Endless Pain

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Ozmaeleozelito.jpg Este artigo trata de um álbum

E você já completou o seu com figurinhas da copa.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

10413.gif Endless Pain fez pacto com o CAPETA!
Então é melhor nem se meter com esse artigo, senão o capeta vai atrás de VOCÊ!!!

Cquote1.svg Você quis dizer: Música de Satanás Cquote2.svg
Google sobre Endless Pain
Cquote1.svg Você quis dizer: Endless Pleasure Cquote2.svg
Google sobre Endless Pain
Cquote1.svg Nada mal... para esses novatos! Cquote2.svg
Tom Angelripper sobre Endless Pain
Cquote1.svg Esse som cru irrita meus ouvidinhos! Cquote2.svg
Titio Emo sobre Endless Pain
Cquote1.svg Tô pensando em chamar o Kreator pra queimar umas igrejas... Cquote2.svg
Mayhem sobre Endless Pain
Cquote1.svg Esse álbum foi uma inspiração para nós! Cquote2.svg
Exodus (banda)
Cquote1.svg Cru e pesado. Eles são um de nós! Cquote2.svg
Immortal sobre Kreato

Endless Pain foi o primeiro álbum de fotos músicas do Kreator.

Que judiação com os moços no chão!

Antes do lançamento[editar]

O monstro do Thrash Metal Teutônico (alemão, seu burro!) ainda não tinha fama na época que gravaram o Endless Pain. A banda antes se chamava Tormentor e era temida pelos grupinhos de punk e pop da Alemanha Ocidental. Lançaram alguns demos que ninguém deu a mínima, nenhuma gravadora que preste o quiseram em suas instalações, a mamãe de Mille e dos outros integrantes não estavam dando mais leitinho e dinheiro pro seus filhos... estava complicado...

A volta por cima[editar]

Mille chamou o Zé Pilintra e junto com Exu e o Capeta em pessoa ajudaram o Kreator a achar uma gravadora. Estranhamente, eles foram contratados pela Jeremias Bebun Records Noise Records e gravaram o álbum em 1985.

Qualidade de produção[editar]

Péssima! Eu disse péssima? Eu quis dizer horrível! Minha avó produziria um álbum com um som mil vezes melhor que esse dentro do caixão dela. Anos 80, não é? Um som sempre saía "daquele jeito"... O álbum foi remasterizado (regravado) em 2000 pra pior melhor.

Instrumentação[editar]

Mille ainda não tocava guitarra tão bem assim, por isso não tinha nada de técnico, espetacular nos seus riffs. Eles eram bons, só isso. A bateria era nervosa, mas o som saiu tão ruim como o do St. Anger. O baixo... bem... dá pra ouvir de vez em quando... eu acho. Mille usou uma voz "possuída e demoníaca" nesse álbum, emprestada pelo Cara lá de Baixo. Ventor também cantou nesse álbum, com uma voz masculina, porém não maligno.

O Lançamento[editar]

A impressa internacional não foi, a impressa alemã não foi, os fãs não foram, as namoradas dos caras não foram, as mães dos caras não foram, o dono da gravadora não foi, mas você foi! (Só podia ser um idiota mesmo!)

Recepção[editar]

O hotel recebimento desse álbum foi legalzinha. Tinha uma grande presença de Black Metal misturado com Thrash e Axé... era uma orgia de estilos. Os Tr00 gostaram pra caramba dessa pegada "do Capeta" no álbum. As músicas nem são grande coisa, mas vamos deixar passar...

Conteúdo lírico[editar]

Morte, matanças, Diabo, monstros que matam gente, Holocausto Nuclear, teu pai traindo sua mãe com um travesti e coisas do tipo.

Músicas[editar]

  • Endless Pain/Toma Gelol - "Feel the endless pain!"
  • Total Death/Vida Eterna - Fala sobre o antigo Jardim do Éden.
  • Storm Of The Beast/Sua mãe é feia - Fala sobre a beleza de sua mãe.
  • Tormentor/Doutor Roberto - Fala sobre a Quarta Guerra Mundial.
  • Son Of Evil/Filho do Lula - Fala sobre banquetes no Planalto Central.
  • Flag Of Hate/Bandeira do Amor - "It's time to raise!! Your ass outta of the chair!"
  • Cry War/Chora Cavaco - Instrumental com solos de banja e viola.
  • Bonebreaker/O Engessa Ossos - Fala de um médico mitológico do Acre.
  • Living In Fear/Vivendo em Paz - Fala da vida em Cuba.
  • Dying Victims/Vítimas do Destino - Fala das pessoas que abriram seus próprios negócios e depois faliram.

Integrantes[editar]

  • Mille Petrozza - Voz e banjo elétrico
  • Roberto Fioretti - Baixo
  • Ventania Ventor - Latas de Suvinil e gaita.