Discussão:Faed

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Cquote1.png Will the real Heartshalala please stand up,I repeat will the real Heartshalala please stand up...we're gonna have a problem here... Cquote2.png
Eminem sobre a FAED

Cquote1.png Você quis dizer Cquote2.png
Fofocaed
Cquote1.png Você quis dizer Cquote2.png
Berçário
Cquote1.png Você quis dizer Cquote2.png
ESAG
Cquote1.png Esag não tem amigos! Cquote2.png
Aluno qualquer com seu canto do Jiudesc
Cquote1.png Não existe fome em FAED! Cquote2.png
Pró-reitor justificando a falta de RU
Cquote1.png É minha casa. Cquote2.png
Jarbas sobre a FAED
Cquote1.png Isso daqui só presta de tarde e de noite. Cquote2.png
Uma aluna da Pedagogia - Matutino sobre a FAED, mais especifícamente sobre o público masculino
Cquote1.png Sem mim você não existe. Cquote2.png
Udesc sobre a FAED
Cquote1.png Você não existe. Cquote2.png
Faed sobre a Udesc
Cquote1.png HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHAAAAAAAAAAAAAAAAHAAAAAAAA. Cquote2.png
Aluna gordenha popular do curso de história rindo de forma ridícula sobre qualquer fofocaed e atrapalhando a aula


Gossip Girl Faed: mesmos personagens, só que mais feios e pobres


A FAED, Faculdade Adolescentes, Esposas e Doidões, ou também Fundação Acadêmica de Estudantes Diversos, faz parte da Universidade do Estado de Santa Catarina, é também conhecida por poucos como Faculdade de Educação ou Centro de Ciências Humanas e da Educação da Universidade do Estado de Santa Catarina.

O uniforme dos alunos da Faed

Características gerais[editar]

Os acadêmicos da FAED eram antes conhecidos por serem os mais politizados da UDESC, sempre encabeçando as lutas estudantis como Moradia, RU, Passe Livre e outras brigas de interesse. A partir de 2009, porém, o que se tem visto é a entrada de estudantes que decoram o discurso crítico de veteranos dinossauros e só replicam para posar de militantes, mas na verdade eles estão cagando para essas discussões.

Desde 2007 a FAED se encontra no bairro do Itacorubi na cidade de Florianópolis, junto de outros dois centros da UDESC muito queridos: CEART (Centro dos Enrustidos, Afeminados, Retardados ou Transtornados) e ESAG (Escola Superior de Arrogância e Goiabice). No entando anteriormente à 2007 a FAED se localizava no centro de Florianópolis desde 1900 e guaraná com rolha.

Atualmente a FAED está em regime de Monarquia Parlamentarista, onde existe a figura da Rainha Diretora Geral (que é a sogra dos sonhos de muito marmanjo faediano) que assina ofícios e viaja para vários lugares, incluindo países europeus, para tratar de questões diplomáticas de intercâmbio, enquanto na verdade quem realmente manda é uma espécie de José Sarney (do lado bom da força), um diretor de administração que está há vários anos no poder, sobrevive porque é o maior conhecedor de burocracia que se tem conhecimento na era contemporânea e sonha ser reitor da universidade (dizem as más línguas que será candidato nas eleições de 2011).

Em funções menos importantes dentro do setor que dirige a FAED, encontra-se uma diretora de extensão totalmente sem-noção de nada, que gosta muito de arroubas, apóia qualquer movimento pró-gênero e possui uma invejável coleção de boinas, além de um diretor de ensino muito fofinho, também conhecido como ursinho pimpão. Todos bastante competentes.

A FAED se encontra dominada por uma grande leva de Professoras Gaúchas que dominam as grades de horários de todos os cursos: Pedagogia, História, Geografia e Bibliowhatever!

O Consumo de Álcool[editar]

É possivel perceber entre os acadêmicos deste centro um teor elevado de "baixo-rendismo", pois os pais destes, decepcionados com rumos que os filhos pós-adolescentes vêm tomando, param de patrocinar a cerveja. Assim sendo esses acadêmicos passam a frequentar bares com condições precárias de estética e sanitariedade que viabilizam econômicamente o hábito do consumo alcoólico, o El Capenga Lounge & Snooker (Bar do Seo João), conhecido também como Esgoto, ou o El Vasquenho Club (Bar do Manéca), além da lanchonete da ASTEL que costuma ser mais caro, mas como é o bar mais "bonitinho", é muito utilizado no começo do semestre para os calouros não ficarem assustados e desistirem do curso.


