Desnotícias:Com nó tático de Jardine, Brasil conquista o bicampeonato olímpico

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FUCK IU, Nipão

Nem a menina daquela série da Netflix teria uma estratégia tão bem bolada quanto a do gênio Jardine

Diferente da seleção principal, que passa vergonha pra Argentina em pleno Maracanã e toma apavoro pro Otamendi, a base brasileira vem forte e conseguiu a segunda medalha de ouro da história de nosso pobre país, que devido a crise pretende aproveitar o recorde de medalhas douradas nessa edição dos Jogos Olímpicos para aumentar as suas reservas de ouro.

Quanto ao jogo, não foi grande coisa. O Huezil enfrentou a seleção sub-virgem da Spaña, cujo único jogador conhecido era o Pau... Torres, que inclusive marcou o único gol espanhol em um lance de sorte no qual a defesa BR tava moscando e a bola bateu de jeito no Pau, entrando no gol. O maior adversário do Brasil parecia ser justamente seu técnico, André Jardine, que insistiu em bancar o Martinelli pra dar lugar aquele lixo do Little Claudio (que pra variar, não jogou porra nenhuma) e não fez NENHUMA substituição no segundo tempo e deixou os jogadores cansados do time se arrastarem em campo correndo atrás dos espanhóis numa retranca que faria inveja ao Carille.

Findado o tempo normal, como o jogo terminou em empate (Matheus Cunha finalmente conseguiu marcar um gol), Jardine finalmente resolve mexer: tira Matheus Dunha Cunha, que nem estava mal ou cansado, e coloca... Malcom???? WTF? O cara tira o centroavante pra colocar um ponta e ainda por cima resolve apostar num maluco que se não fosse pelos russos serem um bando de racistas ninguém teria ouvido falar nos últimos três anos?

Cquote1.svg Se o Jardine é treinador de futebol, eu sou astronauta Cquote2.svg
Torcedor brasileiro sobre Jardine

Mas foi aí que o nó tático se revelou: aos dois minutos do segundo tempo da prorrogração, Antony, que não tinha mais força nenhuma na perna e por isso não passava do meio-campo, deu um balão pra frente em direção ao ataque, onde estava o único jogador brasileiro que havia entrado mais tarde: Malcom. Se aproveitando do fato de que os zagueiros espanhois estavam cansados por não terem sido substituídos, ele partiu pra cima do gol adversário e penetrou como um raio na grande área, chutando quase que sem ângulo na gaveta. 2x1. Brasil foi bicampeão olímpico, Jardine passou de vilão retranqueiro para herói estrategista a lá Thomas Shelby, Daniel Alves fez com que todo mundo se esquecesse da sua falha no primeiro gol enquanto conquistava seu 230523058200° título e os boomers que falavam que o futebol BR havia morrido nos anos 90 assistiram a um bando de tiktokers conseguirem mais uma vez aquilo que eles tentaram durantes anos e não conseguiram uma vez sequer: uma medalha de ouro.


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