Deslivros:A Biografia de uma Jovem Cantora

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Introdução[editar]

Pegue sua banana frita e curta a história junto com a gente.

Essa história é metade inspirada em fatos reais, metade inspirada em fatos fictícios, com intenção de comer o cu de quem leu agradar quem leu este deslivro. Essa é a história de uma jovem cantora qualquer, que queria fazer sucesso no mundo todo. Seu nome era Fernanda Raquel (nome artístico de Franciscleide Kayane Matos dos Santos da Silva Moraes Malucelli), uma garota com uma voz impressionante e com muitos sonhos, enfrentou grandes dificuldades, foi uma cantora de sucesso, mas passou por altos e baixos, como qualquer outra cantora. Ninguém sabe se ele canta funk, reggaeton, música eletrônica, CALMA! Você vai descobrindo no decorrer do livro, só podemos saber que ela é personalidade da cultura pop nacional, portanto, certifique-se que tenha LSD e Guaraná Dolly e senta que lá vem a história.

Capítulo I - A Infância[editar]

A jovem Franciscleide Kayane Matos dos Santos da Silva Moraes Malucelli foi parida em um fim de mundo do Paraná, uma cidade chamada Guarapuava. Seus pais, que eram usuários de cocaína, decidiram batizá-la de Franciscleide Kayane, porque eles quiseram. Franciscleide era filha de Mariscleuza Matos dos Santos da Silva, uma mulher que saiu de uma cidadezinha da Bahia chamada Irecê, e foi para Guarapuava em busca de emprego. Já seu pai se chamava Creysson Moraes Malucelli, um homem natural de Curitiba, em que morava em Guarapuava há 13 anos, ambos fumavam cocaína, por que não tinham nada pra fazer. Os pais da menina Franciscleide, depois de 15 dias, puderam levar a menina pra casa (Finalmente, Jesus!). Foi então que começou a jornada da jovem Franciscleide rumo á tão sonhada fama, algo que seus pais não tinham, e nunca tiveram.

Franciscleide, já com 1 ano, começou a falar suas primeiras palavras, como xereca, cu e mamá. Sua mãe, Mariscleuza, ficou muito feliz quando sua filha falou as suas primeiras palavras na vida. Com 2 anos, já dava seus primeiros passos, correndo como se fosse uma louca, seus pais ficaram muito felizes com aquela garotinha andando. O tempo passou, s menina Franciscleide se desenvolvia cada vez mais, até estava na creche (Ah, que menina esperta). Mas quando a menina Franciscleide estava na creche, seus pais já começavam á usar as drogas que os traficantes da cidade ofereciam para aquela pobre, Franciscleide não percebeu nada, porque estava na creche onde estudava, em um bairro pobre e mal acabado de Guarapuava.

Com 7 anos, a menina Franciscleide estava indo bem na escola, tirando boas notas. A menina era o orgulho de Dona Mariscleuza. S mãe enchia ela de carinho, enquanto seu pai estava na boca de fumo, fumando um cigarro cheio de maconha. Com 12 anos, ela viajou pela primeira vez á praia, algo que a menina Franciscleide nunca havia visto na vida. Seu pai ainda estava na boca de fumo, fumando aquele mesmo cigarro cheio de maconha.

Capítulo II - A Adolescência e o Início da Carreira[editar]

Franciscleide começa a sua adolescência, e seu pai continua fazendo o quê?

Já estamos no segundo capítulo da história, a menina Franciscleide já é uma mocinha, agora está com treze anos e estudando em uma escola estadual, foi nessa época que ela começou a cantar e compôr suas primeiras músicas, mesmo assim, ela sofria bullying de uma menina chamada Lucicreide Coutinho e Bragança, a garota mais chique da cidade, seu pai era um estilista super famoso, e sua mãe era uma dona de uma grife chiquérrima em Paris. Lucicreide zoava do nome e da buceta da pobre menina Franciscleide. Franciscleide pediu para sua mãe conseguir uma buceta nova pra ela, mas sua mãe disse que ela era muito nova pra ter uma buceta bem rosadinha. A menina Franciscleide mesmo assim não se abalou, e começou a mostrar a sua voz poderosa, e isso provocou inveja em Lucicreide. Por causa disso, Lucicreide fazia de tudo pra que ela se fodesse, tudo em vão.

O tempo passa, a menina Franciscleide cresceu, e queria virar cantora. O sonho da garota estava prestes a ser realizado, mas para esse sonho ser realizado, a menina Franciscleide se mudou com a família para Curitiba. A mãe se encantava com a voz da menina, mas o pai não apoiava, pois ele estava em outra boca de fumo, só que da capital. Ela começou sua carreira com 16 anos, época em que se livrou de Lucicreide, seu primeiro CD, formado só por músicas copiadas de outros artistas, como Anitta e Kevinho, só vendeu 39 cópias, mas ela decidiu inovar. Foi contratada por uma gravadora de merda de Curitiba, e começou a gravar suas primeiras músicas lá, aí nascia a Fernanda Raquel.

Capítulo III - O Auge e a Carreira Nacional[editar]

A cantora já estava em fase de lapidação, ela precisava aprimorar, foi quando a Fernanda Raquel decidiu gravar uma música que ela tinha composto com 13 anos, quando ainda se chamava Franciscleide, chamada Não Pare de Foder, a música fez um enorme sucesso no Paraná, mas também em outros estados, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul, começava então sua carreira nacional. Fernanda Raquel queria ser cantora de funk proibidão e divulgá-lo para o Brasil. Fernanda Raquel continuou seus estudos até os 18 anos, quando terminou o ensino médio. Ela queria mais, mais dinheiro, mais fama, mais... O que mesmo? Ninguém se importa com isso. Enfim, ela queria mais reconhecimento, foi quando lançou um EP com 7 músicas que ela compôs com 13 anos, uma delas era Vem Foder Comigo, que fez o maior sucesso no Brasil. Sua carreira nacional só estava começando, ela estava começando a ganhar tudo o que foi citado anteriormente, fama, dinheiro, e... mais o que mesmo?

Capítulo IV - As Primeiras Polêmicas[editar]

Sua primeira polêmica foi se envolver com uma boca de fumo de Curitiba, para tentar resgatar seu pai daquele lugar. As pessoas diziam que ela era traficante, e que ela não prestava de jeito nenhum, mesmo sendo uma cantora de sucesso nacional. Outra polêmica foi ela ter convidado um líder de uma facção para sua festinha na mansão dela em Curitiba. As pessoas continuam dizendo que ela era uma Maria Droguinha (Versão feminina do Zé Droguinha). Mesmo assim ela não se importou e continuou gravando músicas como Fode Fode Fode e Buceta Rosadinha (música que falava da buceta da Fernanda Raquel), recuperando sua carreira aos poucos, mas o resto ninguém se importa.

Capítulo Final - O Declínio e o Fim da Carreira[editar]

Finalmente chegamos ao capítulo final dessa história chata. Fernanda Raquel gravou várias músicas, mas que não faziam mais sucesso nas paradas do proibidão, ao contrário, fracassaram, o que causou o declínio da carreira da Fernanda Raquel, depois disso ela foi demitida daquela gravadora em que ela começou a carreira, tentou se virar gravando músicas em outra gravadora, mas ela não durou nem 3 dias, foi demitida de novo. Depois disso abandonou a carreira. O que ela está fazendo atualmente? Atualmente ela é vista vendendo camisinhas na sua cidade natal, só isso!

FIM!!!