Desentrevistas:Hillary Clinton

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Este artigo é parte do Desentrevistas, a sua coleção de fofocas informações sobre as pessoas famosas.


Ei, por que está foto está alinhada à direita?

Desentrevistamos hoje a senadora Hillary Clinton, que foi primeira-dama e primeira-corna dos Estados Unidos enquanto seu marido, Bill Clinton atacava estagiárias, quero dizer, atacava sérios problemas sociais de amplo espectro enquanto 42º Presidente dos Estados Unidos. Hillary é candidata à Presidência dos Estados Unidos e dá ao Desentrevistas um longo perfl sobre ela.

Hillary, fala um pouco sobre tua infância[editar]

Muito bom dia sr. Dono da Meia Verdade e vote Hillary! A minha infância foi bastante tranqüila em Chicago, sabe como é, eu morava num bairro onde Barack Obama não podia nos "importunar" com seu discurso xaropento sobre fé e esperança na fila do escorregador. Quando fui eleita Presidenta, isso mesmo, é para tu escreveres PRESIDENTA, da Turma do Jardim de Infância da Escolinha da Xuxa, eu acabei com a discriminação contra as mulheres, criando filas exclusivas no escorregador.

E a tua experiência na faculdade? Foste lá que conheceste teu marido, certo?[editar]

Estás totalmente correto, foi lá na Universidade Rural do Arkansas que conheci meu Billzinho. Eu sempre tive o sonho de ajudar a humanidade sendo advogada (sic) e o Bill também. Aí, um dia nós fomos estudar na fraternidade dele e ele perguntou-me:

Cquote1.svg Posso entrar com uma ação de despejo com a minha vara de família no teu tribunalzinho? Cquote2.svg
Bill sendo romântico e acadêmico ao mesmo tempo
Cquote1.svg Claro que pode, processa-me toda Cquote2.svg
Hillary já pelada

Depois, no último ano da faculdade e com pouco dinheiro, fomos para Las Vegas fazer uns joguinhos para descolar uma grana para alguns livros de direito que eram apenas opcionais do tipo Constituição dos Estados Unidos, Código Penal do Alabama e outros. Aproveitamos e casamo-nos lá em Las Vegas.

Agora, avançaremos no tempo. Fala um pouco sobre a tua vida na Casa Branca?[editar]

A primeira coisa que notei foi o tamanho daquilo. Eu quero dizer, seria uma mão ter quer limpar toda aquela casa, além de ter de cozinhar para aquele povo que circula diariamente lá. Pensando nisso, eu pedi para o Bill deixar que alguns imigrantes mexicanos com documentos "muy legítimos" entrassem nos EUA para poder me ajudar. Ora, mas tu já viste o tamanho daquele gramado pra eu passar o cortador de grama?

E como foi tua experiência com a Monica Lewinsky?[editar]

Ai ai ai, falar da dita cuja dá-me uma estranha coceira

Foi algo muito difícil. Como tu sabes, eu tinha que botar ordem na Casa Branca, que virou uma legítima Casa da Mãe Joana, com todas aquelas estagiárias, sé é que tu me entendes. Hahahahahaha... Eu tinha que cuidar da Chelsea e ainda que tinha que cozinhar para aquelas incontáveis e numerosas delegações estrangeiras que apareciam na Casa Branca; tu não tens noção do que é cozinhar para aqueles insuportáveis presidentes franceses e seus inúmeros pedidos especiais, eu ficava horas na cozinha. Aí, eu relaxei na guarda e o meu Billzinho (Hillary começa a chorar) dá uma charutada na dita cuja. Como doeu...

Doeu na srta. Lewinsky?[editar]

Não, eleitorzinho do Obama. Doeu o fato de eu não ser mais o centro feminino das atrações na Casa Branca. Ninguém mais queria saber do meu ousado plano de importar o SUS para os Estados Unidos. Mas eu não culpo o Bill.

Quem tu culpas?[editar]

Ora, quem? O Partido Republicano! Ou tu nunca prestaste atenção no logotipo do partido. Pelo amor de Deus, é um maldito elefante! Aquela [email protected]#$, safada, ordinária, quenga desqualificada era uma agente, quero dizer, pelo menos três agentes em uma, do Partido Republicano. Eu tinha uma raiva daquela sirigaita... Eu estrangularia ela com as minhas próprias mãos se o pescoço dela não fosse tão grande, que dá mais ou menos a coxa do Ronaldo quando ele está gordo. Todo mundo sabe que essa história toda foi uma conspiração da direita elitista para acabar com o o governo do meu Billzinho. Ele tinha tantos planos para nosso país.

Planos estes que tu pretendes dar continuidade[editar]

Claro! Eu quero introduzir a CPMF nos Estados Unidos, quero criar a ONG Advogados Sem Fronteira, quero trazer mais imigrantes ilegais para construir um puxadinho na Casa Branca com uma laje, uma piscina de 1000 litros e muito mais.

Quais são tuas políticas para a América Latina?[editar]

Como já deixei bem claro na entrevista, os EUA não sobrevivem sem nossos irmãos do Sul. Quem manterá nossas piscinas limpas, nossos jardins ajardinados, nossos jornais entregues na hora certa e a Guerra no Iraque? Concretamente, eu mandarei jogar bombas atômicas em Cuba para destruir toda e qualquer fábrica de charuto e criarei o Bolsa-Plástica.

Bolsa-Plástica? O que seria isto?[editar]

Eu distribuirei dinheiro por toda a América Latina para que todas as mulheres que quiserem fazer faxina ou unhas em nosso país fiquem tipo a Cindy Crawford, assim eu reduzo o risco de o Partido Republicano jogar mais uma elefoa para o meu honesto Billzinho. Ah, um recado para a Preta Gil: Teu visto já era! Querida, tu vais ser a primeira pessoa a entrar na lista negra do Departamento de Estado. Tu não seduzirás meu marido. Não mesmo!

E como anda as primárias? O que tu achas do Obama?[editar]

Vão muito bem, obrigado, e podem ir ainda melhores se tu deres uma farta contribuição para a minha campanha. Quanto ao Obama... Aquele é um legítimo fanfarrão, utilizando uma linguagem bem comum no Brasil. Ele é uma versão tostada do Lula. Ele nunca sabe de nada, ele nunca votou em nada, ele tá sempre viajando que nem o Lula. E imagina ele presidente viajando... Aquele Air Force One é movido a querosene de aviação e não a álcool como o Aerolula e o Lula, é muito mais caro.

Muito obrigado pelo teu tempo, e sucesso na tua campanha[editar]

Muito obrigada. E vota em mim porque eu sei de um monte de manchas sobre a vida do Obama, e de mancha eu entendo. Hahahahahaha!