Dragon's Crown

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Virtualgame.jpg Dragon's Crown é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, o seu Neopet termina o curso da ilha Krawk.


Corvo do Dragão
Dragon's Crown cover.png

Poluição visual. Característica marcante desse jogo até na capa. É preciso marcar a parte relevante

Informações
Desenvolvedor Vanillaware
Publicador Atlus
Ano 2013
Gênero Beat 'em up
Plataformas PlayStation 3; PlayStation Vita
Avaliação 50%
Idade para jogar 12

Dragon's Crown é um beat 'em up/hentai desenvolvido pela Vanillaware e Atlus, criado para PlayStation Vita e adaptado de qualquer jeito para PlayStation 3 e caracterizado pela poluição visual indiscriminada durante o gameplay.

Enredo[editar]

Um screenshot exemplificando como não é possível entender o que está acontecendo.

O jogo se passa ao redor de um reino onde existe uma rua só que é habitado apenas por uma mulher peituda, um camponês e um garotinho. Nessa rua há um bazar que está sempre vazio, um templo onde está um maluco que pode ressuscitar pilhas de ossos, uma loja onde tem uma peitudona (o que não é exclusividade dela, todas mulheres do game são peitudas), uma torre de um mago fedido barbudo e outros lugares sem importância. Ao redor desse templo estão catacumbas, labirintos, ruínas e lugares que não importa quantas vezes visite realizando missões de extermínios de animais nativos, eles sempre vão voltar na mesma quantidade de número.

Não há a mínima profundidade, apenas justificativas rasas sobre porque o jogador deve ir a tal lugar, sem qualquer explicação sobre a motivação de seja lá qual personagem esteja usando, aliás, é possível ressuscitar outros mil sósias do sexteto de personagens principais para ajudar os forever alone que não tem amigos pra jogar com eles.

O objetivo final é reunir 9 medalhões para matar um dragão no final e roubar sua coroa, enfim, uma merda foda.

Jogabilidade[editar]

Basicamente uma cópia de Golden Axe, só com um pouco mais de peitões e de cor, onde o jogador deve vasculhar repetidamente uma meia-dúzia de enfadonhos cenários e matar os mesmo inimigos massacrando o mesmo botão sem parar numa diversidade quase nula de golpes.

Não faz muita diferença, pois na hora da aventura, acontece tanta coisa ao mesmo tempo na tela, que é humanamente impossível compreender o que está acontecendo ou em que parte do cenário se encontra seu personagem, ou que golpe está aplicando.

Os mapas das missões foram desenvolvidos por estagiários, pois você fica no máximo 1 minuto em cada tela para matar meia dúzia de inimigos burros antes de já ter que sair para uma nova tela.

Gráficos[editar]

Para um Game Boy Color pode-se dizer que os gráficos seriam maravilhosos, mas como o jogo é para PlayStation 3, aí já não pode-se elogiar mais, tanto que ele teve que ser lançado algumas semanas depois para o PlayStation Vita, para justificar a qualidade inferior dos gráficos.

Os fãs mais afobados, na verdade não passam de punheteiros ávidos amantes da sorceress, e se matam em elogios porque realmente os peitões delas são perfeitamente redondos para algo feito de polígonos, mas todavia nem isso se salva na crítica, pois na hora da aventura é tanta coisa espalhafatosa acontecendo na tela que é impossível compreender qualquer coisa, onde está seu personagem, e o que diabos está acontecendo.

Graças à capacidade limitada dos produtores, não há qualquer cutscenes, apenas quadros e textos.

Personagens[editar]

A grande responsável pela propaganda bem sucedida do jogo.

Jogáveis

  • Fighter - O marombado da equipe, e ideal para iniciantes por ter a maior defesa, maior HP e por ser funcional ao apertar apenas um único botão. É um cara tímido que usa armadura até para ir ao banheiro.
  • Amazon - Como toda personagem feminina no game, anda seminua com um biquíni enfiado no cu, sendo a deusa dos fetichistas por mulheres de barriga tanquinho e bunda quadrada de musculosa. Usa um enorme machado de duas mãos e também serve bem para os iniciantes.
  • Wizard - Um típico mago clichê com cara de quem está com insônia há semanas, é um dos principais responsáveis em foder com os cenários criando enormes magias que ocultam tudo o que estiver acontecendo por trás.
  • Elf - Frequentemente confundida como uma garota, na verdade é um elfo rapaz, só que gayzinho, afinal todas mulheres em Dragon's Crown tem seios enormes e desfilam por aí seminuas, o que não é o caso da "elfa". Apesar do fato de ser arqueira e atacar de longe parecer vantajoso, é a mais complicada, pois as malditas flechas são finitas, pois só nisso os produtores se preocuparam com realismo.
  • Dwarf - Anão bêbado que usa ataques do Zangief e cata qualquer inimigo, menos os chefes.
  • Sorceress - A verdadeira diva responsável pelo sucesso do jogo, que não é mistério é um jogo que só nerds punheteiros que se masturbam para hentai jogam. É uma maga peitudíssima de coxas de fora que ninguém sabe exatamente o poder porque é o menos importante enquanto alguém pesquisa suas galerias de imagens no gelbooru.

Não-jogáveis

  • Tiki - Fadinha inútil, imprestável que só serve para o caso de haver fetiches doentios com essas criaturinhas, pois ela não faz nada.
  • Rannie - Ladrão responsável por abrir os baús e portas dos cenários. É seu paga-pau oficial.
  • Princesa Vivian - A princesa do reino, talvez a personagem feminina menos peituda de todo o mundo (lembrando que o elfo é um homem), e justamente por não possuir sex appeal, ninguém sabe direito a sua participação na história.
  • Guildmaster Samuel - Sean Connery caso caísse num jogo da Vanillaware, é um folgado que fica parado o dia inteiro na sua guilda fazendo porra nenhuma e só mandando os outros fazer trabalhos pra ele.
  • Magician Lucain - Só um velho gagá e caduco que vende uma runas que ninguém entende como se usa.
  • Magician Morgan Lisley - Vendedora de decote exagerado que como em qualquer jogo de videogame é praticante ávida do capitalismo selvagem.