Deslistas:As personalidades mais doentias de Demacol

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Sem dúvidas, Demacol é o ator mais bosta da deliciosa franquia do Pai de Família: é feio pra caralho, não fala nada que preste em sua cena com Jajá, não possui um pingo de carisma e trocou as preguinhas de seu cu por uma melancia. Por conta de sua atuação pobre de expressão e de delícias, Demacol passou a sofrer bullying constante dos fanboyolas, que não entendem como é que esse cara conseguiu uma vaga para atuar no último filme (cronologicamente) da franquia mais bem-sucedida e premiada do cenário pornográfico nacional, que já contou com atores do naipe de um Paulo Guina... e o pequeno Kauan.

As zoeiras com a falta de qualquer atributo positivo em Demacol afetaram gravemente o seu cérebro (se é que ele tem um), o que fez com que ele desenvolvesse "transtorno machoativoepassivo de identidade", que é uma variação do transtorno dissociativo de identidade, mas que só ocorre em machos virgens. As zoações foram como abrir a Caixa de Pandora e, assim como no filme Fragmentado, Demacol libertou 24 personalidades distintas e asquerosas que agem de maneira semelhante, buscando apenas enfiar seus tomates no reguinho de homens sarado que se encaixam no perfil. De fato, essa pode ser só a versão romantizada da história, pois tem quem afirme de pau junto que, na verdade, Demacol é apenas um palhaço com fetiche de se fantasiar de maneira ridícula, mas como isso não tem graça, Dooley, iremos considerar a versão das múltiplas identidades, mesmo. Iríamos listar todas, mas para que ninguém tenha que ver a cara de saco mal lavado do Demacol em 24 tópicos diferentes, em respeito à saúde mental e ocular de nossos leitores, incluindo você, estão listadas aqui apenas as 5 personalidades predominantes.

Princesa Demacol[editar]

No conto de fodas da Princesa Demacol, a donzela "Bunda Adormecida" dorme como uma puta por 100 ânus e só acorda quando seu macho encantado lhe dá uma surra de pica no caaara... no rosto.

Esta é a personalidade dominante de Demacol, desenvolvida durante sua infância na cidade de Cu Pequeno. Ao ouvir as estórias grandes da peste da Disney que seus dois pais lhe contavam antes de dormir, Demacol ficou com vontade de ser uma princesa também, não vendo a hora de encontrar seu macho encantado com uma varona de condão de 25 cm (mas podia ser de 23, também). A função das figuras paternais de Demacol seria trazer esse filhote de cruz-credo de volta para a realidade, alertando que picas gostosas, grandes e gostosas de 20 cm pra cima são encontradas apenas em filmes pornográficos e em algumas tribos isoladas, como as do Congo e a tribo Papacu, mas como eles não aguentavam mais olhar todos os dias para a cara de cu sem pregas cheio de coliformes fecais de seu amado filho de família, eles foram comprar cigarros (e vibradores texturizados) e nunca mais voltaram, abandonando a criança a própria sorte, ou ao próprio azar, já que o Demacol era o Demacol e nunca poderia fazer nada em relação a isso.

Agora sozinho, para conseguir se sustentar, Demacol teve que trabalhar no cacete desde cedo, aprendendo o ofício de eletricista. Assim, aquele antigo anseio tesudo de ser uma princesa foi reprimido pela realidade dura e crua (mais dura do que crua) que estava passando, depois enfiado em seu reguinho inconsciente e abandonado por vários e vários anos, dormindo como uma puta depois de uma noite de trabalho árduo. Isso até que começaram os bullyings pesados contra Demacol, que como forma de proteger o seu ego da humilhação pública, despertou primeiramente a sua personalidade alternativa mais forte, que o faz não ter vergonha de vestir-se como a Princesa Tiana depois do câncer no cu e ir socar seu caralho preto grande da... peste... no cu de machos virgens gays safados com atitude de hétero.

Odalisca Demacol[editar]

Odalisca Demacol devidamente montada, maquiada e pronta pra arrasar na night, deixando seu caralho preto a disposição de seu sultão, Abdul Hamid I.

A segunda personalidade de Demacol é beeeeem menos famosa que a primeira, mas não menos bosta. A identidade de Odalisca Demacol foi criada quando o negão passou a morar sozinho em Ceilândia, como ninguém queria contato com ele, para não correr o risco de se contaminar com material radioativo, Demacol passava suas noites de sábado na solidão, assistindo DVDs de filmes pornográficos turcos homossexuais com a temática de sultão que fode com todo o seu harém, no caso composto apenas por homis.

