeonato nacional transcorria, e ele conseguia se destacar e fazer uns golzinhos, chegando ao título.

O auge que virou fracasso - Real Madrid[editar]

Os empresários do mundo do futebol conseguem coisas incríveis, como fazer de um goleiro sofrível, como Doni, titular da Roma da Itália e atleta da seleção nacional. Nesse sentido, devemos parabenizar o responsável pela gestão da carreira de Pet, que conseguiu vende-lo ao Real Madrid. Contudo, as coisas começaram a dar errado logo no primeiro dia em Madrid. Ao chegar na sede do clube, teve a infeliz ideia de dar um selinho no técnico, o que é um costume em sua cidade natal. Desde então, jamais teria sossego na Espanha. Nunca conseguiu firmar-se como titular e, dessa forma, foi emprestado, primeiro ao Sevilha, depois ao Racing Santander, ao time dos funcionários do Aeroporto de Barajas e ao sub-20 da Xurupita. Sem sucesso em todos os clubes anteriormente citados, começa a atuar como gandula do time B do Real, onde é visto por um dirigente do Esporte Clube Vitória, time brasileiro que às vezes joga a série A do campeonato nacional. Dessa forma, troca o glamour e o dinheiro da Espanha pelo calor e as mulheres do Nordeste Brasileiro.

Pet dando uma entrevista em um canal de televisão sérvio, falando sobre seus segredos de beleza.

Vixi bixinho, é Pet na Bahia, meu rei![editar]

Dejan Petkovic trocou o Real Madrid pelo Vitória da Bahia. Acredite, isso é verdade. Tudo bem, cabe ressaltar que ele não queria vir para o futebol baiano, evidentemente, mas, fazer o que, ele tinha de ganhar o pão das crianças. Num time que tinha Bebeto e Túlio Maravilha, ele conseguiu se destacar. Volta e meia ele ficava fora das partidas devido ao excesso no consumo de acarajé. Mesmo assim, ganhou uns titulozinhos regionais, e conseguiu concretizar o seu desejo maior: jogar decentemente e voltar à Europa. Em 2000, foi contratado pelo Venezia, onde afundaria novamente. Com isso, ele chegou a conclusão de que não adiantava ficar insistindo, e contentou-se com o futebol terceiro mundista mesmo.

Trajetória em um monte de clubes brasileiros[editar]

A tentativa na Itália falhou, e o meia sérvio, mais uma vez sem perspectiva, teve de aceitar jogar no Flamengo. O time era mediano, o que é suficiente para vencer o Campeonato Carioca de Futebol, e mais nada. Dessa forma, o time teve uma campanha tosca no Copa João Havelange (que foi um campeonato ridículo, que serviu apenas para devolver o Fluminense para a Série A sem ter de fazer esforço algum). O clima no vestiário era ruim devido a falta do uso de desodorante, pois o plantel contava com algumas estrelas (?), como Denílson e Edilson. Com esse cidadão, ele teve algumas brigas, mas como o sérvio é bem melhor que o baiano, nem precisou se preocupar muito. Já em 2001, com o Flamengo perdendo a Copa Sulamericana para o San Lorenzo da Argentina, bem na época da crise naquele país, ele puxou o bonde rumo ao Vasco da Gama.

Petkovic mostrando o seu olhar 43 para Jô Soares, que mostra-se um pouquinho envergonhado.

Obviamente, nenhum jogador conseguia aguentar muito tempo trabalhar sob o comando de Eurico Miranda, e, dessa forma, Pet fugiu para a China para vender espetinhos de escorpião assado jogar em uma equipe cujo nome é irrelevante. Após ganhar o campeonato local, o que conseguiu jogando sozinho, devido a enorme qualidade do futebol chinês, fez a burrada voltou ao Vasco, conforme um contrato forjado ordenava. Para variar, a equipe teve de lutar contra o rebaixamento. Falando nisso, a equipe que ele defendeu posteriormente foi o Fluminense, após uma brevíssima ida à Arábia Saudita. No clube das Laranjeiras, ganhou algumas partidas, mesmo em um time que contava com craques como Tuta, Cláudio Pitbull e Pedrinho. Contudo, como é uma rotina em sua carreira, logo foi para outra equipe: o Goiás. Meia dúzia de partidas depois, ele foi parar no Santos. As coisas até que correram bem, mas, logo chegaria alguém que nunca aceita que qualquer outra pessoa receba destaque dentro do clube senão ele mesmo: Emerson Leão.

O Atlético Mineiro, na falta de melhores e mais jovens jogadores no mercado, acabou por contratar Pet como a grande estrela no ano de seu centenário (do clube, não o de Pet). Mais uma vez, ele acabou desempregado rapidamente, porque Leão foi contratado pelos mineiros e, evidentemente, ordenou sua saída da equipe. Assim, tornou-se possível a sua volta ao Flamengo mesmo que 115% da torcida fosse contra.

A volta: Pet no Flamengo[editar]

Pet recebendo o certificado do Guinness Book como jogador que defendeu o maior número de clubes ao longo da história.

Após mais de oito mil anos, Dejan acertou o seu retorno ao Flamengo. É bem verdade que isso só aconteceu para que as enormes dívidas do clube para com o atleta fossem pagas. No início, a torcida estava um tanto descrente do potencial do vovô Pet, o que foi sendo revertido através de boas atuações. Dizem que o principal motivo para que isso acontecesse foi a presença de Adriano como seu companheiro. Se este, mesmo estando gordo e saindo para festas em todos os os dias da semana conseguia ser o ídolo da torcida, porque ele, mesmo estando em idade avançadíssima, não conseguria? Então, ambos levaram o clube ao inacreditável título do Campeonato Brasileiro.

No Flamengo em 2010[editar]

Num ato estranho, a comissão técnica do Flamengo decidiu deixar a bunda de Pet quadrada, tornando-o reserva, perdendo a posição para um carinha cabeçudinho chamado Vinicius Pacheco. Como de costume, o meia sérvio reagiu com muita tranquilidade, aceitando isso tudo numa boa, e, inclusive, incentivando o seu substituto a jogar da melhor forma possível, ou não. Saiu Andrade, veio Silas, e enfim, Vanderlei Luxemburgo. E nada, Pet segue no banco... Dizem que, mesmo assim, ele julga estar em boa forma, suficiente para jogar mais uns cinco anos, o suficiente para que ele se aposente por tempo de serviço conforme a legislação brasileira.

Curiosidades[editar]

  • Petkovic fala português fluentemente, melhor inclusive do que alguns nativos. Isso se deve ao fato de ele já saber falar espanhol, pois, durante a sua estada na Espanha, ele se viu obrigado a aprender o idioma local para conseguir algum dinheiro, porque jogando futebol, não conseguira muita coisa.
  • Ele jogou pouquíssimas partidas pela seleção de seu país. Um primeiro problema a ser resolvido, nesse sentido, é saber de qual país se trata, pois, ao longo da carreira de Pet, ele teve nacionalidade iugoslava, sérvio-montenegrina, e, por último, sérvia. Enfim, ele teve a capacidade de brigar com todos os treinadores, por motivos desconhecidos, talvez ligados à indisciplina, ou a negativa em cumprir certas ordens.
  • Ele é formado em enfermagem. Essa fora uma exigência dos pais, que não desejavam sustentar vagabundo, concepção que tinham em relação a jogadores de futebol. Então, para seguir no esporte, ele teve de estudar.

Ver também[editar]