Desentrevistas:Simone de Beauvoir

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Este artigo é parte do Desentrevistas, a sua coleção de fofocas informações sobre as pessoas famosas.

Descíclopes especiais utilizaram uma máquina do tempo, a mando de Doutor Roberto, e foram até a França do século XX e realizaram pessoalmente uma entrevista com a filósofa e escritora renomada Simone de Beauvoir. Ela foi muito gentil com nossos repórteres, como você pode visualizar abaixo.

Olá! Como a senhora se interessou por Filosofia?[editar]

Bon jor, enfant. Eu era só mais uma menininha inocente que queria saber porque sangrava tanto, quando de repente me venho uma ideia: A França sempre foi um lar de intelectuais e pessoas bem vistas na sociedade, então por quê eu não me juntaria a eles? Botei um absorvente e começei a ler diversos livros eróticos para formar meu intelecto.

E como foi esse seu estudo inicial?[editar]

Muito difícil. Eu era muito burra e tinha dificuldade de entender várias palavras e termos técnicos, mas o que me ajudou a entender melhor os textos foi ter utilizado o Google Tradutor, já que eu não tinha percebido que os livros não eram em Francês. Depois que esse problema línguistico foi resolvido eu consegui aprender muitas coisas.

Como foram seus anos de faculdade?[editar]

Intensos! Nunca tive um ensino acadêmico de qualidade quando era pequena e do nada eu abri meus olhos para o mundo quando ingressei na faculdade, até aprendi que 2+2 = 4 e que o sapo não lava o pé! Meus conhecimentos filosóficos se expandiram e eu ainda conheci o meu Vesgo Feioso querido.

Ele era muito inteligente. Como foi sua vida junto á ele?[editar]

Supimpa! Nunca dominei um homem assim antes tinha conhecido alguém tão vesgo filosófico e ousado como o Sartre. Nós passeamos por toda a França e depois fizemos um menage a trois com o amigo Che.

E as suas ideias marxistas e existencialistas? Fale-nos sobre elas[editar]

Bem... Marx era igual o Papai Noel para mim: era barbudo, bigodudo e tinha um saco enorme me presenteou com a sua maravilhosa teoria socialista que eu tanto gosto. Eu sou do lado dele, mas confesso que sou muito medrosa para participar ds uma revolução comunista. Quanto ao Existencialismo eu o aceitei para deixar de brigar tanto com o Sartre, na verdade, eu acho essa filosofia que ele inventou a coisa mais estúpida do mundo.

Você é considerada a "mãe" do feminismo. O que tem a dizer sobre isso?[editar]

Eu digo que as mulheres de todo o mundo deveriam se levantar contra esta vida miserável que os homens a relegam. O regime do patriarcado tem que terminar o mais rápido possível! Não é possível que nesse mundo tão conectado com a informação a mulher ainda seja considerada um ser inferior. E digo mais: nós, francesas, iremos queimar todos os sutiãs em praça pública! Estou pensando em até ressuscitar Joana d'Arc para participar do protesto.

ZzzzzzzZZzzzzzZZzzZzzzz...[editar]

(Simone de Beauvoir abre um galão de vinho e bebe todo o conteúdo em dois minutos, enquanto o entrevistador está até babando na cadeira).

Ops! Acabei cochilando... A senhora pode nos dizer algo á respeito do testamento do senhor Sartre?[editar]

Sim. Eu modifiquei um pouco a carta do meu Vesguinho para poder incluir as coisas dele como se fosse minhas. Eu sou feminista, mas não sou burra. (Ou sim)

Obrigado senhora Beauvoir! Algo mais a dizer?[editar]

Eu quero namorar alguma menina do Femen.

Nisso eu não posso lhe ajudar. Aqui terminamos a entrevista com Simone de Beauvoir.[editar]