Gabão

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République Gabonaise
Gabon
Ditadura de Gapão
Bandeira de Ditadura de Gapão
Brasão de Ditadura de Gapão
Bandeira Brasão
Lema: O mais forte manda
Hino nacional: Prisão, desigualdade e murrinhagem

Localização de Ditadura de Gapão

Capital Libreville
Cidade mais populosa Libreville
Religião oficial Umbanda
Governo Presidencialista Golpista
 - Presidente É decidido anualmente nos Olimpíadas Nacionais de Gamão
Heróis Nacionais Princesa Isabel
Área  
 - Total 200.000km² de portais ao além, 5km² de mata e negões km² 
 - Água (%) 20
Analfabetismo 900% (menor da áfrica) 
População 300 (saudáveis) 
PIB per Capita 110 
IDH 12 
Moeda Franco Paraguaio
Fuso horário Mesma da França
Clima Aaaai que calooooor...
Website governamental Um protótipo de Windows 94 tem prévia de lançamento em 2090


Cquote1.png Você quis dizer: Gamão Cquote2.png
Google sobre Gabão
Cquote1.png Você quis dizer: Babão Cquote2.png
Google sobre Gabão

Gabão, aumentativo de Gâmbia é um país que fazia fronteira com o Brasil na época da Pangeia.

História[editar]

Colonização[editar]

Os primeiros europeus a conhecer a região foram os portugueses, como eles tinham acabado de conhecer a Gâmbia, uma região semi-árida com uns neguinhos mirrados e desnutridos e agora em Gabão com uns negões que metiam medo, resolveram chamar o local de Gambião, posteriormente Gabão.

Por ser um ponto estratégico na navegação rumo ao Brasil, o local se tornou um gigantesco comércio de escravos, os negros disputavam suas passagens (só de ida) para a tropical América do Sul e Caribe onde teriam garantia de emprego e feijão todo dia.

Independência[editar]

De maneira geral: Gabão.

A França até expulsou os portugueses idiotas que não usufruíram corretamente do país, porém a França não pode explorar tanto Gabão pois a escravatura foi abolida bem na época que eles chegaram, sem saber o que fazer com aquele bando de negros, a França vendeu o país para a Guiné Equatorial, a Guiné por sua vez achou que fez um bom negócio, mas vendo que em Gabão só havia ex-escravos se livrou desse pedaço grande de terra cedendo-lhes a independência.

Com Gabão independente o que se sucedeu foi o mesmo que ocorre em 170% dos outros países africanos: Golpes militares, partidos únicos, ditadura, deposições, assassinatos misteriosos de líderes políticos e corrupção pelo comércio de madeira. Albert-Bernard Bongo (vulgo Bongo Bongo) se elege ditador supremo vitalício eterno do Gabão.

Eleições e fraudes[editar]

Quando em 1990 o então presidente do Gabão Joseph Rendjambe é eleito, morre sob circunstâncias misteriosas, Bongo Bongo é reeleito pela trigésima vez presidente após o sumiço de seus opositores. A suspeita de fraude levou a uma revolta popular, mas Bongo Bongo ganhou o apoio do exército francês em troca de perfumes de flores silvestres que só crescem no Gabão.

Fatos recentes[editar]

Em 2009 Bongo Bongo morre de ataque cardíaco em decorrência de um banquete de javali mal passado comprado com a fortuna desviada do petróleo gabonês. Mas ninguém pode assumir o cargo, o fantasma de Bongo Bongo continua a governar o país.

Política[editar]

O sistema parlamentarista/presidencialista na região é simples: Quem matar o atual presidente se torna o novo presidente. Isso também vale para todos os outros cargos políticos, sociais e intelectuais.

Subdivisões[editar]


Economia[editar]

Gabão não é miserável, nem faminto, nem sedento. Apenas pobre, come-se uma vez por mês e bebe-se água uma vez por semestre para inveja dos países vizinhos. Tudo graças à meia dúzia de poços de petróleo que existem no país.

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