Dos Cursos Oferecidos pela Faed[editar]

A Faed oferece 3 cursos.

Futuros Aspirantes a Funcionários Públicos[editar]

São os verdadeiros desorganizadores de livros da UDESC!

Estes alunos também possuem outras utilidades e são muito prestativos, podem comer as traças, algumas calouras safadinhas e a poeira! Este seleto grupo ainda sobrevive, devido aos mais obscuros poderes da "Mumificação, Encadernação e Plastificação de Livros, Utensílios e Pessoas" visto que são as pessoas mais velhas do lugar.

Os futuros funcionários públicos são tão heterogêneos quanto o recheio do suflê do restaurante do ceart na 6a feira. Se você ver alguém esquisito, com cara de quem sofreu bullying a vida inteira sem saber o que era bullying e achava a coisa mais normal do mundo, provavelmente essa criatura quer trabalhar no Banco do Brasil.

Argentinos bregas metidos a DJ também são vistos com frequência. Ultimamente tem se notado a presença de cocotas pseudo-descoladas que se revezam para namorar geógrafos pseudo-estilosos de cabelo pseudo-grisalho, através de processo de seleção ACT - que é aberto a cada semestre. Garotas lindas que são escrotas e esbanjam mau-humor também aparecem. A maioria acaba trabalhando como bolsista na Biblioteca Central do campus, com o mesmo salário que terão para o resto da vida.

Por ano são aceitos cerca de um ou dois alunos autistas para o curso, mas a condição psiquiátrica desses alunos excepcionais em pouco chama a atenção, dado o contexto da bizarrice do corpo discente.

Existe também uma cota específica, bastante uniforme ao longo dos anos, para frutinhas, lésbicas e pessoas que se dizem hétero, apesar de possuir o alvará. São discípulos do Butterfly, simpático e lendário ex-acadêmico do curso que propagou a corrente.

É pré-requisito para a aprovação nas disciplinas uma postura direitista e conservadora, quase fascista, por parte dos acadêmicos que inclui defender as taxas acadêmicas, críticar os funcionários terceirizados (xerox, cantina, faxina) por não exercerem suas funções já antes do horário de inicio das aulas as 7:30 da manhã, criticar o diretório acadêmico pelo atraso das carteirinhas, entre outros.

Geografia[editar]


Cquote1.png Hoje em dia eu não estudo não, só faço Geografia. Cquote2.png
Alunos super engraçados da faculdade de Geografia sobre a Geografia.

Cquote1.png ô raça, luau lá na minha casa no campeche hoje! partiu!!!. Cquote2.png
Aluna do curso de geografia, levemente sequelada, convidando informalmente qualquer pessoa que passar pela frente dela para uma festa que é promovida toda semana e nunca dá certo.

Cquote1.png Eles lambem estudam pedras... Cquote2.png
Aluno de qualquer outro curso da FAED sobre a condescendência que os geógrafos merecem

Criado em 1989 pelos dinossauros ainda em atividade professores Ricardo Veado e Antônio Soares, o curso de Geografia foi o resultado da cisão entre geógrafos e historiadores do extinto curso de Estudos Sociais, o que se resumiu, em 2002, na cisão do departamento de Estudos Geo-Históricos em Dep. de Geografia e Dep. de História.

Existe uma rixa histórica no curso, fruto da união entre professores doutrinados por um velhinho que parece o Karl Marx, gosta de correr sem camisa pela Beiramar e é irmão da Aracy Balabanian, a dona Cassandra do Sai de Baixo, e demais professores do corpo docente que sabem disso tudo, mas por questão estratégica fazem de conta que isso não interessa (afinal, juntos eles são maiorias e sempre vão vencer votações contendo mutretas e interesses próprios), contra um núcleo formado por uma professora gaúcha que possui 12 estudantes que se dizem os melhores e mais produtivos do centro, mas na verdade só sabem fazer colônia de férias na casa da chefe, e um professor manezinho que anda se achando merecedor do prêmio nobel da paz depois de ter vivido 1 ano no Timor Leste. Ele enche o saco de todo mundo e consegue ser contrário a qualquer coisa, em qualquer reunião sob qualquer ponto de vista.

Os alunos do curso de Geografia normalmente são os mais esnobes e interesseiros sociáveis e fumam maconha fazem amizade com todos os cursos, mas costumam expulsá-los do DAOM na intenção de fazer reuniões que ninguém sabe pra que servem. Promovem boas festas que nem sempre são tão bem divulgadas. Seu objetivo, claramente, é promover uma festa nos padrões da Choppada da ESAG - quiçá no El Divino Lounge.

