Estética

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
A prova cabal de que estética é subjetiva.

Estética é um ramo da filosofia do qual pessoas como Marilyn Manson, Bozo e Lady Gaga parecem desconhecer completamente. Aceito como o estudo do belo (não o pagodeiro traficante, mas belo de beleza), a estética procura entender porque, por exemplo, uma banda toda frufru, desafinada, com um som retardado e sem criatividade, cheia de moleques com calças coladas coloridas, emos, nerds e que envergonham o gênero do rock é adorada por uns e odiada por outros.

Conceito[editar]

Estética possui um conceito subjetivo que causa muita confusão para ser definido. Todavia, é consenso que estética é uma definição do belo subjetivo e abstrato.

É também um ramo da cirurgia plástica, que afirma que todos os seres humanos têm, em potencialidade, mamas grandes e/ou ausência de músculos de expressão facial.

Filosofia[editar]

Sócrates foi o primeiro filósofo a discutir estética, quando questionado pela justiça por possíveis escândalos envolvendo aliciamento e pedofilia, ele depôs apenas "só sei que nada sei", a desculpa não pegou, e ele foi condenado à sofrer a torrefação dos testículos através de choques elétricos contínuos. Um mês depois, Sócrates divulgou um manuscrito Αισθητική (Estética) onde expôs os prazeres sensoriais da sodomia, e o conceito de estética aplicado ao sentimento de prazer.

Posteriormente, Platão, um cdf que leu tudo de Sócrates, inclusive o Αισθητική que trazia dicas preciosas de como se travestir numa loka para aproveitar a noite, Platão ao vestir as roupas de sua tia, definiu estética como a fusão da lógica e da ética aplicadas às artes e o gozo visual.

Outro estudioso do assunto foi Tomás de Aquino, que definiu a estética sublime como o ato de assistir o filme Priscila, a rainha do deserto dançando a egípcia rodeada de purpurina.

Para o ser humano, a anorexia é sinônimo de estética.

Para Kant, a estética não passa de uma percepção, e portanto pode ser alcançada através da ingestão de muita cachaça misturada com etanol, logo, a estética não é implícita a um objeto, mas sim à subjetividade de seu observador.

Hegel definiu o que chamou de beleza interior, uma forma de melhorar o ego de sua baixa auto-estima devido a sua enorme feiúra de cara de pirata bêbado. Muitos nerds adotaram essa teoria para continuarem esteticamente feios, gordos e horrorosos, mas continuarem felizes.

Nietzsche e seu mimimi recusou a estética, pois ele não aceitava que um mesmo objeto poderia ser dotado de qualidade antônimas por variar da percepção de pessoa para pessoa. Logo, isso explica aquele bigode horroroso, fora de moda, que parecia que ganharia vida e viraria uma tarântula e que cheirava a acebolado que ele teve por anos.

Enquanto para o Chaves, a estética está na Xinforômpila, a arte abstrata de rabiscar um tela e vendê-la por milhões só porque disse que ela significa um protesto contra a desigualdade social do mundo, apelo pelo desenvolvimento sustentável e responsabilidade ecológica.

Atualmente, a estética contemporânea liderada por Lady Gaga que prevê uma mistura de patricinha com Robocop, Madonna e trajes espaciais.