Estado soberano

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Na imagem, Thomas Hobbes retratado enquanto jogava WAR.

Estado soberano é um Estado que só ele (ou os poderosos que moram nele) manda nele mesmo e ninguém mais. É um termo bastante usado como eufemismo, por parte de alguns países não-soberanos, como é o caso do Brasil, Portugal, países do Oriente Médiocre e inclusive a própria ONU que também age como um órgão soberano, mas que não passa de um cachorrinho dos judeus e dos norte-americanos, sendo estes os únicos Estados verdadeiramente soberanos de toda Globo.

História[editar]

O dito-cujo retratado no início desta seção.

O Estado soberano já teve várias formas conforme o tempo foi passando. Em toda sua história, esta condição foi exercida na imensa maioria das vezes por aqueles caucasianos gordos que viviam sentado nos tronos majestosos do palácio Real de seus respectivos países.

Mais tarde, a soberania passou dos reis a mão dos nobres do Estado que por meio da política passaram a exercer a soberania nos Palácios dos Despachos em nome de um país, sendo assim até os dias de hoje.

De qualquer forma, a pessoa responsável pelo controle do Estado era o principal responsável por definir se a nação comandada (ou não) por ele seria um Estado absoluto de facto ou se seria apenas um poodle de alguma outra potência soberana.

Características[editar]

João Bodinho, grande sociólogo do Cascais (já dizia Fausto Silva), escreveu em seu livro Porque Defendo a Volta do Feudalismo, lançado em 2007 pela editora editora Alcance, que um Estado legitimamente soberano tem que ter um proprietário igual ao Fidel Castro, perpétuo, e ser ao mesmo tempo igual a Venezuela, que sugere à países que queiram mandar no seu quintal, como os Estados Unidos, ir plantar batatas — mesmo que acabe se fodendo depois.

Outro ponto importante mencionado pelo Jão do Bode em seu livro, é quanto as propriedades de um país. Ele tem que estar em estado sólido, não líquido, nem plasma e tampouco gasoso. O estado tem que ser igual ao átomo quanto a indivisibilidade, mas claro, sem aquele tamanho ridículo, senão ficaria igual aos San Marinos e Mônacos da vida e dependentes de tudo quanto é porqueiras e GPs que passarem ali por perto.

Segundo Bodinho, países como a Espanha, Irlanda, Croácia, Rússia e a Nicarágua não poderiam ser considerados soberanos porque além do governo oficial dividir o controle da nação com outros grupos terroristas como o EiTA! (Espanha), a ira dos irlandeses, Kosovo (problema dos croatas), ucranianos (no caso dos russos) e o comércio de drogas nicaraguenses — este último ainda conta com um Manuel Zelaya, uma afronta a soberania de qualquer exportador de mercadoria barata — nestes casos, nunca sabemos quanto vamos ter de atualizar o mapa-mundi de novo. Além do mais, estes países citados possui o mesmo tipo de soberania que o Iraque e o Afeganistão tinha até os norte-americanos resolverem jogar Rise of Nations lá dentro.

Compra da soberania[editar]

Em alguns casos, é possível adquirir soberania de Estados mais fracos, como fez o Brasil em não-sei-la-quando, quando ainda era um país soberano e resolveu comprar um brejo boliviano, antes que o mesmo país fosse comprado pelos americanos em meados do século passado e depois pela Bolívia, no início deste século.

Quando se compra algum Estado soberano, tudo que pertencia ao Estado comprado passa a pertencer ao Estado comprador. Note que neste caso não tem vice-versa. O Estado comprado só tem como direito a obrigação de obedecer ao Estado que o adquiriu.

Ver também[editar]