Atualmente o perfil do curso mudou em relação ao que era antes. Já praticamente inexistem rixas de ordem ideológicas ou laboratoriais. Os acadêmicos de geografia descobriram que, ao se juntar, podem fumar mais maconha, tomar mais doce, fazer mais festas e tentar pegar mais meninas (e meninos, com cada vez mais frequência).

Os homens costumam ser os que mais se gabam ao pegar calouras mulheres na FAED, geralmente isso ocorre no início do semestre quando as ingressantes ainda não os conhecem o suficiente para que sejam criteriosas em suas escolhas, isso deve-se ao fato de existir alguns núcleos de geógrafos pegadores:

- o núcleo dos acéfalos: formado por geógrafos sem nada na cabeça que são bons com esportes - eles pegam as mais gostosas do centro também sem nada na cabeça, normalmente da pedagogia e têm um incrível aproveitamento também com esaguianas e estudantes dos cursos de Saúde da UFSC;

- o núcleo dos gente boa: dizem que é formado por geógrafos neutros, que não se envolvem em polêmica, são amigos de todo mundo e estão sempre nas festas marcando presença - costumam não ser tão seletivos, mas toda santa festa estão tentando pegar alguém... Tem vocação para namorar e separar em poucos meses). A realidade é que tal núcleo não mais existe na FAED;

- o núcleo dos roqueiros: esse finalmente também em extinção, é composto por geógrafos recém-formados, que, sem ter o que fazer da vida continuam participando ativamente da vida faediana e veteranos dinossauros que insistem em não se formar. Juntos, eles montam banda atrás de banda para tocar nas festas da FAED e usam o status de popstar universitário para pegar as calouras que se pagam de hipsters e frequentam o 1007 - Preferem as menores de idade independente do curso, com motivo já dito anteriormente.

- o núcleo dos punheteiros anonimos da internet: esse é o grupo dos geografos que não tem o que fazer na sexta feira a noite e ficam na desciclopedia falando mal dos outros e tentando parecer menos broxa.

Um outro fator que contribui para a fama dos geógrafos entre os demais cursos da FAED é o fato de existirem poucas mulheres (ou homens que prestem) no próprio curso de Geografia que consigam suprir as necessidades carnais (ui!) de seus coleguinhas.

História[editar]

Cquote1.png Ele tá fazendo História, mas depois vai fazer Direito! Cquote2.png
Pai de aluno do curso de História sobre História


Cquote1.png Mas.. você vai ser professor? Cquote2.png
Qualquer pessoa na humanidade para estudante de História


Aluno da História em momento de descontração

A História é uma questão interessante, para que entendamos esse curso precisamos nos utilizar de duas palavras chave: "pseudo" e "problematizar". Na História encontra-se o maior número de pessoas pseudo-esclarecidas, pseudo-cults, pseudo-intelectuais e pseudo-mente abertas da FAED. Uma das atividades favoritas dessa legião é problematizar a pseudo-intelectualidade e a pseudo-qualquercoisa de outrém.

O novo perfil dos acadêmicos de história ainda é desconhecido, a única coisa que se sabe com toda a certeza é que eles tomaram a sala do DAOM por posse, estando lá de manhã/tarde/noite sempre lendo, comendo, dormindo, discutindo futilidades, ocupando todos os computadores ou até mesmo jogando Mortal Kombat, Alladin, Animaniacs, Super Mario ou Mega Man ou algum jogo escroto de cartas. Existem historiadores que olham com cara feia para outros estudantes que se atrevem a entrar na sala do DAOM.

Cada um das turmas de História, ao longo dos semestres, geralmente têm características próprias. Cada uma costuma se distinguir das outras pela coincidência intrigante de características de seus membros.

Assim em 2008.2 predominou a entrada de meninas indiezinhas arrumadinhas curso-e-colégio-energia que gostam de puxar saco de certos pró-reitores e de rapazes e homens apagados socialmente. Não se envolvem muito socialmente, porque ainda são de uma época na FAED o conceito de festa para historiador significava reunir a galera na casa da música, ouvir Chico Buarque e discutir sobre Focault, Le Goff ou qualquer outro historiador.

