Escritório Central de Arrecadação e Distribuição

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Ladraompce.jpg Escritório Central de Arrecadação e Distribuição é um ladrão.

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Senhor ladrão.png


Escritório de Cobrança e Arrecadação de Dinheiro
Logo ECAD.jpg
E Cadê o dinheiro?
ECAD
Lema Seus direitos autorais agora são nossos. Agora passa a grana...
Fundação 14 de dezembro de 1973
Tipo Empresa privada
Propósito Apropriação indébita
Sede Bandeira do estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Bandeira do Brasil Brasil
Sítio oficial [www.ecad.org.br Site (R$ 1,27/min.)]
® Desciclopédia

Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, mais conhecido como ECAD, é uma empresa privada que fiscaliza as músicas que tocam no país, extorque das rádios, canais de TV e serviços de via streaming o valor de que acordo que ela tocou junto com direitos autorais repassando uma mixaria para os compositores e artistas. O ECAD não é nada mais que um intermediário, o que é ilegal de acordo com a CLT, mas a justiça do trabalho está cagando pra isso.

Afinal, no que consiste essa porra?[editar]

Cquote1.png O Quê?? só vou receber essa miséria?? Cquote2.png
Compositor puto com o pagamento do ECAD
Cquote1.png Nós temos muitos custos... Cquote2.png
ECAD, inventando alguma finalidade para os valores arrecadados
Foi uma empresa mafiosa criada às escondidas pelas grandes gravadoras, que devido a pirataria começou a naufragar em dívidas e precisava de um novo método para ganhar grana. Então surgiu a ideia, de que como não havia como fiscalizar quanto uma música tocava e era executada, resolveram criar essa porcaria de instituição para fazer a tal "fiscalização" e cobrar os direitos autorais.

Os compositores recebiam antes do ECAD de acordo com que um disco vendia, mas como não vendia mais porra nenhuma de CD, eles aceitaram a criação do ECAD para distribuir o que as rádios e a TV pagavam para eles. O problema que como esse negócio era comandado por gravadoras, elas pegavam (e pegam) boa parte da grana e repassavam uma miséria para os compositores que não ganhavam muito mesmo, e com o ECAD, tinham que voltar cantar — geralmente quem compõe não sabe cantar — suas músicas em botecos e puteiros para ganhar alguma coisa.


O Movimento Para Libertação dos Compositores[editar]

o Movimento Para Libertação dos Compositores ou MPLC, foi uma associação fundada pelos maiores compositores do Brasil para eliminarem o monstro do mal ECAD. Eles que ajudaram criar o monstro, eles que tem que derrotá-lo. O MPLC é formado por:

  • Fátima Leão, a ruiva que foi gostosa aos 30 anos
Um compositor falido cantando seus maiores sucessos
  • Rick, o careca da dupla Rick e Renner
  • Zezé Di Camargo, aquele que sabia cantar
  • Álvaro Socci, que tentou compôr músicas decentes pro sertanejo
  • Ed Reis, ninguém conhece
  • José Augusto, o cara que faz só letra melosa
  • Ataíde, o cara mais feio da dupla Ataíde e Alexandre
  • Zé Henrique, emplaca mais sucessos com Bruno e Marrone do que com sua dupla com o Gabriel
  • Carlos Randall, outro paga pau do Zezé
  • Tivas/Danimar, Gêmeos siameses compositores

Tentativa em derrocada[editar]

Um processo movido pelo MPLC no justiça até chegou ameaçar o ECAD, mas as gravadoras, com medo de perder sua maior fonte de renda, resolveram molhar a mão dos juízes. O pedido de fim do ECAD foi negado, e o MPLC teve que pagar R$ 50,000 para a empresa por danos morais e difamação. Todo mundo do MPLC ficaram putinhos da vida com isso, mas perceberam que não podem vencer os majors da música.

ECAD é os serviços de música on-line[editar]

Depois de 2010, o ECAD tem se mostrado firme e forte contra as gigantes do serviço de streaming que entretém a plebe que não tem dinheiro pra ir no show do artista indie/pop preferido ou aqueles moralistas que pagam o serviço apenas para se manter na legalidade — hurr durr pirataria eh crimee1!. A prova disso é que serviços como o Netflix, Spotify e iTunes passaram a ser tributados, além de terem que pagar uma boa grana ao ECAD a cada play que um usuário der nas músicas dos artistas, sejam eles assistidos pela entidade ou não. Por isso que os adevogados do ECAD são tão "éticos" e ricos quanto adevogados de políticos foragidos ou adevogados de sub-celebridades.