Após a libertação desta personalidade horrenda e desprezível, Demacol não mais se conteve: ele visitou as piores lojas de fantasias de Carnaval da cidade e comprou o seu kit da desgraça, composto por uma touquinha de natação com um broche colado com Super Bonder na parte da frente, uma calcinha fio-dental brilhante que não cobre nem 1/3 de seus pentelhos e um sutiã vermelho que não é grande o suficiente para disfarçar seu peito feio e mal-depilado, bem bugado mesmo.

Madame Demacol[editar]

Madame Demacol, também conhecida como sra. Guaraviton, ensinando boas maneiras pra um boliviano mal-educado que a chamou de "pintuda" na frente de uma construção civil.

Mais uma personalidade doentia a habitar a mente perturbada do eletricista mais odiado do Brasil, esta fera identidade podre foi criada quando Demacol frequentou um cinema pela primeira vez na vida, que foi durante sua breve passagem por São Paulo, quando ele foi convocado pela Eletropaulo Enel pra fazer a manutenção da rosquinha dos fusíveis do Pacaembu, porque as luzes do estádio, quando chovia, ficavam piscando mais que cu cabeludinho de macho depois de sentir tomatinhos batendo no reguinho. Ao assistir o filme Bonequinha de Luxo no Cinemark, Demacol ficou fascinado com a atuação de Audrey Hepburn e quis ser como ela quando crescesse, no caso, quando aumentasse seu pau em alguns centímetros.

Assim que soltou a franga e liberou a personalidade de Madame Demacol, o negão não teve dúvidas, comprou um vestido de puta barata no prostíbulo mais próximo, na Augusta, obviamente, trajou sua peruca loira feita com os pelos da boceta de uma loira aidética da África do Sul e foi pra night, não tendo medo de perder as pregas pra bolivianos, afinal COMEU todos eles, com destaque para um faxineiro com astigmatismo nervoso que parecia uma versão falsificada do Índio, vide Princesa Demacol.

Headbanger Demacol[editar]

Demacol adaptando a música "Eu Quero Ver o Oco", do Raimundos, para o thrash metal (porque ele é um lixo).

Esta é uma das poucas personalidades masculinas existentes na mente de Demacol, mas ainda assim uma desgraça bem podre que causa náuseas em quem vê. Seu comportamento de headbanger foi criado quando Demacol, ao receber suas férias, 13° e mais uns extras por serviços especiais que fez para seu patrão da companhia elétrica, o Engenheiro de Família, foi pra um show do Manowar em Curitiba, numa apresentação feita nas proximidades da sede da Ícaro Studios, que inclusive era a principal patrocinadora do evento, fornecendo suco de laranja para os espectadores não desidratarem e morrerem de tanta firmeza. Ao ver como Karl Logan segurava sua guitarra, Demacol ficou com vontade de tocar alguma coisa também, mas ele era um merda que só tinha vocação mesmo pra tocar punheta, então desistiu da ideia, ao menos por aquele momento. O desejo ainda permaneceu num cantinho escuro (põe escuro nisso) de seu inconsciente, preparando-se para dar (e como dar) o bote na primeira oportunidade que aparecesse.

Assim que iniciou seu transtorno machoativoepassivo, Demacol não pensou duas vezes: foi pra uma loja de R$1,99 e comprou uma guitarra de plástico, botou sua peruca feita com seus próprios cabelos do cu e passou a tocar muito, tocar pra todo mundo, sem vergonha dos preconceitos da sociedade moderna que não aprecia algo bem tocado.

Garoto-propaganda da Demacol Home Center Demacol[editar]

Nessa personalidade eu SENTI FIRMEZA, DEMACOL... PAM!!!

A única personalidade demacoliana que não provoca câncer em quem chegar perto, pois ao menos quando assume sua identidade de vendedor/mascote da Demacol Home Center, Demacol apresenta um mínimo de carisma e esboça suas primeiras falas decentes, apesar de ainda faltarem muitos pelos no peito e frases impactantes para ele chegar no dedo mindinho do pé dos outros machos que arregaçaram Jajá, ou seja, o Guina e o Kauan.

Após a desgraça pública, querendo fugir de sua real personalidade de merda, Demacol começou a fingir que é gente, assim ele investiu tudo o que ganhou em seus ânus como eletricista e como ator fracassado para fundar sua própria loja de materiais de construção em Ceilândia, especializada na comercialização de parafusos rachados, rosquinhas, ruelas, chaves de roda, a peça que você queria e mesas de mármore antiderrapantes pra machos virgens relaxarem, estas que Demacol prontamente encomenda das Casas Meu Homi para serem vendidas como conjunto mesa e cadeira (e o pé da mesa Demacol faz questão de entregar pessoalmente ao azarado comprador).

Ver também, ou não, pois pode piorar o trauma[editar]