Evair

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Evair Aparecido Paulino
Evair-parmera-1990.jpg
Do tempo em que era moda usar mullets
Apelidos Matador
Nascimento 21 de fevereiro de 1965
Ouro Fino, MG
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Altura 1,84
Peso Pesado
Posição Artilheiro, homem-gol
Faz gols com ambos
Clubes Em destaque Palmirinha, Tupi-Guarani, Ta lá a anta e um time japonês aí
Estilo de Jogo Marcar gols
Gols Mais de 8 mil, grande parte de pênalti
Prêmios Artilheiro
Influências Não tem, ele mesmo criou sua escola


Evair Aparecido Paulino, mais conhecido como Evair, é o maior e mais injustiçado atacante da história do futebol mundial, que mesmo marcando mais de 8 mil gols e aterrorizando goleiros e zagueiros país afora, pouquíssimas vezes foi chamado para vestir a Amarelinha, e acabou por nunca participar de um Copa do Mundo, apesar de ser 10 vezes melhor de que 90% dos atacantes que já foram convocados na história. Evair ficou conhecido como "El Matador" ou "O Matador" por suas carnificinas de gambás, sardinhas, bambis e outras aberrações da natureza.

História[editar]

Primeiros Anos[editar]

Desde cedo, Evair já dava indícios de qual seria seu destino. Nos primeiros anos de vida, enquanto a maioria das crianças estavam aprendendo a engatinhar, andar e falar, Evair aprendia a fazer gols e bater pênaltis, uma habilidade que está em seu sangue e tudo que ele fez foi refiná-la até que ficasse mais pura que açúcar cristal. Na escola era o artilheiro isolado do Interclasse e deixava as meninas e os zagueiros adversários caidinhos por ele.

Quando cresceu Evair prestou vestibular, chutou 90 das questões e acertou 92. Mesmo com o sucesso acadêmico, ele já sabia bem o que queria ser: um grande vagabundo jogador de futebol

Início de Carreira[editar]

Evair fez teste pra entrar no Bambi FC, mas como ele era bom demais e os treinadores ficaram com medo dele desmotivar e desmoralizar demais os defensores do time, não o aceitaram. Por isso ele teve que se contentar em ficar pelo Palmeiras do Interior mesmo. Chegando lá ele inicialmente não seu deu muito bem, pois jogava como meio-campo, mas logo o moveram para sua posição de origem e ele começou a desencantar. Considerado por muitos bugrinos como o sucessor de Careca, o jogador que não era careca, Evair fez muitos e muitos gols mas infelizmente não ganhou nenhum título por falta de um elenco de apoio á altura do ator principal. Pelo menos lá ele ganhou visão nacional e foi chamado pra defender a Seleção

Como todo craque de clube brasileiro do interior, Evair era bom, seguro e barato, o tipo de jogador que os empresários gringos adoram. Não obstante foi vendido para o Ta lá a Anta da Itália a preço de banana e lá fez muito sucesso ao lado de outros dois cabeludos: uma loura de farmácia argentina e outra sueca

No Parmeira[editar]

No início dos anos 90 a Parmalat começou a lavar seu dinheiro investir em um certo timinho da Barra Funda, e um dos primeiros feitos do clube na nova administração foi trazer o atacante brasileiro para suprir a vaga do centroavante matador. A início ele foi meio deixado de lado por sua pobreza técnica, mas quem precisa de técnica quando tudo que se tem a fazer é empurrar a bola pro gol? Assim, ele foi aos poucos calando seus críticos com seus milhares de gols, sendo metade de pênalti e 25% de cabeça, e virou ídolo da porcada, se consagrando após ajudar o time a superar um jejum maior do que o do Padre Marcelo Rossi ao vencer o Paulistão de 93 sobre a galinhada de Itaquera com dois gols, um deles sendo advinha de que? Pênalti.

No mesmo ano também fez um gol na final do Brasileirão de 93 sobre o Vicetória da Bahia, fundamental na conquista do 7º caneco do clube. Ano seguinte, sobre o comando do Vandergay Luxaburro, na época em que este realmente sabia alguma coisa de treinar futebol, Evair e os palestrinos repetiram a dose, mas não conseguiram faturar a Liberta de 94 porque as bambis estavam poderosas aquele ano. Apesar disso vale a goleada de 6x1 sobre os boludos do Boca Juniors, maior goleada sofrida pelos hermanos em jogos fora da Argaytina até hoje

Ida ao Japão e retorno a terras tupiniquins[editar]

Em 94 Evair fez um acordo com uma empresa de produtos pirateados japoneses para jogar no Yokohama Flugels, um clube que estava em desenvolvimento e seria uma espécie de "clube-empresa" com um de seus objetivos aumentar as vendas de seus patrocinadores através da divulgação. Como todo bom clube-empresa, eles gastam uma fortuna em jogadores valiosos para garantir que o projeto irá dar certo. Durante o tempo que esteve lá, Evair recebia como salário mensal um milhão de ienes, um novo modelo de laptop, 1 kg do melhor moti da região e uma gueixa. Mesmo assim isso tudo não foi o bastante pra curar as saudades de casa e três anos depois (pra quem não gostou, até que ficou um bom tempo por lá, hã?) retornou para a Terra de Santa Cruz

Ao chegar no Brasil vestiu a camisa do Patético Mineiro, mas como depois de 71 a história das frangas mineiras só continua em 2013, Evair não conseguiu nada e sem mais idade ou cabelos para se estressar num clube tão medíocre, ele rumou para o Rio e assinou contrato com o Vice da Gama. Lá ele refez a parceria com o Animal Edmundo dos tempos de parmera e juntos guiaram o clube pra conquista do Brasileirão de 97. Nessa época 80% dos seus gols eram de bola parada, pois ele já não tinha tanto vigor pra fazer aqueles seus gols cagados e feios que ele abusava de fazer na mocidade.

No Parmeira (parte 2)[editar]

Após um ano na Portuguesa de Desportos, Evair recebeu uma proposta para retornar ao Palmirinha e aceitou, ajudando o time a tirar sua virgindade continental com o título da Liberta de 99, inclusive marcando um gol (não preciso dizer de que foi né?). Antes disso ele mais uma vez levou a gambazada aos prantos com a eliminação nas semifinais, marcando um gol. Advinha de quê?

Últimos anos[editar]

Em 2000 as ações da Parmalat começaram a cair e Evair, percebendo que a vaca ia pro brejo, tratou de se livrar da porcada e passou seus últimos anos de vida de carreira em um monte de clubes diferentes. Jogou pelos bambis, pelo Gayás, pelo CÚritiba e pendurou as chuteiras em 2003 no FiGAYrense, o time favorito dos velhinhos da fila do INSS

Desde então Evair aparece em entrevistas e jogos comemorativos, sempre marcando um gol de pênalti. Tentou ser treinador, mas infelizmente o estilo de jogo de marcar gols de qualquer jeito esperando por uma cagada monumental da zaga adversária não é mais aceito no futebol moderno, por isso ele não obteve sucesso na nova profissão

Títulos[editar]

Palmeiras 
Vasco da Gama
São Paulo


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Este é o número de gols que o Evair já marcou em sua carreira