Desnotícias:Bomba atómica dissolve o parlamento português

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LISBOA, Portugal

O presidente português Marcelo Rebelo de Sousa cumpriu sua promessa de lançar uma bomba atómica em Lisboa caso o parlamento não aprovasse o orçamento para 2022, que prometia contar com os fundos de uma bazuca atirada pela União Europeia. O dispositivo explodiu em cima do Palácio de São Bento, dissolvendo imediatamente o prédio, que havia sido reconstruído em 2005 após Jorge Sampaio lançar um explosivo similar no edifício original.

O presidente português determinou que novas eleições serão marcadas para o próximo dia 30 de janeiro, estragando o Natal e o Ano Novo das famílias portuguesas com politicagem. Pela impossibilidade de se governar de Lisboa, Marcelo retirou-se para a sede alternativa do governo, no Palácio dos Duques, em Guimarães, já que as cinzas nucleares resultantes da explosão tornaram a governação na capital impossível. A Marinha Portuguesa já trabalha com a possibilidade de transferir temporariamente o governo para os Açores, dado que os serviços meteorológicos preveem que a radioatividade se espalhará rapidamente por todo o território continental português nos próximos dias.

Não há informações sobre possíveis mortos, mas o número estimado de feridos é de pelo menos 230. Alguns feridos graves foram reportados, inclusive o CDS-PP, que foi levado para as urgências em estado crítico.

O Palácio de São Bento II, dias antes de sua destruição

Fontes[editar]

  • BOOM! — RTP, 5 de Novembro de 2021
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