Já em 2009.1 começou a revolução. Predominou a entrada de rapazes nerds de baixa estatura e pouca expressividade física e carismática, bem como de meninas foguentinhas, grudentas e prontas para o enfrentamento afetivo com rapazes de maior expressividade, seja de qual curso forem, mas principalmente DJs argentinos do Serviço Público e Roqueiros de má reputação da Geografia.

Já em 2009.2 houve um aumento da presença masculina bem como o aumento da expressividade física da mesma (sobretudo na estatura), mas um mantenimento da mediocridade típica de calouros burros (isso se explica, obviamente, pelas baixa faixa etária. As meninas são apagadinhas, anti-sociais, com uma ou outra exceção que também foi vítima de veteranos cruéis e inescrupulosos de outros cursos.

Em 2010.1 o que se viu foi mais ou menos um repeteco da turma 2009.1, com exceção de alguns homens que conseguiram se sobressair no cruel mundo da pegação faediana. Meninas simpáticas, bonitas e sociáveis que não tocaram tanto terror quanto suas veteranas, mas aprontaram das suas, especialmente na fase pós-jiudesc.

Além dessas turmas, permanecem algumas figuras folclóricas do curso, como o já citado lageano pseudo-anarcopunk, que nunca foi visto dentro da sala de Aula e também nunca foi visto "limpo", se é que vocês me entendem; um outro caso folclórico é veterano que apertou o botão "intelectual mode: on" quando entrou na faculdade e não conseguiu mais desligar. Ele cumprimenta as pessoas como um extra-terrestre, é membro vitalício do Centro Acadêmico de História; um último caso folclórico é de um ser que é a mistura do Alceu Valença com o Luís Caldas, que adota um visual meio Crocodillo Dundee e usa óculos do John Lennon. Ninguém sabe qual é a dele, embora ele seja simpático, conheça todo mundo pelo nome e esteja em todas as festas, independente do curso que esteja organizando.

Pedagogia[editar]

Cquote1.png Eu odeio crianças, mas espero que com o curso eu vá me acostumando e acabe gostando!!! Cquote2.png
Caloura do curso sobre o seu obejto de maior estudo, os fedelhos

Cquote1.png Eu A-DO-ROOO criançasss!!! Cquote2.png
Calour o(?) do curso sobre o seu obejto de maior estudo, os fedelhos

Maior concentração de mulheres da FAED (as mais gostosas do centro), mas sempre existem uns desgarrados que JUUUUUU-RAAAAAMMM que são homens.

Possuem um corpo docente bizarro com professor metido a sedutor badboy, professora que usa visual anos 80 estilo David Coverdale e professor que usa cabelo do Xororó.

Como sendo o centro feminino do campus, as fofocas geralmente começam ali e se espalham pelo resto da fofocaed, e isso geralmente ocorre depois de alguma festa ou rolo entre cursos. " 99% das fofocas produzidas nesse núcleo são mentiras das brabas" ( escrito por acadêmico broxa tentando fazer sua broxada passar por mera intriga da oposição).

As meninas geralmente vão à procura de rapazes na ESAG, onde os mauricinhos acabam pegando depois de uma noite de porre, e depois disso nunca mais tornam a vê-las, pois a FAED fica posicionada estratégicamente nos confins da UDESC, para proteger a reputação da universidade ela posiciona a ESAG bem a frente da entrada, para o desfile alegórico dos carros novos e importados que são vendidos nas milhões de concessionárias da Madre Benvenuta.

Há, em menor proporção, um núcleo de pedagogas pseudo-alternativas que gostam de frequentar 1007 e Jivago, beijar meninas lésbicas de outro curso só por brincadeira e ficar com veteranos populares de outros cursos para serem conhecidas como putas em nível de FAED.


Estudantes que entram no curso namorando costumam engravidar inesperadamente e sumir por um tempo, ou ficam solteiras ainda nos primeiros semestres e, carentes na faculdade junto a uma turma que só tem mulheres, viram presa fácil para os veteranos ligadeeenhos dos outros cursos. Algumas pedagogas tem cara de choro e usam tomara que caia em julho só para exibir a marquinha de bíquini (adquirida de forma constante durante todo o ano) e os peitos siliconados. Esse tipo costuma ter jeitinho de barbie, e são fúteis. Desconfia-se que faz bronzeamento artificial ou pinta o corpo através de decalque e verniz.

As meninas do curso entram almejando trabalhar de cordenadora ou fazem pedagogia como suporte para sua futura profissão, mas acabam trabalhando como tias de jardim de infância, que levam cuspidelas e xingamentos dos pequenos diabinhos de escolas públicas.