Edifício-sede do Supremo Tribunal Federal

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Nota: Se você procura aquele órgão obsceno que funciona nele, sugiro que vá ver Supremo Tribunal Federal.


Visão da externa do dito-cujo, visto próxima a parada que tem ali em frente

O Edifício-sede do Supremo Tribunal Federal, também conhecido pelo nome que ele não possui, é um edifício situado em Brasília e que funciona como sede oficial do Supremo Tribunal Federal desde 1960. Foi inaugurada em 1958 para substituir a antiga sede da Suprema Corte, um muquifo pré-histórico situado na Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, e que hoje funciona apenas como um botequim federal.

Características[editar]

Situado na Praça dos Três Poderes, o prédio é um imenso pombal de concreto, isso mesmo com um pombal dedicado exclusivamente aos pombos. Em razão disso, qualquer visitante que queira passar perto daquele antro doentio, tem que levar com sigo uma mascara para evitar aquele que aquele aglomerado de pombos espirre perto do turista, transmitindo uma doença desconhecida e na volta comece alguma epidemia mortal mundo afora.

O prédio é um Ctrl+C Ctrl+V dos palácios da Alvorada e do Planalto, sendo apenas um pouco menor que ambos, o que transmite a tão falada genialidade de seu projetista, Oscar Niemeyer. Para evitar acusações de plágio dele contra ele mesmo, Oscar colocou uma figura icônica bem em frente ao palácio. Segundo seu criador, Alfredo Ceschiatti, no monumento é retratada a justiça brasileira como uma mulher amordaçada e cega dos olhos, segurando um rolo de massa em suas mãos, sob ameaça de ter um ataque esquizofrênico e começar a atacar qualquer um que ameaçar sua condição privilegiada.

O plenário no interior do edifício do STF, enquanto alguns ministros debatiam a legalização do caixa 2. Foto de 2016 (Rob/Ag. Dscpédia).

Até o início da década de 2000 a fachada externa do palácio — não só desse, mas de qualquer outro monumento da área central de Brasília — era livre para a circulação de tudo quanto era tipo de gente, desde turistas até usuários de crack que saiam de casa para ir perambular por outras áreas da cidade. Para evitar manifestações populares, os governos tanto o local (GDF) quanto o federal, resolveram enfiar grade em tudo quanto é buraco, inclusive ao redor da Praça dos Três Poderes. Com isso, o edifício do STF ficou praticamente imune a qualquer tipo de pressão popular e os seguranças fazem cara de cu a qualquer baiano que circula em torno da área cercada do prédio.

Interior do prédio[editar]

No interior desse edifício possui um porão onde alguns ratos fazem sessões diárias para discutir o aumento do próprio salário ou a absolvição de algum criminoso que represente risco à integridade e à segurança nacional.

É um buraco longe de todo o caos que se passa lá fora, onde apenas os próprios juízes, seus colegas pessoais que trabalham como advogados, o câmera da TV Justiça e um copeiro de confiança deles entram. Ninguém sabe como esses ministros chegam ao prédio e tampouco por onde eles entram.

Outros edifícios[editar]

O STF também possui os anexos I e II situados na área de serviço (fundos) do mesmo, num lugar de difícil acesso e também um depósito lá na puta que pariu, perto de lugar nenhum, no finalzinho do SAAN, em Brasília. Este último é um prédio decadente que não é preciso nem chaves para entrar lá dentro, já que as paredes são cheias de buracos.

Ligações Externas[editar]