Esperantista

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Cquote1.png Aux ministran postenon, aux pundoman katenon Cquote2.png
Zamenhof sobre esperantistoj
Cquote1.png Me ya uzis la vorto "esperantistatra" kom insulto Cquote2.png
idisto sobre esperantistoj
Cquote1.png Kiel perfekta estus Esperanto, se ne ekzistus Esperanto-parolantoj! Cquote2.png
Aleksandro Melnikov sobre esperantistoj

'Esperantista' : -) * (‘’bonalingve’’ esperlingvamiko) é o estrangeiro agradável que aprende a falar a nossa língua para vir dar palestras sobre o Esperanto nas nossas cidades.

Também conhecidos como tolos, os esperantistas são principalmente idosos que são membros de um culto secreto ou religião fundada no ano 1887, de algo esquecido predito pelo profeta chamado Zamenhof. Sua religião, chamada Esperanto, é um das religiões do Livro. Eles se reunir uma vez por ano em um país diferente para defecar e falar ‘’sencencajxojn’’ contra os volapuquistas e idistas. Seu principal órgão de imprensa, chamado de "Desesperanto" informa sobre as atividades vis desses terroristas em algumas partes do mundo e contém uma lista de livros terroristas que ensinam como atacar e matar de tédio os outros para inserir mais loucos idosos à seita esperantista. Este dever é ensinado pelo “Superior do Esperanto dos dias modernos". Segundo a ONU, ele aparece como um terrorista não-perigoso.

Definições[editar]

De acordo com a Declaração de Boulogne 'esperantista' é "toda pessoa que saiba ou tenha esquecido, uso correto ou indevido da língua Esperanto para qualquer finalidade. Todo esperantista desfruta de total liberdade na escolha de um psicoterapeuta experiente e pode r fanaticamente criticar, a amar ou a odiar a raça humana.”

De acordo com a famosa linguista Hans-Georg Kaiser alguns do Esperanto só esperam alguma coisa, mas esperantista mesmo, profissionalmente espera alguma coisa determinada. Para simplificar a coisa toda, dizemos que todos os esperantistas consistem em apenas duas facções : os estranhos e os cínicos.

Infelizmente, é verdade que sem a fração estranha, segundo Engels, já de há décadas não exisiria mais o Esperanto. São apenas esses fãs pseudo-religiosos sectários, que matêm o movimento vivo, bem como a própria lingua. Eles fazem tudo "para os nossos netos", e pronto.