Enemy of God

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Mamonasalb.jpg Este artigo trata de um álbum

E você baixa da internet porque não tem dinheiro.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.


Cquote1.svg Meus filhinhos voltaram a agradar seu papai! Cquote2.svg
Deus Metal sobre Enemy of God
Cquote1.svg O Mille tem uma voz muito medonha! Cquote2.svg
Regina Duarte sobre Enemy of God
Cquote1.svg Música do Capeta! Taquem fogo nessa porra, irmãos! Cquote2.svg
Padre sobre Enemy of God
Cquote1.svg Dei pra ele na turnê do álbum. Cquote2.svg
Sua irmã sobre Mille Petrozza

Enemy of God é o décimo-primeiro álbum do Kreator. Ele é o mais agressivo da época moderna da banda, com riffs e fúria que não se viam desde a era do Endless Pain e Pleasure To Kill.

Headbangers! Kreator voltou!

Antecedentes[editar]

Depois do retorno ao Thrash que o Violent Revolution proporcionou, e a volta dos fãs também, Mille inventou um jeito de continuar com o sucesso: fazer um álbum mais agressivo! Simples assim! Mas, para isso eles vieram para as terras que adoram bunda e cerveja pertencentes ao Afeganistão Brasil, aprender técnicas avançadas de guitarra com a Pequena Chimba Paraense. Mille e Sami aprenderam essas técnicas, pagaram o programa serviço e retornaram para a Alemanha. Lançaram o álbum em 2005.

Produção[editar]

AGRESSIVA E NA SUA CARA! Tão boa para estourar seus tímpanos.

Recepção[editar]

O álbum foi muito bem recebido pela comunidade metaleira internacional. Observe: Cquote1.svg Minha xoxota ficou molhadinha com esses riffs fodásticos do Mille! Cquote2.svg
Angela Gossow do Arch Enemy sobre Enemy of God
. Cquote1.svg Melhor que a nossa música! Cquote2.svg
Helloween sobre Enemy of God.
Cquote1.svg É... a gente é mais pesado, mais "du mal" e melhor do que eles, mas pelo menos estão se esforçando. Cquote2.svg
Tom Araya sobre Enemy of God.
Cquote1.svg I am a man who walks alone... Cquote2.svg
Bruce Dickinson sobre porra nenhuma.
Cquote1.svg Enemy of God? Desculpe, agora só ouço Nu Metal. Cquote2.svg
Max Cavalera sobre Enemy of God

Conteúdo lírico[editar]

Críticas á religião, Apocalipse, radicais islâmicos, violência, caos e um pouco de Satanás pra lembrar os velhos tempos.

Músicas[editar]

  1. Enemy of God/Inimigos do Tiririca - Música contra palhaços que também são políticos, mas o pior de tudo é que são brasileiros.
  2. Impossible Brutality/Bestialidade Impossível - Fala de como é impossível fuder com um elefante.
  3. Suicide Terrorist/Terrorista do Bem - Música em homenagem á Saddam Hussein.
  4. World Anarchy/Brasil - Uma versão avançada do "Anarchy in U.K.", só que dessa vez em outras terras...
  5. Dystopia/África - Conta as guerras civis no Berço da Humanidade.
  6. Voices of the Dead/Zé do Caixão - Música sobre temas fúnebres.
  7. Murder Fantasies/Casal Nardoni - Conta a relação entre janelas e meninas voadoras\.
  8. When Death Takes Its Dominion/Quando O Posto Perde Sua Gasolina - Fala da crise da Petrobrás e dos combústiveis em geral.
  9. One Evil Comes, A Million Follow/Um Emo Corta o Pulso, Mil Choram - Fala da fraternidade entre todos os emos desse mundo.
  10. Dying Race Apocalypse/Resident Evil em Brasília - Fala que durante o Fim do Mundo os políticos corruptos da capital federal transformarão os honestos em zumbis para se corromperem também.
  11. Under A Total Blackened Sky/Debaixo da Marquise - Não pegue chuva meu filho! Se não você vai pegar fogo se molhar!
  12. The Ancient Plague/ A Múmia - "O'Connor!!! Seu viado!! Mate a múmia caralho!"

Integrantes[editar]

  • Mille Petrozza - Gritos e guitarra grave
  • Sami Yli-Sirniö - Guitarra estridente e aguda
  • Christian Giesler - Baixo
  • Ventor - Bateriazinha.